(continue vc mesmo…)
Que toda igreja seja um hospital e não um tribunal.....
Que toda Igreja seja um Hospital não um hospicio...
Que toda igreja cative, mas não torne cativos..
Que toda igreja anuncie o evangelho, mas baixinho e com descrição como uma pessoa educada e gentil, não como um vicking tirano.
Que toda igreja pregue o evangelho mas despregue as tradições jurássicas que não ensinam a pensar.
Que toda igreja seja novamente casa de Deus e não de homens!!
Fabiano Rangel
Que a igreja seja um lugar onde possamos buscar conforto e não tribulações!
Fabiano Rangel
Que a igreja seja urgentemente restaurada, pois senão vai virar apenas história! (isso me preocupa)
Fabiano Rangel
Que toda a igreja irradie amor e esperança, e não gere medo ou condenação no coração de seus membros.
Alex Fajardo
.... continue nos coments que eu publico aqui depois...VIA: reformado
26/11/2009
QUE TODA IGREJA…
25/11/2009
DE AGORA EM DIANTE SERÁS PESCADOR DE HOMENS
Um episódio tremendo narrado nos Evangelhos, em detalhes no capítulo cinco de Lucas, dá conta de uma pescaria absolutamente atípica realizada pelos irmãos Pedro e André, companheiros de, ninguém menos, do que Jesus de Nazaré, em pessoa. Jesus usara o barco deles como púlpito para falar à multidão que se concentrara na praia. Quando terminou sua pregação, ordenou a Pedro que navegasse para alto mar e lançasse as redes para pescar. Pedro ficou perplexo, mas tratou de não contrariar o mestre. O que se viu foi um assombro. Nunca na história daquele país alguém pescou tantos peixes quanto esses caras. Foi preciso juntar todos os barcos nas imediações e nem assim deram conta de carregar todo o produto daquela pesca doida. Pedro surtou e chegou a pedir a Jesus para se ausentar dele, pois se considerava um tremendo picareta não merecedor de tal dádiva e o mesmo se deu com os outros presentes.
Mas o Gran Finale dessa história foi inesperado e surpreendente, além de chinfrin, para horror de certos pastores da moda que andam lançando livros e vídeos onde ensinam os incautos a “pensar grande”. Veja, Jesus disse-lhes:
“Não temas; de agora em diante serás pescador de homens“.
Os meninos estavam tão completamente em transe que largaram suas redes, cujo significado é: deixaram seu trabalho definitivamente, e partiram atrás daquele maltrapilho guerrilheiro e errante, mas com uma luz insuportável em seu semblante.
Claro que eles poderiam ter ficado em seus empregos, ainda mais depois daquela pesca maluca. Você e eu no lugar deles diríamos a Jesus: Olha Senhor, agora não é momento ideal, precisamos contabilizar essa pesca, depois cuidar das vendas e administrar o produto todo. Certamente, gastaremos umas duas ou três semanas nisso, sem falar na continuidade da pesca. A tomar por hoje, ainda teremos muito peixe para pescar e distribuir. Passe no mês que vem, quem sabe poderemos sentar para conversar sobre seu projeto. Faça melhor, traga-nos um projeto escrito para podermos avaliar mais detalhadamente. O conselho dos pescadores está mesmo para se reunir e, quem sabe, conseguimos encaixar ele na pauta.
Alguns dos meus ex-colegas de seminário, depois de uma pesca inacreditável dessas e sentados no alto da montanha de peixes, escreveriam textos confessionais em seus netbooks para postá-los em seus sites e seus puxas sacos tratariam de replicá-los por toda a blogosfera e twittersfera, mas continuariam pescando peixes mesmo, depois de adquirir mais uma boa dose de camisas La Coste, alguns Armanis novos e, claro, a Harley da hora. Pior é que eu, provavelmente, continuaria a invejá-los.
24/11/2009
O QUE FAZ DEUS FELIZ?
Você. Isso mesmo, você. A sua vida faz Deus feliz. Vamos ver, todavia, em que circunstâncias isso acontece. Precisamos então examinar, pelo menos, dois textos bíblicos.
O primeiro é o da videira e dos ramos. Diz lá que Deus é glorificado quando a gente dá muito fruto. Bom, pra gente poder dar fruto a gente tem que ser árvore viva e o mesmo texto diz que nós somos árvores vivas porque somos os galhos da videira verdadeira que é Cristo. Aliás, a gente só é galho vivo, que pode dar fruto, se estivermos em Cristo. Ele mesmo fala neste texto que sem ele nós não conseguiríamos realizar nada. “sem mim, nada podeis fazer” a gente também sabe pela Bíblia Sagrada que Deus gosta tanto de ser glorificado que uma vez disse: “a minha Glória não dou a ninguém”.
Então podemos afirmar que Deus fica feliz quando é glorificado. E que, portanto, se você é alguém cuja vida dá muito fruto, isso faz Deus feliz. Então o que eu disse antes está certo. Você faz Deus feliz!
A questão agora é. Quando é que eu faço Deus feliz? E a resposta é: quando eu dou muito fruto. Daí eu lhe convido a olhar outro texto bíblico em sua memória. Aquele que fala do que é o fruto do Espírito.
Eu tenho pra mim, que dar muito fruto nem é trazer gente pra Igreja, nem distribuir milhões de folhetos ou nem tampouco trabalhar a vida inteira na Igreja até que a nossa alma desmaie e o nosso coração seque por causa das frustrações que o serviço cristão nos dá. Não. Não acho que seja o trabalho cristão que faz Deus feliz.
O que faz Deus feliz é gente que ama. Quando você ama você faz Deus feliz, porque o fruto do Espírito é Amor.
O que faz Deus feliz é gente feliz. Quando você está alegre e vive uma vida de alegria, isso faz Deus sorri pra você. Porque o fruto do Espírito é alegria.
O que faz Deus feliz é gente que é agente da paz. Gente que quando fala, apazigua os corações ao seu lado. Porque o fruto do Espírito é paz. Deus não fica feliz quando as suas palavras geram conflito e perturbação nas pessoas.
O faz Deus feliz é gente paciente. Gente que sabe esperar pelo bem na vida, sem esmorecer e sem desistir pela falta de paciência. Ser paciente é não tentar resolver tudo sempre do seu jeito. É esperar em Deus, porque o fruto do Espírito é paciência.
O que faz Deus feliz são pessoas amáveis. Gente de quem a pessoas gostam, fazem Deus feliz enquanto vivem. Deus fica muito feliz quando outras pessoas ficam felizes com você. Porque o fruto do Espírito é amabilidade
O que faz Deus feliz são pessoas bondosas. Fazer o bem, faz Deus feliz. Ele é glorificado quando nossa luz (nossas boas obras) aparece. Ser bom em todos os seus passos é bom e faz Deus feliz, porque o fruto do Espírito é bondade.
O que faz Deus feliz é gente que se cuida. E gente que se cuida é fiel e sabe onde pode pisar o seu pé. Gente que se cuida é mansa. Não se perde nem se desespera com o que não pode resolver. Entrega nas mãos de Deus. E Deus fica feliz quando entregamos as coisas que nos tiram a mansidão à Ele. Gente que se cuida sabe dos seus limites. E consegue andar sempre aquém deles, pra não cair e não se machucar.. Quem se cuida faz Deus feliz, porque o fruto do Espírito é fidelidade, mansidão e domínio próprio.
Eu afirmei que você faz Deus feliz. Você concorda?
Com carinho, Pr. MarceloFONTE: Marcelo Coelho (Capelão)
23/11/2009
EVANGELHO: UM APELO À CONSCIÊNCIA
Um pastor amigo, há muito tempo atrás, me disse que de fato não era pecado beber bebida alcoólica, que a Bíblia não continha nenhuma mandamento condenando seu consumo, embora por diversas vezes ela asseverasse a tolice de se entregar descuidadamente à bebida forte. Mesmo pensando assim, ele me disse: “Só que não posso dizer isso tão abertamente na igreja, porque se o fizer terei de começar na semana seguinte a realizar campanhas de libertação contra vício da bebida”.
Entendo perfeitamente as motivações deste meu amigo, mas penso que de fato – embora pareça ser a postura mais piedosa – este não é o melhor jeito de tratar o assunto. Se realmente acreditamos que não há problema na bebida em si, por que dizer que há? Ou mesmo: por que esconder esta verdade? Seria mentira ou omissão agir destas duas maneiras, respectivamente.
Certamente o medo por trás dessa mentira ou omissão é que, ao ouvir a verdade, alguns dentre os irmãos não tenha o equilíbrio necessário ou mesmo se entreguem, caso sejam alcoólatras, ao vício e todos os seus malefícios. A preocupação se faz justa!
Não obstante, isso gera maturidade? Esses irmãos, protegidos por essa preocupação legítima, tornar-se-ão maduros o bastante para seguir – na jornada da vida – livres e responsáveis diante de suas escolhas?
Tal proteção assemelha-se à conduta da mãe que, a qualquer custo, busca impedir ao filho ter contato com a dor, o sofrimento, às intempéries da vida. Ela o leva na escola quando ele já teria idade para chegar lá sozinho; segura suas mãos ao atravessar à avenida fazendo-o sentir vergonha de seus amiguinhos independentes; tudo isso faz com que ele sinta-se culpado quando age de forma livre sem necessitar de sua ajuda. Um dia ela não estará presente, e o filho terá de viver por si mesmo; a menos que arrume uma esposa que substitua o papel exercido pela sua mãe.
Na primeira opção ele sofrerá mais do que teria sofrido se tivesse ganhado sua liberdade no momento adequado; na segunda, ele continuará raquítico, infantil e dependente.
Alguns pastores vigiam seus membros a fim de saber se eles têm visitado outras igrejas. Isso gera um problemão para alguns irmãos desavisados, que se deixam ser descobertos. A repreensão é imediata! A alegação para essa espionagem é que há o risco de que estas visitas acabem confundindo a pessoa, uma vez que este foi discipulado em uma igreja, com determinados costumes e doutrina, e ouvirá na igreja visitada algo totalmente diverso (e isso porque somos irmãos, imagine se não fôssemos!).
Esses exemplos são apenas amostras daquilo que é a vida religiosa em determinadas comunidades. Há uma gama de proibições que se transformam em tabus e, por conseqüência, gera-se indivíduos cheios de neuras. Grande parcela deles desrespeita os tabus, contudo estão sempre tomados por um sentimento de falsa culpa – mesmo que, no fundo, não entendam estar agindo errado.
O Evangelho nada tem a ver com isso. Pelo contrário, ele é um apelo à nossa consciência, um chamado à maturidade. Jesus não deixou de criticar os fariseus pelas diversas regras criadas a fim de se alcançar santidade (havia uma diversidade de literaturas judaicas com valor quase equiparado ao das Escrituras Sagradas objetivando instruir à santidade).
Um homem maduro deve ser livre para julgar se pode ou não beber, se isto lhe é lícito ou não. Pessoas saudáveis não devem precisar de tutores a fim de lhes dizer quais lugares frequentar, quantas vezes devem ir ao culto na semana ou se podem ou não namorar com esta ou aquela pessoa (imagine, até isso existe!).
Daí alguém diz, e se a pessoa não for madura o bastante? Ora, a caminhada cristã é uma jornada rumo a uma espiritualidade adulta. Os irmãos devem se encarregar de conduzir os mais novos e menos prudentes a serem responsáveis, capazes e aptos a viver em liberdade.
Dependência gera dependência. Isso não é nada bom! Somos dependentes uns dos outros enquanto membros de um corpo, mas não como eternas crianças que não sabem distinguir entre a mão direita e a esquerda.
Nesta vida todas as coisas devem ser temperadas pelo equilíbrio, e no que tange à preocupação e o zelo para com os mais fracos não será diferente. Só há duas escolhas, apelar para a livre vontade e responsabilidade de cada um ou então permitir que as pessoas estejam fadadas a nunca alcançar a maturidade integral em Cristo.

