13/04/2010

O perigo em ser um cristão de classe média cheio de conforto

 ohn Piper

Ser cristão nestes dias nos Estados Unidos é algo muito confortável, classe-média e respeitável. Quais são os perigos nisso?

piper.jpg (13K) - John Piper na Gospel Coalition Conference

A Bíblia é muito clara ao dizer em 1 Timóteo 6:9 que exercitar a piedade como um meio de ganho - ganho financeiro - é mortal; e a mortalidade disso está no desejo de ser rico. O texto diz para não desejar ser rico, porque “os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição.” Em outras palavras, é suicídio querer ser rico.

Um dos principais perigos em ficarmos confortáveis em nosso cristianismo é que com o passar do tempo esse conforto tende a parecer com algo que Deus - ou o mundo - nos deve; e o que nós chamávamos de "luxo" antes passa a ser chamado de “necessidade” agora. Cada vez mais nós queremos coisas, e segurança, e conforto. E até mesmo as nossas conversas com as pessoas tendem para assuntos tais como alguma coisa nova, especial, que acabamos de comprar e deixamos de falar na linguagem do Reino. É um tipo de gangrena progressiva com um rosto sorridente que corrói o coração do Reino.

"E até mesmo as nossas conversas com as pessoas tendem para assuntos tais como alguma coisa nova, especial, que acabamos de comprar e deixamos de falar na linguagem do Reino. É um tipo de gangrena progressiva com um rosto sorridente que corrói o coração do Reino."

Quando Jesus disse em Mateus 6:31-33 - “não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” - ele estava nos alertando para que não entrássemos em uma condição em que estivéssemos nos afogando em coisas. Em outras palavras: “Entreguem-se a energias mentais e emocionais que dizem respeito aos assuntos do Reino, e deixem comida, vestes e bebida cuidarem de si mesmos.” E parece que nós entendemos isso quase que completamente às avessas.

Nós nos envolvemos em situações em que ficamos falando sobre o que nós vestimos, e sobre comida e brinquedos e casas, e só de vez em quando um assunto do Reino surge e Cristo entra na conversa. Eu penso que Jesus é afligido por isso e gostaria que nós invertêssemos as coisas.

Fale sobre Cristo, e missões, e ministério, e sobre produzir um impacto para Jesus. Oh sim, você precisa de um lugar para morar. Certamente você precisa de um meio para ir de um lugar para outro. É claro que provavelmente você precisa de um computador nestes dias, de forma que você possa se comunicar através de e-mail. Mas deixe a sua conversação e a sua energia fluir principalmente na visão do Reino e nos assuntos do Reino.

Fonte: Extraído de Desiring God Ministries - Ask Pastor John (Pergunte ao Pastor John)

Tradução: centurio

Fale conosco: mail@bomcaminho.com.

O perigo em ser um cristão de classe média cheio de conforto

Uma nova cruz para os nossos dias, vc a quer?

 

Sem alarde, sem nenhum anúncio e quase despercebida uma nova cruz introduziu-se nos círculos evangélicos dos tempos modernos. Ela se parece com a velha cruz, mas é diferente; as semelhanças são superficiais; mas as diferenças são fundamentais.
A antiga e velha cruz não fazia aliança com o mundo. Para a carne orgulhosa de Adão ela significava o fim da jornada. A nova cruz não se opõe à raça humana; pelo contrário, é sua amiga íntima, uma fonte de divertimento e gozo inocente. Ela deixa Adão (o VELHO HOMEM EM NÓS), viver sem qualquer interferência. Sua motivação na vida não se modifica; ela continua vivendo para seu próprio prazer, só que agora se alegra em entoar cânticos gospel e a assistir filmes religiosos em lugar de cantar canções obscenas e tomar bebidas fortes. A ênfase continua sendo o prazer, embora a diversão se situe agora num plano moral mais elevado, caso não o seja intelectualmente.
A nova cruz encoraja uma abordagem evangelística nova e por completo diferente. O evangelista não exige a renúncia da velha vida antes que a nova possa ser recebida. Ele não prega contrastes mas semelhanças. Busca a chave para o interesse do público, mostrando que o cristianismo não faz exigências desagradáveis; mas, pelo contrário, oferece a mesma coisa que o mundo, somente num plano superior. O que quer que o mundo pecador esteja adorando no momento é mostrado como sendo exatamente aquilo que o evangelho oferece, sendo que o produto religioso é melhor.
A nova cruz não mata o pecador, mas dá-lhe nova direção. Ela o faz engrenar em um modo de vida mais limpo e agradável, resguardando o seu respeito próprio. Para o arrogante ela diz: “Venha e mostre-se arrogante a favor de Cristo”; e declara ao egoísta: “Venha e vanglorie-se no Senhor”. Para o que busca emoções, chama: “Venha e goze da emoção da fraternidade cristã”.
A filosofia por trás disso pode ser sincera, mas na sua sinceridade não impede que seja falsa. É falsa por ser cega, interpretando erradamente todo o significado da cruz. A velha cruz é um símbolo da morte. Ela representa o fim repentino e violento de um ser humano. O homem, na época romana, que tomou a sua cruz e seguiu pela estrada já se despedira de seus amigos. Ele não mais voltaria. estava indo para seu fim. A cruz não fazia acordos, não modificava nem poupava nada; ela acabava completamente com o homem, de uma vez por todas. Não tentava manter bons termos com sua vítima. Golpeava-a cruel e duramente e quando terminava seu trabalho o homem já não existia.
Nós, que nos julgamos cristãos, não devemos julgar-nos agentes ou relações públicas enviados para estabelecer boa vontade entre Cristo e o mundo. Não devemos imaginar que fomos comissionados para tornar Cristo aceitável aos homens de negócio, à imprensa, ao mundo dos esportes ou à educação moderna.

Não somos diplomatas mas profetas, e nossa mensagem não é um acordo mas um ultimato.


Deus oferece vida, embora não se trate de um aperfeiçoamento da velha vida. A vida por Ele oferecida é um resultado da morte. Ela permanece sempre do outro lado da cruz. Quem quiser possuí-la deve passar pelo castigo. É preciso que repudie a si mesmo e concorde com a justa sentença de Deus contra ele.
O que isto significa para o homem condenado? É muito simples, ele deve arrepender-se e crer. Deve esquecer-se de seus pecados e depois esquecer-se de si mesmo. Ele não deve encobrir nada, defender nada, nem perdoar nada. Não deve procurar fazer acordos com Deus, mas inclinar a cabeça diante do golpe do desagrado severo de Deus e reconhecer que merece a morte.
Feito isto, ele deve contemplar com sincera confiança o salvador ressurreto e receber dEle vida, novo nascimento, purificação e poder. A cruz que terminou a vida terrena de Jesus põe agora um fim no pecador; e o poder que levantou Cristo dentre os mortos agora o levanta para uma nova vida com Cristo.
Para quem quer que deseje fazer objeções a este conceito ou considerá-lo apenas como um aspecto estreito e particular da verdade, quero afirmar que Deus colocou o seu selo de aprovação sobre esta mensagem desde os dias de Paulo até hoje. Quer declarado ou não nessas exatas palavras, este foi o conteúdo de toda pregação que trouxe vida e poder ao mundo através dos séculos. Os místicos, os reformadores, colocaram aí a sua ênfase, e sinais, prodígios e poderosas operações do Espírito Santo deram testemunho da operação divina.
Ousaremos nós, os herdeiros de tal legado de poder, manipular a verdade? Ousaremos nós com nossos lápis grossos apagar as linhas do desenho ou alterar o padrão que nos foi mostrado por Deus? Que Deus não permita! Vamos pregar a velha cruz e conhecermos o velho poder.
Aliás, velho não, o mesmo poder de sempre, o poder renovador de Deus no seu filho Jesus.
Abraço a todos,
EM CRISTO, nosso imutável Senhor.
S. Limberger   fonte:   Buscai o Reino: Uma nova cruz para os nossos dias, vc a quer?

12/04/2010

BABEL & PENTECOSTES – Reino de Deus- parte I

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A IGREJA SÓ É IGREJA QUANDO É IGREJA PARA OS DEMAIS

DIETRICH BONHOEFFER

Gostaria de estudar sobre o reino de Deus do principio: O GENESIS. Antes da criação do homem e da queda… Por que o mundo não começa com um plano mal feito que precisa ser concertado.

Há uma proclamação “no mercado” que começa dizendo que todo mundo é pecador. Já começa do pecado.  Do erro. Começa do problema. Porém, (mesmo tudo isso sendo verdadeiro), se começarmos a entender o plano de Deus à partir do tudo errado, não vamos saber pra onde ir. Porque na verdade quando Deus se revelou a nós ele começou com uma criação boa, verdadeira e bela. Quando a restauração acontece em Jesus, é uma restauração do que é verdadeiro, bom e belo.  Uma restauração que começa no meu coração, no nosso coração e se estende até o dia que o Senhor voltar a toda criação e a todo universo. Porque ele criou tudo bom, verdadeiro e belo.

E a criação e plano original de Deus aponta o que é REINO DE DEUS. Porque o discurso do Reino, não aparece só na boca de Jesus, lá em Marcos 1. Reino de Deus é muito antes disso. E, o que acontece hoje, é que Reino de Deus é muito falado e pouco compreendido. É confundido:

Reino Deus e igreja. A igreja não é o reino de Deus.

Reino de Deus e poder político. Reino de Deus não é poder político.

Reino de Deus e eternidade (leia-se céu). Reino de Deus não é o céu.

Reino de Deus segundo a Bíblia é o domínio completo e absoluto de Deus. É quando ele manda. Quando ele reina. Quando a palavra que interessa é a dele.

Pro isso quando Jesus fala: “O reino esta dentro de vocês”, é porque é dentro do coração e no meio da gente que vamos ver o reino acontecer. Quando Jesus fala: “O reino chegou”, é porque ele chegou mesmo. Tá aqui! E, ele  - Jesus – é a expressão máxima do domínio completo e absoluto de Deus.

Esse contexto de Reino é claro e original em Genesis 1: O que é sem forma e vazio  recebe sentido. É dado ordem na desordem. Algo bagunçado toma completa ordem. É o Reino de Deus em ação.

Desde o primeiro momento da criação o homem esta diante de uma intenção centrifuga (para fora) de Deus. E tem uma tendência natural centrípeta. Parece que a intenção do homem sempre foi centrípeta (para dentro).

Deus põe o homem no jardim (Gen 1.28), e dá ordens. E o resto da terra?  O jardim é bem limitado. Delineado…

O grande chamado é: “vão e encham a terra”. Pra entendermos isso direito, encher em hebraico: Mãlê’, não é fazer filhinho! Se fosse isso, o serviço tava completo. Enchemos tanto que tá até superlotado. Tá feito. Encher é: COMPLETE A OBRA. Com o sentido de plenitude. Consagrem. Façam chegar ao fim. Façam abundar. Ou seja: “Tá aqui o jardim,  agora encha, a terra”. Não é sair do jardim, mas expandir o jardim. Expandir o domínio. Expandir o Reino. O domínio do Edem é plano de Deus.

Sujeitem. Ou seja: Mantenham o limite das coisas para o que elas foram criadas. Para funcionar. Não abuse. Não polua. Não estrague.

Engraçado que a grande força interna do homem o leva não para o cumprimento dessa ordem, mas para o centro do jardim. O que há no centro da jardim? A árvore do conhecimento do bem e do mal. Enquanto Deus fala vai, expanda… O homem é chamado ao centro do jardim por si próprio. Deus manda pra fora e ele é chamado por si para o centro. E no centro do jardim ele acha a queda.

Um contraste entre a força centrifuga de Deus e a força centrípeta do homem.

Passa o tempo, Genesis 9.1, depois do dilúvio, Noé sai da arca… Começa de novo. To dando um novo começo. Pode ir em frente e encham a terra. As mesmas palavras do capítulo 1. O plano de Deus não muda. E de fato eles até vão um pouco. Porém, algumas gerações depois, logo em Gêneses 11. 1. Eles acham uma planície muito legal! Resolvem parar. A ordem é vão e encham, eles encontraram uma bela planície, resolveram ficar. Construir uma torre, fabricar tijolos.

Queriam um NOME FAMOSO. A pergunta é: Pra quem? Eram só eles. Famosos pra si mesmo. Um bando de gente, mas só eles. Famosos pra quem? Pra que eregir monumento pra si próprio? (infelizmente igualzinho a um monte de igrejas e ministérios de hoje!).

O Senhor desceu… Deus vê a loucura… Acontece uma interferência de Deus na história. Impedir o que eles fariam com eles mesmos…

A vontade do Senhor tem essa coisa. Deus é muito paciente. Mas nos ama de tal forma que às vezes nos vê cavando um buraco de baixo do próprio pé e intervém: “Agora vai. Vai fazer”. Porque? “Porque eu quero. Falei por bem, não foi… to tentando proteger. Agora vai. Porque mando eu”. Não tem discussão.

Genesis 11: A ordem de Deus é vão. O pensamento deles: Não! Vamos ficar aqui pra ser famosos.

Uma dúvida: Qual o nome do construtor da torre de babel?

(Você ainda tem alguma dúvida sobre quem manda?)

No NT, Mateus 28. 18-20. Mais um empurrão centrípeto. Palavra a igreja. Tempo restaurado do reino. Vão. Façam discípulos… Uma palavra de advertencia: ATOS 1. 4, 5, 8: Esperem, o Espirito Santo os banhará, encherá, quando ele fizer isso, vão.

A ordem de Deus sempre é encham a terra. E a nossa intenção sempre é de ficar. No conforto. Onde atrai. Deus sempre com a Intenção centrípeta. Jesus está dizendo vão aos confins da terra, e a pergunta dos discípulos é: é agora que o Senhor restaura? É pergunta de gente que viu muita coisa… “Esse negócio de Evangelho é muito legal, é agora que o Senhor restaura?”.

Atos 2, festa de pentecostes. A igreja reunida. O Espírito vem, e eles vão pra rua. É insuportável ficar naquele lugar. As pessoas começam a ouvir a mensagem num único dia. Milhares se agregam ao Reino de Deus. Maioria viajante. A igreja tem de acolher gente em casa, ensinar… A igreja se estabiliza, e veja o que acontece em Atos 6.1 – 7. A igreja estavam num boom, e pelos nomes você percebe que as pessoas não são de lá. Questão temporária. Logo iriam embora, mas a igreja começa a se preocupar consigo de novo! “Escuta, o alimento”, “A distribuição”…

Uma coisa maravilhosa e incrível acontecendo e os camaradas olhando pro umbigo!

Em Atos 8.1, Deus desce de novo: VAI PRA FORA! Não foi por bem, foi por mal! A vontade do Senhor não tem papo. Esperou muito tempo num deu… Vai da “pior maneira”! Ele dá um espalha brasa na galera: Igreja treinada, já aprendeu a dividir alimento: TODO MUNDO EMBROA.

Os doze ficaram lá sozinhos. Se dedicando a oração e estudo da palavra (!??). Porque Deus está sempre nos mandando pra fora e a gente querendo ficar dentro.

Comparando estes dois momentos principais dos textos sugeridos: BABEL E PENTECOSTES

BABEL simboliza algo que é feito pra própria fama. Pra que as pessoas não se dispersem. Pra que as pessoas não saiam.  Essa é nossa intenção. Sempre queremos ficar: “NOSSO MINISTÉRIO”, “NOSSA BANDA”, “NOSSO PASTOR”, etc.

Babel é uma só língua. Centrípeta. Homogena. “A gente se entende”. “Tá legal aqui”. “Vamos ficar só a gente”.  O monumento. Deus desce pra evitar o pior pra elas mesmas.

PENTECOSTES: Acontece uma outra descida de Deus. Porém, para sua gloria e pra enviar. Quando o Espírito Santo veio o Evangelho se espalhou para todo canto! Romanos, gálatas, atos16: a igreja acabou cumprido sua tarefa. A igreja em Antioquia manda missionários, Paulo vai pra todos os cantos… Essa é a grande jogada! A igreja cumpriu. É isso: vão pra fora.

Pentecostes Deus desce não pra evitar o pior mas pra promover o melhor. Pra que a gente tivesse aqui hoje!

E o plano de Deus desde Genesis até hoje, sempre foi o reino. Sempre foi o domínio que traz paz e bem a quem se submete a ele.

A grande jogada é que o plano de Deus nunca foi “salvação lá no Céu”. Jesus não veio ao mundo pra você ir para o céu. Lamento te informar isso! Ele veio pra trazer a este mundo o reino. Pra trazer a possibilidade da eternidade. Não é ir pro céu.

O discurso nunca foi esse. Você não vê Jesus falando nunca: “cuidado que você vai pro inferno”. Jesus não fala: “Já pensou onde você passará a eternidade?”.

Jesus fala: eu tenho uma boa noticia: o Reino chegou. O reino invadiu a terra. E a eternidade não é pra onde você vai.  A eternidade invadiu nosso dia a dia. Possível em casa, nos negócios, nos relacionamentos. Até o dia que Ele volte a eternidade estabelecida pra sempre. Experimentar eternidade a partir de agora. Milagres, situações, poder de Deus se manifestando. Sinais de que estamos no caminho e que o reino será estabelecido definitivamente.

A mansão onde vamos é a NOVA JERUZALEM que desce. O reino já veio em Jesus, e ainda vivemos esta tensão, esse é o espaço da igreja. PAROUSIA. E somos chamados a sermos agencia do Reino de Deus. Não somos o reino. Somos agentes do reino. Embaixadores por parte de Cristo Jesus.

Igreja é um lugar onde espera-se que os valores do reino aconteça e isso se expanda. E nosso reino é expansionista. Porque o plano original é completar a obra. Encher. Abundar. Que o reino venha. Oração do Pai nosso. Venha o teu domínio sobre todas as coisas. Isso é o Reino.

Disso algumas conseqüências do que somos:

  • Quieta, silenciosa e não ruidoza. Você deve ter notado: aqui na Vineyard Café a gente não tem placa. E se depender de mim, NUNCA VAI TER!
  • Absolutamente secularizada – parte de nossa declaração de missão é “que estamos dispostos a fazer quase qualquer coisa para alcançarmos alguns”.  Na prática: não nos dedicamos só a Celebração. Só os crentes. O vocabulário crentes, etc…
  • Queremos cumprir nossa missão: sal e luz no mundo. Mais do que a celebração de domingo. Aqui é ótimo. Pra ouvir isso aqui que você tá lendo. Ouvir de novo a ordem do Senhor. Cantar. Orar. Aqui é maravilhoso. Mas não pode ser pra nós. Não faz sentido se for só isso. Precisa ser pro outro.

Fazer coisas faz parte do reino. Celebração. Adoração. Estudos. Pequenos grupos. Oração. Tudo muito bom, mas o reino é mais que isso. É pra gente usufrui, mas é para que se resplandeça a luz em nossa vida de tal forma, que tudo em volta se ilumine. Não é pra acabar em você.

Queremos SERVIR NOSSA GERAÇÃO COM FIDELIDADE. Isso significa disposição de correr riscos e sacrifícios. Estar em ordem pra podermos abençoar outros. Levar o reino. Não podemos transformar em BABEL. O chamado é pra fora. Vamos embora! Temos muita coisa pra fazer.

E assim começamos essa nova série. Igreja não é para nosso conforto.

IGREJA SÓ É IGREJA QUANDO É IGREJA PARA OS DEMAIS.

Igreja em missão.

milton paulo

fonte:    vineyard café || blog

Ressurreição!

 

"Eis morto o Salvador

Na Sepultura,

Mas com poder real

Ressuscitou...

Tomaram precaução

Com seu sepulcro

Foi tudo em vão, porém,

Para o reter...

No grande Vencedor

Eis as primícias

Dos santos que também

Ressurgirão...

Da sepultura saiu!

Com triunfo e glória ressurgiu!

Ressurgiu, vencendo a morte

E seu poder

Pode agora a todos vida conceder!

Ressurgiu, ressurgiu!

Aleluia! Ressurgiu!"

(Robert Lowry)

FONTE:   Outra forma de pensar: Ressurreição!