11/02/2009

OS PERIGOS QUE FOGEM AOS CUIDADOS DO REBANHO

  renabho67 COBRA

II Tm. 3.1-9
Disse Jesus: ”…aquele que não entra pela porta no curral das ovelhas, mas sobe por outra parte, é ladrão e salteador... O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir... o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas.”  Jo.10.1,10,13.
Definição de “Rebanho”: É uma linguagem simbólica para Congregação. Biblicamente define-se por uma Igreja local ou uma Assembleia, formando um corpo que se rege pelos mesmos princípios,DOUTRINAS, fé, e pela mesma regra, a palavra do Senhor, para chegar à unidade da fé ao conhecimento do Filho de Deus e à estatura completa de Cristo.
A missão do “rebanho” é atrair a si outras “ovelhas” (pessoas) extraviadas, sem rumo e sem pastor, para as conduzir aos pastos verdejantes (que já desfruta) da salvação; a vida eterna por Jesus, o único e verdadeiro Pastor do “Rebanho”
Um “rebanho” está sujeito a muitos e diversos perigos e, na maioria das vezes, eles vêm de onde menos se esperam. Por esse motivo deve ser devidamente preparado para os poder conhecer e identificar a fim de os poder enfrentar e resistir. O maior perigo a enfrentar é ignorar os perigos a que está sujeito.
O propósito desta mensagem é alertar devidamente para esses perigos com base nas Sagradas Escrituras, desde os exemplos com Israel, no Antigo Testamento, e do início da Igreja até aos nossos dias.


Os perigos dos nossos dias para a Igreja
A nível interno
Isto levanta a grande interrogação: Qual ou quais as diferenças, entre o povo no Antigo Testamento - Israel - e o povo de todas as raças, tribos e línguas no Novo Testamento, que formam as Igrejas locais e a Igreja Universal “Corpo de Cristo”?
É uma constante ouvir dizer que os tempos são diferentes; que a evolução sócio-cultural, o aumento do conhecimento, as novas sociedades e suas regras, têm ditado as suas leis e o mundo observou grandes mudanças.
A pergunta é: Tudo isto ultrapassou as Escrituras, que com o seu poder moral de ética, leis e valores, para reger qualquer tipo de sociedade, sendo elas em absoluto atuais, ou são ignoradas, por serem classificadas como questões religiosas e cheias de preconceitos? É na forma em como se aceita a sua autoridade ou não que os perigos podem surgir.

A desvirtualização do evangelho de nosso Senhor Jesus

Gl.1:1-8 - Altera a base do ensino proclamado e estabelecido por Jesus  v. 7.
Depois do sucesso do ministério de Paulo e Barnabé em Icóneo, Listra e Derbe, por mão do Senhor, com grandes poderes, sinais e a pregação da salvação em Jesus, chegaram a Antioquia.
At.15.1-2-E logo alguns ensinavam os irmãos, baseados nos ritos e tradições…. Paulo escrevendo aos Gálatas disse: Mesmo que um anjo do céu vos anuncie outro evangelho seja anátema (Gl.1: 8-9).
As murmurações
Fazei tudo sem murmurações nem contendas; (Fp.2:14)  é queixar-se em surdina, falar mal de alguém, criar intrigas. Aconteceu assim com Moisés  Êx.15. Durante o seu ministério, o Senhor Jesus foi constantemente assediado pelas murmurações dos fariseus, dos escribas e até das do povo. O resultado foi mandar prender a Jesus (Jo.7:32)  As murmurações surgiam sempre que Jesus fazia ou ensinava algo que mexia com eles ou os incomodava.
Elas produzem dissensões e contendas
(I Cor.1:10-13) - São um sinal de discórdia, uma indicação de falta de amor e humildade, são sentimentos de sobreposição e de destaque, cria antagonismos e divisões, retira o espírito de reconciliação e do perdão  “… antes de tudo ouço que, quando vos ajuntais na igreja, entre vós há dissensões;” (I Co.11:18)  São um municiador para a falta de espiritualidade (I Co.3:3)
Invejas - cobiçando vanglórias
(Gl.5.26) - São desejos de que outros os admirem, vaidades que produzem ostentação e um exibicionismo que procura atrair para si todas as atenções  Simão, que exercia artes mágicas em Samaria, com a chegada do poder de Deus, por meio dos apóstolos, perdeu o protagonismo. Por isso procurou corromper os apóstolos para comprar os dons do Espírito Santo (At.8.9-20).
Facciosismos 
“Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis...onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa.” (Tg.3:14,16)  são gerados da inveja e o seu resultado cria partidarismos que, por sua vez, geram as dissensões e contendas (I Co.1:12-13)  “…cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo”.
Introdução de heresias através de pseudo-ensinadores
(I Pd.2:1-3) Pedro invoca a história do Antigo Testamento para avisar que, tal como no passado houve falsos profetas, também agora haveriam falsos doutores ou mestres. Os seus ensinos, negando a verdade do evangelho, farão desvios do caminho da verdade e usarão tudo para negócio com palavras fingidas.
Paulo, escrevendo aos Colossenses (2:18-23), advertiu a igreja acerca deste tipo de mestres cujo propósito era introduzir outras formas de culto, de preceitos, doutrinas e legalismos, sem valor algum, motivando apenas a satisfação da carne.
A tolerância e a versatilidade
(I Jo.2:18-19) A liberdade de expressão, mesmo que se julgue falsa e de permitir a vivência em conformidade com a opiniões expressas, é a via que conduz à mudança ( inconstante) de algo devidamente estabelecido e aceitO Foi assim que reagiram Coré, Datã e Abirão, quando puseram em causa a liderança de Moisés estabelecida pelo Senhor  João, na sua primeira carta, avisou destes perigos e da forma como ele minava o meio e os corações dizendo: “Filhinhos...muitos se têm feito anticristos, …Saíram de nós, mas não eram de nós; porque se fossem de nós, ficariam connosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós.”
Os perigos das potestades dos ares:
Foi o Senhor Jesus que fez o primeiro aviso, deste perigo, para todos aqueles que são discípulos e servos do Senhor Jesus, depois da contenda entre os discípulos de qual deles parecia ser o maior (Lc.22:24). Falando para Pedro disse-lhe: “ …Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo” (Lc.22:31). Desde o Éden que ele não descansa. O nosso Salvador, Mestre e Senhor travou lutas constantes com ele. Jesus sabia bem do perigo que o príncipe das trevas representa para todos os que fielmente O querem seguir e ao nosso Deus, nosso Pai.
E seguindo o príncipe das potestades dos ares, que detém o poder sobre todos os que não têm Jesus, também nós andávamosnosseus caminhos, antes da manifestação do poder de redenção de Jesus, por meio do Espírito Santo para a nossa salvação (Ef.2:2). Hoje, tendo iluminado as nossas mentes e corações pela Luz, podemos ver as diferenças. Por isso sabemos, que o príncipe das trevas não nos dá descanso. Por este motivo, devemos manter uma boa “forma” espiritual, para assim travar as lutas no dia-a-dia (Ef.6:12).
O nosso amado irmão Pedro, na sua primeira carta, descreve a forma como ele se move em nosso redor, procurando os momentos de fraqueza para desferir os seus fortes e poderosos ataques. Por isso comparou-o ao poderoso leão que, antes de avançar para o ataque letal, anda bramando com o seu assustador rugido, com o propósito de separar os mais débeis, para ter sucesso (I Pe.5:8). Portanto a importância de manter uma boa saúde espiritual, para sermos capazes de resistir firmes na fé (I Pe.5:9), porque está escrito que, apesar de estarmos sujeitos às maiores provações e aos ataques mais mortíferos, por amor de Jesus, somos mais que vencedores (Rm.8:34-37).  
Os perigos a nível externo:
A influência do Mundo

O aviso do apóstolo João - o mundo está cheio de concupiscência: a)- Os desejos da carne, satisfação da natureza humana e pecadora: b)- Dos olhos, a força da cobiça despoleta o egoísmo: c)- A soberba da vida, a sede de poder gera a vaidade e todo o tipo de hipocrisia e engano.  “Não ameis o mundo nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo (I Jo.2:15-16).
Os exemplos de Demas, Alexandre e Himineu e outros…;
Demas, companheiro de Paulo no mistério, referido em Col. 4:14, seduzido pelo mundo, amou-o, abandonando Paulo e o Senhor (II Tm.4:10).
Himineu e Alexandre e outros que naufragaram na fé (I Tm.1:19-20). Alexandre o latoeiro, que causou muitos males a Paulo (II Tm. 4:14).
Digladiação da fé  abertura de locais de culto, quase porta com porta. Atualmente, com base em um número percentual de somente 0.5% de pessoas evangelizadas nas localidades com trabalhos evangélicos, surgiram novos grupos que com base nessa percentagem, justificam a autoridade para abrir casas de culto para levarem almas a Cristo. Todavia o resultado é o proselitismo, o sugar crentes às congregações por essas não terem efervescência espiritual - Paulo disse que sempre se esforçou por anunciar o evangelho onde Cristo nunca fora anunciado, para não edificar sobre fundamento alheio (Rm.15:20) ou, como disse aos coríntios: “Não nos gloriando fora da medida nos trabalhos alheios... para anunciar o evangelho nos lugares que estão além de vós e não em campo de outrem…” (II Cor.10:15-16)       
A extrema corrupção dos últimos tempos (II Tm3:1-9)  induzirá muitos a apostatarem da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e doutrinas de demónios (I Tm.4:1-5).

Medidas preventivas para impedir a entrada dos perigos:

Ter em atenção o que disse o Senhor Jesus sobre muitos que se dizem estar ao seu serviço  “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus... (Mat.7:21-23).
Evitar a discórdia perseverando pela unanimidade:
(Rm.12:16  “Sede unânimes entre vós...”, é ter um mesmo sentimento e uma mesma regra, um mesmo amor, percorrendo o mesmo caminho (Fp.2:2 e 3:16). A vivência unânime, estreita e fortalece os laços do amor, da sinceridade e da unidade. São elos que formam a corrente inquebrável da comunhão, que forma o corpo indivisível e perfeito, refletindo a unidade absoluta do Pai e do Filho (Jo.17:21-23)  “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós...Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim...)
Revestimento de humildade
“Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo...”, seguindo o exemplo de Jesus, “Que sendo em forma de Deus...humilhou-se a si mesmo...” (Fp.2:3,6-8).
A humildade é o manto com o qual nos devemos revestir, para que vivamos numa sujeição mútua (I Pd.5:5). Por ela se lança fora a ira, a cólera e se estabelece a mansidão (Ef.4:2) que nos capacita para viver vidas irrepreensíveis no meio de uma geração perversa (Fp.2:15).
Vidas de oração e santidade:
A oração pode quebrar as prisões que agrilhoam os corações (At.16:25-26)  “Perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam. E de repente sobreveio um tão grande terremoto”. Paulo, apercebendo-se dos perigos que rondavam os colossenses, exortou-os a perseverarem na oração (Col.4:2). Ele sabia que a oração dá poder para vencer e amar. Por isso, escrevendo aos tessalonicenses dizia-lhes para orarem sem cessar (I Ts.5:17). A oração deve ser uma constante, para manter um espírito forte, vigilante e com poder para discernir as coisas do Senhor (Ef.6:18 e Rm.12:12/Cl.4:2) perseverando na oração e orando sem cessar.
A oração gera consagração; é o motivopara se viver vidas santas  “ Sede santos, porque eu sou santo.” (I Pe. 1.16), e está escrito que sem santidade ninguém verá o Senhor (Hb.12:14).


Conclusão:
Para se evitarem os perigos, é importante ter conhecimento das formas como eles se nos deparam; ter muita cautela, ter em atenção a tudo o que se passa em redor, o que se vê e o que se não vê; saber que o menor descuido, negligência, abre as portas para a sua manifestação. Só podemos ultrapassar os perigos com muita precaução, sensatez, obediência aos avisos e muita sabedoria.

10/02/2009

OS MALES DA LÍNGUA

 puzzle

A morte e a vida estão no poder da língua (Prov l8; 21). Precisamos  tomar cuidado para não desonrarmos ao Senhor com as nossas palavras; é que por meio delas seremos justificados ou condenados (Mat 12; 36,37).

A velha natureza está sempre ativa em nós, se não vigiarmos. Temos a necessidade da exortação do apóstolo Paulo para não provocarmos, para não sentirmos inveja, para não julgarmos os outros.

Como estamos prontos para falar mal, e mesmo murmurar uns contra os outros, em vez de atuarmos com graça, reconhecendo as nossas faltas e, sobretudo, orarmos uns pelos outros (Gál 5; 26, Rom 14; 3, Tiago 4; 11 e 5; 9-16).

No tocante aos nossos pensamentos e sentimentos mútuos, devemos seguir igualmente o exemplo deixado pelo Senhor Jesus Cristo. Devemos ser submissos (sujeitos) uns aos outros, revestidos de humildade, considerando cada um dos outros superiores a si mesmo (Col 3; 12, 13).
«Revesti-vos, suportai-vos, perdoai-vos»
O revestimento (vestir de novo) o novo homem, a nova criatura , não é algo que o crente deva construir pelo seu próprio poder. A sua nova identidade toma forma à medida que vai conhecendo melhor ao Senhor. O bom relacionamento do crente com Ele, torna-o apto e pronto a ser tolerante, a perdoar e a amar de verdade.

«Aquele que diz que ama a Deus e aborrece a seu irmão é mentiroso» (I Jo 4; 20). Aquele que diz que não pode perdoar,  condiciona a ação do Espírito Santo.

«Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração…» (Tiago 1; 26).

Como cidadãos de uma pátria celestial, somos chamados à prática de uma conduta santa e ao exercício de uma linguagem sã que promova a edificação.

Há quem se glorie em proferir disparates!

A língua é um instrumento de grande poder, ela pode afetar a nossa vida, ela é como um fogo que, descontrolado, pode causar uma grande tragédia. E a tragédia é que todos temos uma língua que instila veneno, que nem sempre sabemos usar e que nenhum homem pode domar (Tiago 3; 8).

O esforço humano por si só não é suficiente. Ela só pode ser controlada pelo poder de Deus.

Não ignoremos que as más conversações, a blasfêmia, o mexerico, a malícia, a mentira, o juramento falso, têm o poder de arruinar, manchar, e corromper todo o caráter moral de uma pessoa ou comunidade.

Os crentes são aconselhados a despojar-se de atitudes e emoções conducentes a uma linguagem destrutiva.

A ira, a cólera, e a malícia são panelas de pressão que  explodem em palavras que magoam e destroem.

Assim, toda a linguagem que ameace destruir o ser humano deve ser evitada, ou melhor,  extirpada.

Na comunidade cristã, convém que sejamos de um mesmo sentimento, pois se assim não for, como podemos cooperar uns com os outros e promover a edificação do Corpo de Cristo?Amar o nosso próximo, passa, implicitamente, por respeitá-lo, ainda que com os seus pontos de vista  diferentes do nosso e orar por ele. Senão ,vejamos mais uma vez o conselho da Palavra de Deus em I Pedro 3.8-10.Cuidado! Pagar com a mesma moeda, responder à letra, tornar mal por mal, não é de modo nenhum prerrogativa do verdadeiro filho de Deus. Rom.12. 9-21,mas antes da criatura sem Deus.

Sejam sempre agradáveis as nossas palavras, visando a paz, a união e a felicidade de todos.

Oremos mais,  confessemos mais nossos pecados a Deus e nos arrependamos de todo o mal que fazemos, todos os dias, aos outros. Ninguém é perfeito. Somente Jesus!

Fonte: Anônimo

09/02/2009

A VIDA DA MISSIONÁRIA GLADYS AYLWARD

 

GLADYS AYLWARD

A PEQUENINA MULHER

NASCIDA EM LONDRES NO ANO DE 1902, GLADYS AYLWARD PERTENCIA À UMA FAMÍLIA DE CLASSE OPERÁRIA E TINHA SOMENTE UM DESEJO:IR À CHINA COMO MISSONÁRIA. A MISSÃO PARA O INTERIOR DA CHINA, CONTUDO, NÃO A CONSIDEROU QUALIFICADA PARA TAL; PORÉM A CONVICÇÃO DE QUE DEUS A QUERIA NAQUELE PAÍS NÃO MORRERIA.QUANDO GLADYS SOUBE QUE UMA ANTIGA MISSIONÁRIA NA CHINA ESTAVA PRECISANDO DE UMA ASSISTENTE, ECONOMIZOU O QUANTO PODIA, TRABALHANDO COMO EMPREGADA, E COMPROU UMA PASSAGEM DE TREM SÓ DE IDA PARA AQUELE PAÍS. CHEGOU A YANGCHENG, CHINA, EM NOVEMBRO DE 1932.

A MISSIONÁRIA JENNIE LAWSON GERENCIAVA UMA POUSADA PARA CONDUTORES DE COMBOIOS DE MULAS ATRAVÉS DAS MONTANHAS. A POUSADA NÃO SÓ OFERECIA COMIDA CASEIRA E UM LUGAR PARA DORMIR, MAS TAMBÉM HISTÓRIAS DA BÍBLIA CONTADA PELAS DUAS MISSIONÁRIAS.

PORÉM, JENNIE LAWSON MORREU ALGUNS MESES APÓS A CHEGADA DE GLADYS. ASSIM, ELA TEVE DE CONTINUAR O TRABALHO SOZINHA.

EM 1938, OS JAPONESES BOMBARDEARAM YANGCHENG.NESTA ÉPOCA.GLADYS JÁ TINHA ADOTADO VÁRIAS CRIANÇAS ÓRFÃS. AGORA, HAVIA MUITOS OUTROS ÓRFÃOS QUE TINHAM VINDO MORAR COM ELA EM SUA POUSADA DAS OITO FELICIDADES. MAS OS JAPONESES PENSARAM SER ELA UMA ESPIÃ, E ASSIM YANGCHENG JÁ NÃO ERA UM LUGAR SEGURO PARA SE VIVER. POR ESTA RAZÃO, EM MARÇO DE 1940, GLADYS FUGIU COM 100 CRIANÇAS PELAS MONTANHAS, PELA PROVÍNCIA MAIS PRÓXIMA. APÓS UM MÊS  ELA CHEGOU A SALVO, SEM PERDER NENHUMA CRIANÇA!

ENTRETANTO, GLADYS ESTAVA FRACA E DOENTE. ENTÃO EM 1942, UM AMIGO AMERICANO AJUDOU-A  A VOLTAR A INGLATERRA PARA VISITAR SUA FAMÍLIA. ENQUANTO LÁ SE ENCONTRAVA, OS COMUNISTAS FECHARAM AS FRONTEIRAS A TODOS OS ESTRANGEIROS.

EM 1957, GLADYS EMBARCOU NOVAMENTE NA CHINA, DESTA VEZ PARA FORMOSA.LÁ FUNDOU O ORFANATO GLADYS AYLWARD, A PEQUENINA MULHER QUE NÃO FORA QUALIFICADA PARA SER MISSIONÁRIA, SERVIU A DEUS ATÉ A SUA MORTE, EM 1970.

Trechos Do livro: HERÓIS DA FÉ PARA CRIANÇAS - GLADYS AYLWARD, CPAD.

ESCONDA-ME NUMA NUVEM…

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Esconda-me numa nuvem
Esconda-me numa nuvem de glória
Esconda-me em Ti, Senhor!
Onde o mundo não me encontre, jamais
Onde o  pecado não me alcance
Onde o  orgulho não me encante
Onde os aplausos não me transformem
Onde as riquezas não me iludam
Onde os  falsos prazeres deste mundo  não  façam com que eu me afaste de Ti


Não, não permita que eu tire os meus  olhos de Ti, Senhor

Esconda-me numa nuvem até que eu  possa receber a tão sonhada coroa

Esconda-me, eu Lhe suplico, numa nuvem…

Anônimo