"Henri Nouwen explorou este tema com profundidade e sensibilidade em sua obra clássica O curador ferido. Ele conta a história de um rabino que perguntou ao profeta Elias quando o Messias viria.
Elias respondeu que o rabino deveria perguntar diretamente ao Messias, e que o encontraria sentado nos portões da cidade.
— Como saberei que é ele? — perguntou o rabino.
Elias respondeu:
— Ele está sentado entre os pobres, coberto de feridas.
Os outros desatam todas as suas feridas ao mesmo tempo e, então, as atam novamente.
Mas, o Messias desata uma por vez e as reata novamente, dizendo para si mesmo:
"Talvez eu seja necessário. Se assim for, devo sempre estar pronto de forma a não me demorar nem por um momento".
O Servo sofredor de Isaías reconhece suas feridas, mostra-as e disponibiliza-as para a comunidade como um meio de cura.
O curador ferido conclui que a graça e a cura são transmitidas por meio da vulnerabilidade de homens e mulheres que foram atropelados pela vida e tiveram o coração rasgado.
A serviço do Amor, apenas os soldados feridos podem se alistar.Retirado do livro:
O Impostor que habita em mim - Brennam Manning
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Há 2 dias
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A boca fala do que está cheio o coração.