26/03/2010

A luta de um ex-muçulmano

 

 

“Filho do Hamas” que nasceu de novo hoje luta contra “o deus do islamismo”

“Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles”

  Art Moore

© 2010 WorldNetDaily

De sua proeminente família muçulmana na Margem Ocidental até a agência de segurança de Israel onde ele trabalhou durante uma década — e até para alguns que se dizem cristãos — pessoas que conhecem Mosab Hassan Yousef estão achando difícil explicar sua radical transformação.

Como filho e herdeiro legítimo de um dos fundadores do grupo terrorista palestino Hamas, Yousef partiu o coração de sua família religiosa e extremamente unida e colocou a vida deles e a própria vida dele em perigo ao anunciar dois anos atrás que ele havia se tornado seguidor de Jesus Cristo. Hoje, as ameaças só se intensificaram desde que ele mudou sua missão: antes, ele salvava vidas lutando contra o terrorismo; agora, ele salva almas muçulmanas por meio de seus esforços para desmascarar o islamismo como “a maior mentira da história humana”.

Num debate via telefone na quinta-feira com WND e várias publicações cristãs, Yousef explicou que, junto com o Hamas, os meios de comunicação seculares e membros de algumas denominações cristãs estão tentando desacreditar a história que ele diz no recente livro “Son of Hamas” (Filho do Hamas), que está em décimo lugar na lista de livros mais vendidos do jornal New York Times nesta semana.

É uma história que muitos acham difícil de acreditar, ele reconheceu.

Mas o “segredo é bem simples”, disse Yousef, de 32 anos. “Quando o amor de nosso Senhor está no coração de um homem, esse homem age de forma totalmente diferente”.

“Eles não querem admitir isso”, ele disse dos que o menosprezam. “Se eles admitirem que o que mudou minha vida foi Jesus Cristo, isso abrirá muitas indagações, e eles não querem chegar a esse ponto”.

Ele está agora vivendo no Sul da Califórnia depois de trabalhar junto com seu pai, o xeique Hassan Yousef, na cidade de al-Ghaniya, na Margem Ocidental, perto de Ramalá. Nesse tempo, ele abraçou de forma secreta a fé cristã e serviu como um dos principais espiões do Shin Bet, agência de segurança interna de Israel.

O Hamas rejeitou as afirmações dele como propaganda sionista, mas um de seus treinadores do Shin Bet confirmou o que ele disse para o jornal israelense Haaretz. Yousef foi recrutado pelo Shin Bet em 1996 com a idade de 18 enquanto estava num prédio de detenção do Complexo Russo de Jerusalém. Ele havia sido preso depois de comprar uma arma. Sua primeira prisão ocorreu quando ele tinha 10 anos, durante a Primeira Intifada, ou “levante”, por lançar foguetes contra colonos israelenses.

No começo deste mês, seu pai divulgou uma declaração a partir da prisão israelense de que ele e sua família “renegaram completamente o homem que era nosso filho mais velho e que se chama Mosab”.

Logo depois de declarar publicamente sua fé cristã em agosto de 2008, a Frente de Mídia Islâmica Global — ligada a al-Qaida — divulgou uma declaração classificando-o como um infiel que está indo para o Inferno e citando o profeta Maomé do islamismo: “Matem quem mudar de religião”.

No mês passado, seu principal treinador no Shin Bet, “Capitão Loai”, falou para o Haaretz de sua grande admiração por Yousef, que atrapalhou dezenas de ataques terroristas de homens-bombas e tentativas de assassinatos orquestrados pelo Hamas, salvando centenas de vidas.

“Muitas pessoas devem a vida a ele e nem mesmo sabem”, disse Loai. “Pessoas que fizeram muito menos foram condecoradas com o Prêmio de Segurança de Israel”.

Yousef diz que ele foi um dos que revelaram que o grupo terrorista Brigada de Mártires Al-Aqsa era composto de membros da guarda presidencial Força 17, de Yasser Arafat.

Ele ajudou a recrutar homens como Ibrahim Hamid, comandante do Hamas, e Marwan Barghouti, considerado um dos líderes da Primeira e Segunda Intifada. Contudo, Yousef convenceu o Shin Bet a poupar a vida de seu pai, que Laoi disse que se não tivesse sido pelo pedido de Yousef, seu pai teria sido “morto mais de 10 vezes”. O xeique está numa prisão israelense desde que foi preso em setembro de 2005.

Yousef disse para o jornal Telegraph de Londres em agosto de 2008 que sua família estava “definitivamente sofrendo por causa do que eu fiz”.

“Eles não são uma família comum, eles são uma família muito famosa, e muçulmanos no mundo inteiro louvam minha família, louvam meu pai. Por isso, quando dei um passo como esse, era impossível para eles pensarem nisso, era loucura”.

Porta de Damasco

A jornada de Yousef para a fé cristã literalmente passou pela Porta de Damasco em Jerusalém, uma reconstrução da Idade Média da porta do primeiro século mediante a qual o Apóstolo Paulo viajou quando estava a caminho de suprimir de forma violenta a nova seita que ele considerava herética.

Nesse lugar histórico em 1999, Yousef e dois amigos se encontraram com um cristão britânico que estava visitando Jerusalém com um pequeno grupo evangelístico. O homem, um motorista de táxis na Inglaterra, que ficou em Jerusalém durante poucos dias, o convidou para um estudo da Bíblia na Associação de Jovens Cristãos perto do Hotel Rei Davi na Jerusalém ocidental.

“Peguei a Bíblia e comecei a estudá-la”, Yousef disse para os jornalistas na quinta-feira. “Levei seis anos para estudar o Cristianismo, estudar o islamismo tudo de novo e estudar ainda mais as outras religiões”.

Em seu livro, ele narra um momento decisivo em sua “odisséia espiritual” quando seu melhor amigo o dirigiu a um programa na Al-Hayat, uma estação de TV cristã via satélite em árabe.

Ele assistiu enquanto um idoso padre copta chamado Zakaria Botros “sistematicamente” realizava uma “autopsia no Corão, abrindo-o e expondo todo osso, músculo, nervo e órgão, e então pondo-os sob o microscópio da verdade e mostrando que o livro inteiro é canceroso”.

Yousef disse que ele não consegue indicar o dia ou a hora em que ele se tornou cristão, porque foi um “processo de seis anos”.

“Mas eu sabia que eu era cristão, e sabia que eu precisava ser batizado”.

Os treinadores de Yousef no Shin Bet lhe disseram que eles não viam problemas em sua fé cristã enquanto ele não a revelasse a ninguém mais e não fosse batizado. Yousef cria que eles estavam mais com medo de perdê-lo como espião do que de algum problema que uma declaração de conversão pudesse lhe trazer.

Mas em 2005, não muito depois que ele assistiu ao padre copta cortar e expor “todos os pedaços mortos de Alá que ainda estavam ligados ao islamismo e me cegavam para a verdade de que Jesus é o Filho de Deus”, ele literalmente arriscou-se, entrando nas águas do mar Mediterrâneo numa praia de Tel Aviv numa incomum cerimônia de batismo “secreta” realizada por um cristão de San Diego, EUA, que estava de visita.

Agora, Yousef reside na região de San Diego, onde ele freqüenta a Igreja da Estrada de Barrabás. Ele perdeu contato com o motorista de táxis da Inglaterra.

“Encontrei-me com ele apenas duas vezes. Não sei onde ele está, mas oro por ele sempre”, disse ele na quinta-feira.

A maior mentira da história

Com 10 anos de luta contra o terrorismo em sua experiência passada, Yousef se vê agora como numa missão nova, mas não menos provocativa — libertar muçulmanos do “deus do islamismo”.

Ele frisa que os muçulmanos não são seus inimigos.

“Meu coração se quebranta por eles”, ele disse para os jornalistas na quinta. “É isso o que quero que eles compreendam. Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles, e creio que o maior inimigo que os muçulmanos estão enfrentando é seu deus e seu profeta”.

Maomé, disse Yousef, começou 1.400 anos atrás com uma mentira que ele “embrulhou com revestimentos de fatos, verdade, obras de caridade e boas coisas”.

“Por isso, ele é uma mentira perfeita”, ele disse. “Creio que o islamismo é a maior mentira da história humana. É desse jeito que creio. Os muçulmanos são vítimas dessa mentira”.

Agora, disse ele, é a “hora de eles despertarem dessa mentira, para serem corajosos o suficiente para enfrentá-la”.

Ele reconheceu que suas palavras ofendem a muitos de forma extrema.

“Mas alguém precisa dizer a verdade e lhes dizer isso com muito amor”, disse ele.

Yousef disse que quando ele pesquisou em busca da raiz dos problemas na face de seus compatriotas palestinos, ele chegou à conclusão de que é “o deus do islamismo”.

Mas ele argumenta que o obstáculo principal para persuadir os muçulmanos a abandonar o islamismo é não convencê-los de que “Maomé é um mentiroso”.

“O problema que eles enfrentam é que eles não têm a coragem de enfrentar as conseqüências se reconhecerem isso”, disse ele.

Algo muito melhor do que esta vida

Yousef disse na quinta que ele não espera que sumam as ameaças à sua vida que começaram no dia em que ele declarou sua fé em Jesus Cristo. Embora diga que ele “não parece alguém que quer morrer”, ele “não vai se esconder”.

“Como crente em Cristo, creio em suas promessas, e creio que ele está preparando algo muito melhor do que esta vida”, disse ele.

“Se o preço para espalhar a mensagem for meu sangue ou minha vida, assim seja. Não desejo morrer, mas provavelmente esse é melhor jeito de divulgar a mensagem”, disse Yousef. “Continuarei fazendo o que tenho de fazer, o que é certo fazer, e se o resultado for me matarem por essa causa… todos vão morrer algum dia”.

Respondendo à pergunta de quinta acerca das políticas do governo Bush e Obama de declarar o islamismo “uma religião de paz” e insistir em que os EUA não estão numa guerra contra o islamismo, Yousef deu sua opinião: “Com todo respeito ao senhor presidente, há um engano imenso”.

“Eu os incentivo a ler o Corão, capitulo 9, versos 5 e 29, que instituem a pena de morte a todos os que não crêem no islamismo”, disse ele.

“Isso não é novo”, acrescentou ele. “Essa não é a idéia de um muçulmano radical. Essa é a ideologia do próprio deus do islamismo. Por isso, não podemos mudar o que está no Corão, e nenhum muçulmano tem a autoridade de mudar isso”.

Ele compreende que diplomatas e governos têm limitações, mas crê que a ameaça permanecerá, a menos que se lide com a razão dos islâmicos que fazem guerra santa.

Yousef disse que seu chamado é desafiar o problema em seu ponto central.

“O que os governos estão fazendo? Eles estão lidando com alguns terroristas, radicais aqui e ali, mas estão ignorando, com certeza, a realidade do islamismo”, disse ele.

Depois de uma década de “luta contra o terrorismo”, ele disse que ficou claro que “estamos lutando contra um fantasma”.

“No fim do dia, a razão deles ainda está ali”, disse ele. “O melhor jeito de detê-los é lutar contra a ideologia deles. Se não lutarmos contra a razão deles, se não lutarmos contra a ideologia deles, se não desafiarmos a ideologia deles, continuarão aparecendo homens-bombas e extremistas”.

Ele disse que a tarefa não pode ser o dever do governo.

“Pedimos que o governo nos dê espaço para trabalhar”, ele disse. “Se não quisermos passar por esta guerra, esse é o dever de todo homem livre deste mundo. Não só do Cristianismo, mas de todo homem livre”.

Em sua entrevista ao Haaretz no mês passado, ele disse que muitos crêem que os terroristas são motivados pela “ocupação” israelense. Mas “tudo isso é apenas o pano de fundo”, insistiu ele.

“Não é a raiz do problema. A ocupação é como a chuva que cai em solo em que a semente foi plantada, mas não é a própria semente”, disse ele.

“A raiz do conflito entre israelenses e palestinos não está na segurança ou nas políticas: é uma guerra entre dois deuses, duas religiões”, argumentou Yousef.

O Corão, explicou ele, ensina que a terra da Palestina é uma doação sagrada [para os muçulmanos], um “Waqf”, que não deve ser entregue a ninguém mais.

O problema de Israel, disse ele, não está “no Hamas ou em qualquer outra organização, nem na interpretação que o Hamas tem em sua leitura do Corão. O problema está no deus do Corão”.

Até mesmo os “muçulmanos moderados” que lêem o Corão, argumentou Yousef, “têm de ler que os judeus são filhos de macacos e que os infiéis têm de ser mortos”.

Os palestinos têm de parar de culpar Israel, ou o Ocidente, por todos os seus problemas”, disse ele. “Se querem verdadeira liberdade, eles têm de se libertar de seu deus”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

fonte: A luta de um ex-muçulmano | Alabastro

Céus de Bronze - D. M. Lloyd-Jones

 

Se temos uma concepção mágica da vida cristã, po­demos estar certos de que nos veremos em problemas, porque, quando surgirem as dificuldades, seremos tentados a perguntar: «Por que foi permitido isso?» E nunca devemos fazer tal pergunta. . . Nosso Senhor vai dormir e deixa que venha a borrasca. A situação pode tornar-se, de fato, total­mente desesperada, e pode parecer que estejamos em perigo de vida. . . contudo — um poeta cristão o disse por nós:

Quando tudo parece contra nós e ao desespero quer-nos arrastar. . .

Mas não o leva ao desespero porque, conforme continua dizendo:

Sabemos de uma porta sempre aberta e de ouvidos que escutam nossa prece.

Mas as coisas podem ser desesperadoras: «Tudo parece contra nós e ao desespero quer-nos arrastar». Preparemo-nos, então, para isso. Sim, mas precisamos ir além. Enquanto tudo isso nos sucede, nosso Senhor não parece importar-se conosco nem um pouco. Aí é quando entra a verdadeira prova da fé. Os ventos e as vagas foram fortes e o navio começou a fazer água. Foi terrível, mas para eles o mais terrível foi a impressão de indiferença de Jesus. Dormindo ainda e dando toda a im­pressão de negligência. . . Imagine os sentimentos desses homens. Tinham-nO seguido e dado ouvidos aos Seus ensina­mentos. . . tinham visto os milagres que operara e esperavam que ocorressem coisas admiráveis; e agora parecia que tudo ia terminar em naufrágio e afogamento. . . Decerto somos mui noviços na vida cristã se nunca tivemos impressão similar.., O fato que Deus permite essas coisas e parece completamente desinteressado por isso tudo, constitui o que descrevo como a prova da fé. Essas são as condições em que nossa fé é provada e testada, e Deus o permite na Sua vontade permissiva.

SpiritualDepression, p. 140,1.

fonte: artyn Lloyd-Jones: Céus de Bronze - D. M. Lloyd-Jones

25/03/2010

LODEBAR: O TRIUNFO DA GRAÇA

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por Mário Machado

Eu não deveria estar aqui!

Olhe pra mim! Mal consigo andar com as próprias pernas!

Faz tanto tempo que caí!

De lá  pra cá, vivo escondido em Lodebar, nas montanhas, nas cavernas...

Conheço todos os lugares onde um homem pode se esconder!

Quando soube que o rei me procurava, o desespero tomou conta de mim!

Pensava saber qual seria exatamente a minha sorte!

Estava seguro de que havia chegado o meu fim.

Pensei talvez ser melhor encarar logo a morte!

Viver em Lodebar nunca foi mesmo mais do que isto;

Morrer aos poucos, da pior maneira, sem esperança...

Órfão de uma glória que eu nunca houvera visto.

Sou hoje um cão morto; embora já tivesse sido um príncipe quando criança.

Então, quando a guarda real chegou e bateu em minha porta,com todo o seu resplendor,

Encontrou um homem rendido, resignado do seu destino.

Fui com eles encarar um rei por mim, desconhecido, embora ouvisse dele dês de menino.

Quando cheguei no palácio de cabeça baixa, olhar vazio, eu já  estava morto; um cão morto.

Um homem simples caminhou em minha direção, me olhou nos olhos e disse que eu me parecia com meu pai!

Me beijou na face e com algumas ordens, em questão de segundos, mudou toda a minha vida! Décadas de medo, miséria, rancor e tristeza, ficaram para traz!

Tudo isso enquanto meu coração assustado com tanta glória gritava ai de mim! Ai! A i!

Passado o susto, me vi assentado aqui, na mesa do rei Davi! Onde depois de tanto fugir,

Encontrei enfim guarida.

Eu não deveria estar aqui!

Junto aos valentes! Aos nobres!

Minha história é de covardia, sou um cão morto, sou pobre!

Mas estou vestido como eles! E minhas pernas imprestáveis, estão debaixo da mesa da graça que me cobre!

Da ponta, Ele olha pra mim Com benevolência e simpatia.

Parece se divertir com a ironia, enquanto no seu intimo rumina: Quem diria! Você aqui Marião! Quem diria!

Para ruminar vida afora:

"Ele nos transportou do reino das trevas, para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados..." Colossenses 1:13

irmaos.com - Licença Poética

24/03/2010

DEUS SEJA LOUVADO E EXALTADO PARA TODO O SEMPRE: Leia o relato de @mossadihj

Estragaram com minha fé

Não é segredo para ninguém que minha mãe está com câncer terminal, uns anos atrás ela começou a sangrar e como ela é de uma família da roça ela simplesmente ignorou tudo e foi vivendo assim mesmo. Esse sangramento foi diagnosticado como câncer no útero e deram para ela uns dias de vida.

Eu vim do “adoração profética” pro extremo da ponta e preferi minha fé totalmente racional. Acreditar na cura, de leve e no escuro, aceitei que se for para Deus curar ele iria curar mas se não fosse eu aceitaria ela morrer para esse mundo e renascer para o mundo real. Eu não ligava muito para qual uma das alternativas, sério, para mim iria ser bom glorificar Ele em qualquer uma das duas

Domingo ela foi internada as 13hs. Hoje uma pessoa da minha família me liga às 19hs e me conta. Eu fico desesperado, ansioso, com medo, e resolvo dar uma de louco e ir no hospital as 22:40 sendo que o horário de visitas já tinha passado em 2:40, como conseguir só vestir um terno e falar que você é pastor. Cheguei no quarto vi minha mãe dormindo, fui conversar com a enfermeira chefe porque médicos desistem de trabalhar depois de certos horários, a enfermeira me mostrou uns doc e eu vi com meus olhos.

O câncer que ela tinha era no útero e tinha o tamanho de um mamão médio, já estava espalhando por todo a parte do utero e outras partes que prefiro não comentar, os primeiros médicos colocaram ela em dezenas de sessões de radio e em 6 sessões de quimo, sendo que um medico mais “realista” disse que ela poderia fazer 3 e morrer, porque iria enfraquecer ela demais. Ela fez todas. Existe um nível de câncer que eu não sei explicar, o dela era nível 4. Que depois de uns meses caiu para 3. Com 2 ela poderia operar. No domingo ela entrou na sala de operação e hoje quando eu falei com a enfermeira chefe ela falou que o tumor desapareceu. Todas as equipes do hospital ficaram fazendo exame das 9hs de hoje (22/03) até umas 16hs. E nada, o que aparece é um ponto do tamanho de uma semente de azeitona. Eu não acreditei quando uma pessoa da minha família me falou, eu só acreditei quando eu vi os exames.

Minha mãe possivelmente foi curada. O milagre não foi para ela, foi para mim, porque eu sou totalmente cético racional com minha fé. Estragaram com minha fé eu ser racional ao extremo.

fonte:  Estragaram com minha fé