Na verdade, devemos saber e acreditar que não há vida tão nobre, tão boa e mais agradável a Deus do que a vida de Cristo, e, no entanto, para a natureza e o egoísmo ela é a mais amarga. Uma vida de despreocupação e liberdade é para a natureza e para o eu individual a mais doce e agradável, mas não é a melhor, e no caso de alguns homens é a pior. Mas, embora a vida de Cristo seja a mais amarga de todas, todavia ela deve ser preferida às demais. Atente aqui para o seguinte: Há algo dentro de nós que tem a capacidade de perceber o único bem verdadeiro, e não se trata disso ou daquilo, mas do que disse o Apóstolo Paulo: “Quando vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado”. Com isso ele quis dizer que o todo que é perfeito supera a todos os fragmentos, e tudo o que existe em parte e é imperfeito, comparado ao que é perfeito, não é nada. Assim, todo o conhecimento das partes desaparece quando se conhece o todo; e quando se conhece esse bem, ele só pode ser almejado e amado com tal veemência que qualquer outro amor do homem por si mesmo e por outras coisas desaparece. Essa visão interior igualmente percebe o que é melhor e mais nobre em todas as coisas e o ama no único bem verdadeiro e apenas por amor a esse bem.
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Há 2 dias
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