10/02/2010

A CRIANÇA ESPECIAL NA IGREJA. INCLUSÃO X EXCLUSÃO


Através da inquietação do Espírito Santo de Deus no meu coração, uma pergunta começou a me incomodar: “onde estão as centenas e centenas de crianças portadoras de deficiências? Porque não estão na minha casa”? Esta pergunta gerada por Deus no meu espírito, me levou a observar as igrejas evangélicas em todas as denominações por onde tenho ministrado cursos, seminários, palestras e pregações( e não foram poucas), comecei a observar e a procurar nas igrejas crianças especiais, com deficiência de qualquer ordem física ou mental. Constatei o fato de que raramente encontramos crianças portadoras de deficiência nas classes bíblicas de crianças, nos cultos, na igreja. E quando há uma a duas crianças, estas não participam do ministério infantil (dados de uma pesquisa que estou realizando).

Devolvi a pergunta ao Espírito Santo: Senhor, onde estão estas crianças?? Realmente elas existem aos montes e não as encontramos em nossas igrejas, onde estarão?? Para minha tristeza e vergonha, o Senhor me respondeu: “Estão escondidas em casa, por pais envergonhados, tímidos, solitários e tambem uma grande quantidade destas crianças estão nas casas espíritas.

Envergonhada e triste de constatar este fato, comecei a escrever sobre o assunto. Note você também, já parou para observar a sua volta? Quantas crianças deficientes frequentam, ou seja, fazem parte da sua igreja? Realmente se não são adotadas por Deus que é pai de amor, são adotadas por satanás.

Como alcançar estas crianças? A grande necessidade do evangelismo infantil também para as crianças especiais, como não entram nas igrejas, é preciso lançar as redes, elas precisam da salvação em Cristo Jesus. Como alcançar suas familias ministrando uma palavra de consolo, orientação, encorajamento, para que a criança seja amada e aceita pela mesma, com pais que não se envergonham diante da sociedade e da igreja.

Como inserir a criança especial no ministério infantil, como trabalhar com elas, como vivenciar na igreja a inclusão e não a exclusão?? Como tem sido infelizmente na prática.

A luz da Palavra de Deus precisamos abordar todas estas questões e situações de maneira prática, clara e objetiva, lançando também uma semente de amor no coração da igreja, de professores, líderes, amor por crianças especiais, que precisam ser amadas e atendidas com suas limitações também. São muito amadas por Jesus, vamos excluí-las??

O preparo e orientação para os professores do ministério infantil é fundamental, não sabem o que fazer e como fazer na aula bíblica com a criança especial. Cada deficiência demanda um preparo específico, como incluir na classe da escola bíblica dominical, uma criança deficiente visual, com síndrome de down ou uma criança paraplégica ou surda?

Estas e outras questões sobre a criança excepcional precisam ser discutidas na igreja hoje, não podemos fazer de conta que não existem e ignorarmos como tem acontecido ainda hoje, pleno século XXI. Jesus jamais ignorou, ele teve compaixão, estendeu a mão, abençoou, curou. Somos o seu reino aqui na terra, embaixadores de Cristo Jesus, e não podemos lançar fora nenhuma criança, mesmo sendo uma criança especial. Jesus morreu por elas também Não importa se com limitações ou sem elas, pois dos tais é o reino dos céus....

Para que a voz não se cale

 sudan

Desde o início da jornada contra o infanticídio entre os indígenas, a AMME tem apoiado com admiração o trabalho de Edson e Márcia Suzuki. A equivocada política indigenista brasileira, eivada de interesses econômicos, marcada por interferências exógenas, tem sido um obstáculo ao bem-estar dos índios brasileiros e permanece passiva e irresponsável diante da morte de crianças indefesas. O assunto é de interesse nacional. Como cidadãos brasileiros e como cidadãos do Reino, temos o dever de nos envolver nesse tema. Abaixo, transcrição da recente carta de oração dos queridos missionários que lideram essa luta. Ore sobre o assunto e esclareça sua igreja. Pode chegar o momento em que precisemos nos mobilizar de forma mais consistente e é bom que todos estejam bem informados do que ocorre. Lembre-se sempre disso: Evangelizar é tornar conforme o Evangelho.

Queridos amigos e irmãos,

Fevereiro vai ser um mês de compromissos importantes com autoridades aqui em Brasília e PRECISAMOS MUITO DAS SUAS ORAÇÕES. Já no dia primeiro temos uma reunião no gabinete de um Ministro. Na semana seguinte nos reuniremos com um Secretário Nacional do Governo.

Como alguns de vocês têm acompanhado através de nossas cartas, temos sido acusados na mídia de sequestro de crianças indígenas, de sermos facilitadores de uma rede internacional de tráfico de crianças, de racismo e de interferência nas culturas indígenas, e até de tráfico de sangue indígena para os Estados Unidos(!). Por causa destes rumores, temos tomado a iniciativa de procurar as autoridades para prestar esclarecimentos e mostrar quem nós realmente somos. Já conseguimos algumas audiências e estamos aguardando resposta de outras.

Os rumores e denúncias contra nós começaram a partir do momento que decidimos apoiar as famílias indígenas que não concordam com a prática do infanticídio e pedem ajuda para criar seus filhos num lugar seguro. De alguma forma, esta nossa atitude de solidariedade para com estas famílias ofende muita gente poderosa. Nós não temos nada a esconder e vamos comparecer diante das autoridades com o coração aberto. Queremos mostrar nosso trabalho com transparência e nos colocar à disposição. Mas estamos conscientes de que existe uma grande indisposição contra nós, por isso pedimos suas orações.

Em dezembro, recebemos uma carta de um amigo que conhecemos aqui em Brasília. Ele foi recentemente nomeado para um alto cargo no governo e por conta disso participou de uma reunião no Ministério da Justiça com a cúpula de alguns órgãos federais . Ele saiu de lá assustado, e nos escreveu em seguida. Disse que Suzuki e eu estamos sendo investigados pela Polícia Federal, que as acusações contra a ATINI são gravíssimas. Disse que nossos inimigos são muitos, muito fortes, muito bem articulados e que não estão brincando. Finalmente pediu que nos afastássemos, pois ele teme pelo seu cargo. Isso mostra que até amigos, cristãos, mesmo sabendo que as acusações são falsas, se sentem acuados pelo poder dos nossos oponentes.

Intimação

Suzuki e eu fomos intimados (duas intimações específicas, uma prá cada um) a comparecer no dia 04 de fevereiro às 16:00 h para depor na Procuradoria Geral da República. Vamos ser ouvidos por causa de uma denúncia feita em Rondônia por um indígena cujo sobrinho participou das filmagens do documentário HAKANI. Esse indígena entrou com uma representação no Ministério Público alegando que o pai da criança não sabia que o menino participaria de um filme. Diz que ele teria autorizado a participação da criança acreditando que seriam feitas apenas fotografias.

A produção do filme nos enviou fotos deste indígena participando das filmagens, acompanhando tudo. O pessoal da JOCUM de Porto Velho disse que ele fala português muito bem e que entendeu o propósito do filme. Antes das filmagens, o Eli Ticuna se reuniu com os indígenas e explicou tudo muito claramente, só participou quem realmente entendeu e decidiu participar. Os responsáveis pela crianças estavam presentes nas filmagens e acompanharam tudo. O clima durante as filmagens, entre os indígenas, foi de comoção, de solidariedade e de desejo de ajudar a transformar a realidade dessas crianças rejeitadas.

Agora aparece esse indígena contando essa história. Desconfiamos do que esteja por trás dessa denúncia, mas nossa posição será somente a de comparecer diante da procuradora e contar o que vimos durante as filmagens. Estaremos acompanhadas de um advogado cristão, o Dr. Clóvis, pedimos que orem por ele também.

Sabemos que quando nos colocamos ao lado dos pequeninos e vulneráveis, e abrimos a boca a favor daqueles que não têm voz, acabamos por desafiar as estruturas de poder. Mas confiamos naquele que nos chamou e disse: “Bem aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem e vos perseguirem, e mentindo, disserem todo mal contra vós. ” Mt 5.11

Enquanto as autoridades se preocupam em punir quem produziu documentário, ele se espalha espontaneamente nas aldeias gerando transformação entre os indígenas e salvando muitas vidas. Veja a revolução que está acontecendo ente os índios Sanumá, em Roraima http://www.atini.org/

Agradecemos muito seu apoio e contamos com sua oração. Estamos juntos nesta batalha.

Edson e Márcia Suzuki
www.suzukiemarcia.blogspot.com

ATINI – VOZ PELA VIDA é uma organização social, sem fins lucrativos, formada por índios e não-índios, que atua na defesa dos direitos das crianças indígenas em situação de risco e na busca de um modelo indigenista mais humano.

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fonte:    Para que a voz não se cale | Evangeliza Brasil

Flordelis, voz que clama no deserto!

 

UM FILME QUE O MUNDO PRECISA VER

 

Já ouviram falar do filme “Flordelis, Basta uma palavra para mudar” ? A história de ficção baseada em fatos reais da vida de Flordelis dos Santos, onde a professora pública adota crianças carentes no Rio de Janeiro.  Sérgio Marone e Erik Marmo fazem parte do elenco, além de Letícia Sabatella, Cauã Reymond, Aline Moraes, Ginechinne, Débora Secco, Marcelo Antony, Leticia Spiller, Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert. Filmaço!

Com a renda obtida pelo filme Flordelis pretende comprar uma casa, já que ainda mora de aluguel. Assista ao filme e ajude a sua família abençoada!

Pecadinho x Pecadão. Sobre Disciplina da Igreja

 

Ele se fez pecado por nós, para que pudéssemos ser perdoados (2 Co. 5:21)

Eis aí uma pergunta que todo mundo faz e tem a mesma resposta: Não. Mas acredito que essa resposta é um pouco falsa no contexto religioso que vivemos. Não existe o tal do “pecadinho” ou do “pecadão”, mas tratamos as situações como se elas fossem grandes ou pequenas. Vejamos, por exemplo, a situação de um fofoqueiro na igreja.

O máximo que ocorre com ele é uma chamadinha de atenção e passar de mãos na cabeça e só. Agora uma pessoa que comete qualquer atitude relacionada com a área sexual está fadada a uma disciplina exemplar. Se não existe pecadinho ou pecadão, então por que essa discrepância? Por que essa humilhação? Por que essa diferença?Nosso discurso é muito diferente da prática. As pregações sobre a graça de Deus são cheias de palavras bonitas, mas que partem de um coração totalmente mecânico e sem a mínima consideração com o próximo.

Pesquisando nas Escrituras percebo que o simples fato de semear brigas entre as pessoas da comunidade gera no coração de Deus um sentimento até mesmo estranho para nós entendermos; abominação. Ele abomina, sente nojo de tal fato. Há passagens de Jesus acolhendo pessoas que caíram, curando pessoas doentes, vejo o Senhor abraçando aqueles que antes de qualquer coisa, eram seus inimigos. Cristo nos ensina a como agirmos no meio da Igreja, não como instituição apenas, mas como lugar de abrigo, lugar de esperança, lugar de cura.

Acredito que não haja diferença para Deus se um pecado é esse ou aquele, mas vejo que para nós há uma diferença enorme. Essa cultura é resultado de um falso estudo bíblico e de uma medíocre interpretação da pessoa e obra de Cristo como um todo na Bíblia. Precisamos resgatar não mais a preocupação de saber se tal pecado é grande ou pequeno, se é uma mentirinha ou se é um assassinato, mas sim resgatar o conhecimento correto de Deus que invade mente e coração e que exala amor e misericórdia.No sermão do monte, Jesus coloca todos os pecados em um mesmo patamar, ou seja, dignos de culpa. Mas depois ao longo de Sua vida Ele mostra que há perdão para todos esses pecados.

O adultério não está apenas no ato em si, mas nasce nos pensamentos e tem muita gente adulterando por aí no mundo das imaginações. Ele diz também que não apenas o assassinato resume-se em ferir o corpo de outro, mas o simples fato das palavras serem ditas de forma agressiva e difamatória já se caracteriza um homicídio. Acredito que mesmo sendo o tamanho que for o pecado, seja ele grande, pequeno, imenso, extremamente nojento, não importa; ele pode ser perdoado. E ele o é porque é promessa do grande Perdoador de pecados chamado Jesus.

O que precisamos entender de uma vez por todas é que somos humanos e somos totalmente sensíveis às tentações e às investidas do inimigo, mas temos Advogado junto ao Pai que intercede por nós, que sabe que somos ainda pequenos e que somos ainda teimosos no nosso apego às paixões desse mundo. Portanto, seja o pecado pecadinho ou pecadão, ele não é nada perto do amor do nosso Pai.

Fonte: Pr. Cris

Nota do Blog

Pequei. E agora? - Reconheça seu pecado, confesse a Deus seu erro, peça perdão ao Senhor, e não peques mais. Veja a imagem logo acima do post. Jesus teve seu corpo rasgado, sua carne dilacerada, pelos meus e seus pecados. Ele levou tudo sobre si mesmo, se fazendo como maldito na cruz. Pare de ficar se culpando, pare de ficar em casa, se esfriando na fé, deixando de ir à igreja, se sentindo indigno, com medo dos julgamentos dos "irmãos". Só ELE pode nos perdoar, limpar nosso coração, deixar nossa consciência limpa e religar nossa comunhão com Deus.

Veja abaixo referências bíblicas:

- 1 João 2:1-2 - Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.

- 1 João 1:9 - Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.

- Salmos 32:5 - Confessei-TE o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado.

Fique a sós com Jesus. Reconheça seu pecado, como fez a mulher adúltera. Veja que Jesus perguntou àquela mulher onde estavam seus acusadores. Em seguida deu suas recomendações, conforme versículo abaixo.

- João 3:10-11 - E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais.

fonte: Gospel Home Blog - Portal Cristão: Pecadinho x Pecadão. Sobre Disciplina da Igreja

PASTOR PODE VIRAR CELEBRIDADE NO SUPERBOWL

 

Final do campeonato de futebol americano no domingo 7 de fevereiro, período no qual as igrejas sofrem com os efeitos do Super Bowl e a maioria dos pastores ficam de cara amarrada, o pastor Erwin McManus não! Ele é líder da igreja Mosaic, de Los Angeles, e autor do livro Uma força em movimento, da Garimpo Editorial, ao contrário da maioria, ficou ligado no grande jogo, principalmente no intervalo comercial.
Entre os finalistas de um concurso promovido pelo fabricante dos salgadinhos Doritos, está a igreja dele. O concurso escolherá três comerciais de 30 segundos para serem veiculados nos intervalos da partida.
Com base em um conto de Gabe Trevino a Mosaic produziu um anúncio muito criativo, Casket (caixão), em que o autor se refere ao pedido de um parente, que queria ser enterrado com cervejas e cigarros. A adaptação, megaboga, exibe o velório de um homem que assiste ao Super Bowl dentro de um esquife lotado de Dotiros…, aliás, assista ao vídeo, é melhor!
A igreja iniciou uma campanha pesada, logo após ser escolhida entre os seis finalistas, para angariar os votos populares que definirão os três vencedores. O mais votado, além do prestígio, ganhará um prêmio de 1 milhão de doletas americanas. Para o pastor Erwin McManus, o concurso é uma oportunidade de mostrar a relevância e a contextualização da fé cristã. ”Não estamos tentando usar a marca Doritos para propagar uma mensagem, mas queremos que as pessoas saibam que temos senso de humor, e que rir é uma coisa muito boa. É possível ter fé e aproveitar a vida”, disse o pastor, que prefere ser chamado “arquiteto cultural”.
fonte: Jovem Nerd

FONTE:   PavaBlog