04/03/2009

MENINO DE 11 ANOS É PASTOR NA FLÓRIDA

MIAMI - Na primeira vez que Terry Durham pregou ele não estava diante de um grupo de pessoas ou mesmo dentro de uma igreja. Ele estava no banheiro da casa de sua avó em Fort Lauderdale, fazendo seu primeiro sermão cercado por escovas de dentes, sabonetes e toalhas. Ele tinha seis anos.

NEW YORK TIMES

Terry

Terry Durham prega em igreja fundada por sua avó

Cinco anos depois, Terry foi ordenado ministro e prega quase todos os domingos no Ministério da Verdade Gospel, uma igreja de 20 lugares fundada por sua avó em 2000.

"Eles dizem, 'Como pode um pastor ser tão jovem?'", disse Terry, agora com 11 anos. "Mas quando me ouvem, ficam chocados".

"Deus colocou seu espírito em mim", disse Terry, que vestia um terno azul claro com sapatos combinando, seu traje típico para o domingo. "Ele disse, 'Eu colocarei meu espírito sobre toda carne'. Mas ele não disse quantos anos você teria que ter para ser algo assim".

Durante a semana, Terry frequenta a quinta série da Escola Elementar Liberty, joga Uno com seus amigos e faz aulas de coro. Terry disse que lê a Bíblia todos os dias além de estudar teologia em aulas oferecidas por uma universidade online.

Mas Terry disse que fica mais feliz quando está pregando. "Quando estou no púlpito, é como se algo tomasse conta de mim", ele disse, "e eu me transformo em um homem de Deus. E quando estou fora do púlpito, me transformo em uma criança sem fala".

Ele não escreve nada, contou. Ele simplesmente lê a Bíblia no dia anterior ao serviço e espera que o espírito o guie. "Eu não planejo dizer aquelas coisas", ele disse, "mas quando Deus as oferece a mim, eu as digo corretamente para obedecer".

Terry prega quase todos os domingos

Terry diz que fica mais feliz quando está pregando

Entregar o púlpito a um ministro tão jovem quanto Terry não é incomum em igrejas de negros que não são fiscalizadas por um corpo central, disse Christine Gudorf, presidente do departamento de religião da Universidade Internacional da Flórida.

Terry viajou além da Flórida para fazer sermões, duas vezes ao Ministério do Templo Tiaise em Allentown, Pensilvânia. A pastora local, Donna Morgan, disse que Terry apela aos adultos porque os inspira a transcender supostas limitações.

"As pessoas o ouvem e dizem, 'Meu Deus, veja o que o Senhor pode fazer quando estamos dispostos a seu ferramentas usadas por Deus para transmitir sua mensagem'", disse Morgan.

FONTE: ADOLFO FLORES

New York Times

27/02/2009

FRASES CRISTÃS

 

Pense então que para adquirir poder para ganhar almas, você terá de passar por tormentos mentais e agonia da alma. Terá de entrar no fogo se irá tirar outros dela, e você terá de mergulhar no enchente se irá tirar outros da agua. Não se pode trabalhar perto do fogo sem sentir a queimada das chamas, nem pode também operar um barco salva-vidas sem ser coberto com as ondas. Charles Spurgeon
Não adianta ninguém tentar ganhar almas sem produzir fruto em sua própia vida. Como pode servir ao Senhor com seus lábios se não o servir com sua vida? Como pode pregar Seu Evangelho com sua língua , quando com suas mãos, pés, e coração está pregando o evangelho do diabo, e trazendo presente o anticristo por sua falta de santidade? charles Spurgeon
O evangelho só é boa notícia se chegar a tempo. Carl F. H. Henry
Simpatia não é substituto por ação. David Livingstone
Não é tolo aquele que dá o que não pode segurar para obter o que não pode perder. Jim Elliot
Cada tentativa para ganlhar uma alma é um ato de guerra. Anônimo
Ganhando almas não é forçando pessoas; é forçando a verdade. Anônimo
Muitas vezes temos que lutar com o pecador até que a verdade prenda a decepção ao chão. Anônimo
Você tem a verdade, não importa como pecadores tentam te envergonhar por crê-lo. Anônimo
Não é Deus que não chama.  É o homem que não responde! Isobel Kuhn
Não se remove do seu texto; use-o até que o pecador percebe a verdade nele. Anônimo
A história de missões é a história de orações respondidas. Samuel Zwemer
'Não foi chamado!' você disse? 'Não escutou a chamada,' deve dizer. Põe seu ouvido à Bíblia, e ouça Ele pedir que vai e resgate os pecadores do fogo de pecado. Põe seu ouvido ao coração da humanidade que está sofrendo e escute seu clamor por ajudo. Põe se às portas do inferno, e ouça os amaldiçoados rogar que você vai à casa de seus pais e convida seu irmãos e irmãs e servos e mestres que venham alí. Depois olhe no rosto de Jesus Cristo -- qual misericórdia tu diz que obedece -- e diga a Ele se unirá de coração e alma e corpo e circunstâncias na marcha par espalhar Sua misericórdia ao mundo. William Booth
A verdadeira grandeza de qualquer igreja não é quantos sentam na igreja mas quantos mandam da igreja! Anônimo
Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. Homem Rico no Inferno (Lu. 16:27-28)
Medite no que você tem em Cristo! Se o Evangelho não é boa notícia para você, será que vai ser boa notícia a eles? Anônimo

20/02/2009

RECOMENDAÇÕES AOS JOVENS TEÓLOGOS E PASTORES

 sunrisesong Posted by: Camila

Os trechos a seguir foram lidos, assim como a totalidade da obra em questão, há quase dois anos. Esta pequeníssima seleção foi devidamente copiada em uma pequena folha de papel que esteve perdida ao longo deste tempo. Agora, por ocasião do reencontro, decidi transcrevê-la aqui.

Recomendações aos jovens teólogos e pastores - Helmut Thielicke

A adolescência teológica

- Em primeiro lugar, estamos lidando com o fenômeno tão natural do crescimento. O pensamento teológico pode (e deve) tomar conta de alguém como verdadeira paixão. Mas dedicação apaixonada significa uma maneira de pensar e falar que quase sempre é emprestada dos ambientes em que a pessoa tem se movimentado.

- Você pode ver que o jovem teólogo não está de maneira alguma à altura destas doutrinas em seu próprio desenvolvimento espiritual, mesmo se for capaz de entender bem a lógica do sistema - ou seja, a casca daquilo que era no início um problema espiritual, e o curso legítimo e lógico do desenvolvimento vivo na história da doutrina.

- O mesmo homem que está em condições de repetir uma palestra sobre Lutero, ou até fazê-lo sozinho, provavelmente conhece pouco ou nada destas coisas, e nem pode conhecer. Em seu livro sobre Goethe, Gundolf fala, referindo-se a casos como este, de experiência meramente conceitual. Alguma verdade não foi “assimilada” como experiência de primeira mão, mas foi substituída pela “percepção” daquilo que outra pessoa (Lutero, por exemplo) descobriu por experiência própria. É assim que se vive, por empréstimo.

- É preciso saber ficar calado. No período em que a voz está mudando, não se canta.

Ao reler estes apontamentos, parece que finalmente pude compreender mais profundamente o que Thielicke disse. Não se trata de algum tipo de censura, nem mesmo de uma hierarquização entre os mais e os menos amadurecidos teologicamente - este tipo de leitura revela o vício interpretativo de quem está sempre se comparando com os demais (talvez mais um dos traços da adolescência) -. O que Thielicke disse consiste em uma espécie de caracterização de um determinado período da caminhada teológica por ele chamado “adolescência”.

Em outras palavras, não há nada de errado em se ser adolescente quando se É um adolescente. Não há nada de errado em se “viver por empréstimo”, quando ainda não se tem uma história própria, quando se está começando. Não há nada de errado em se apropriar, em um primeiro momento, apenas teoricamente de um conteúdo vivencial. Precisamos de exemplos, de caminhos e de mapas. Precisamos da adolescência para chegarmos à adultez.

No entanto, o que me faz pensar é como saber quando a adolescência deve ter fim - pois é fato que adultos-adolescentes são criaturas pela metade, movimentando-se num limbo onde não se é integralmente nem uma coisa, nem outra. Como saber quando já é hora de se construir uma história própria, sem desprezar a história já construída, a história dos outros e da qual somos herdeiros? …Talvez eu esteja “colocando a carroça na frente dos bois”.

Partindo do que disse Thielicke, a adolescência é a época de assimilar, ainda que somente intelectualmente, o patrimônio da história. E para que se chegue a um amadurecimento equilibrado e saudável, um tal período faz-se necessário. Entretanto, que espécie de crescimento, de desenvolvimento se dará quando sequer se sabe reconhecer e interpretar este patrimônio, esta história vivida por outros? A que espécie de adultez se chegará se, por outro lado, havendo reconhecido e intepretado este patrimônio, tome-se esta etapa como sendo a derradeira, como o ápice do amadurecimento, esquecendo que o momento seguinte, isto é, a prática efetiva, a vivência autônoma e responsável é o essencial?

Parece-me que, salvo raras excessões, oscilamos entre a orfandade teológica e uma pré-adolescência tardia.

FONTE: metamorfoseantemente

18/02/2009

UM PECADO SOCIAL: O QUE ESTAMOS FAZENDO COM O PLANETA TERRA?

 CUIDADANDODOPLANETA

Em entrevista ao jornal “L’Osservatore Romano”, o bispo Gianfranco Girotti, regente do Tribunal da Penitenciária Apostólica do Vaticano, sugeriu que em vez de apenas se adotar uma concepção individualista na noção de pecado, se adotasse uma concepção social -- uma vez que certos pecados agridem não apenas o pecador em si, mas a uma grande porção de pessoas (às vezes chegando à escala mundial).
“Você pode ofender a Deus”, diz o bispo, “não apenas roubando, tomando o nome do Senhor em vão ou cobiçando a mulher do próximo, mas também destruindo o ambiente, levando a cabo experiências científicas discutíveis”.
A Agência Católica de Notícias não deu muito valor à história e classificou a fala do bispo como sendo uma nova lista de sete pecados sociais. Imediatamente, e com o entusiasmo típico, a imprensa mundial sugeriu que os antigos sete pecados capitais haviam sido substituídos por esta nova lista.
Naturalmente, não se pode aderir à exagerada apropriação feita pela mídia, a partir de um argumento razoável. A Igreja Católica não mudou seu pensamento ou passou a defender novas formas de pecados capitais.
No entanto, se olharmos objetivamente a observação do bispo, veremos que, em algum ponto, o que ele diz faz sentido e merece uma séria consideração.
Tomemos, por exemplo, a poluição ambiental. O bispo apontou para isto, mas não há dúvida  de que existe um mal moderno que tem trazido consequências destrutivas para o ambiente em todo o planeta.
Uma das descobertas do ser humano é que ele é responsável pelos recursos deste mundo criado por Deus. Somos responsáveis pelo bem-estar físico do planeta em que vivemos. Um dos primeiros capítulos de Gênesis diz que Deus colocou o homem no jardim para cultivá-lo e guardá-lo (Gn 2.15). As palavras do hebraico para cultivar e guardar também podem ser traduzidas como servir e preservar.
Mais tarde, o povo do Antigo Testamento cria que a terra pertencia primeiramente a Deus e o povo que vivia nela deveria ser tal como mordomos de confiança. “Ao Senhor Deus pertencem o mundo e tudo o que nele existe; a terra e todos os seres vivos que nela vivem são dele” (Sl 24.1).
Este conceito organizava a política e a estrutura social de Judá e de Israel. Havia leis que protegiam a terra do mau uso e da má mordomia e regras para quem ousasse tomar a terra que não era sua por direito -- mesmo no caso do próprio rei Davi.
Os escritores do Novo Testamento pensavam da mesma maneira, assumindo que a terra e tudo o que fora produzido nela eram dádivas de Deus à humanidade e o ser humano era responsável por mantê-la em ordem.
A mordomia da terra foi originada em tempos pré-cristãos e é válida para a igreja em todos os tempos. Costuma-se atribuir a Martinho Lutero a seguinte afirmação: “Deus [...] está presente em tudo, por toda a criação, em cada parte dela e em todos os lugares”. E João Calvino escreve mais objetivamente: “Deixe a noção de que eles são mordomos de Deus tomar conta de tudo o que eles possuem. Então não se conduzirão dissolutamente e, tampouco, corromperão as coisas que Deus requer que sejam preservadas”.
Como o conceito de mordomia é valioso hoje, quando nossa estrutura social é verdadeiramente global! De repente, poucas pessoas ainda precisam ser convencidas de que a devastação dos recursos e a falta de cuidado com a preservação estão realmente prejudicando o planeta Terra -- chegando até o ponto de não haver mais como corrigir o problema. O bispo Girotti tem razão -- o estrago feito às pessoas e comunidades ao redor do mundo é um pecado.
Não existem respostas simples. Arrependimento e confissão são o começo, mas deve haver a reparação. Então, talvez, o ressurgimento do conceito da mordomia deva nos levar de volta ao trilho certo. De fato, a Terra pertence a Deus e temos de servir e preservar este bem precioso para nossa própria sobrevivência.
Bruce Tulloch (The War Cry, Inglaterra).

Fonte: Editora Ultimato - formação e informação