24/11/2009

O QUE FAZ DEUS FELIZ?

 

Você. Isso mesmo, você. A sua vida faz Deus feliz. Vamos ver, todavia, em que circunstâncias isso acontece. Precisamos então examinar, pelo menos, dois textos bíblicos.

Ragamuffins

O primeiro é o da videira e dos ramos. Diz lá que Deus é glorificado quando a gente dá muito fruto. Bom, pra gente poder dar fruto a gente tem que ser árvore viva e o mesmo texto diz que nós somos árvores vivas porque somos os galhos da videira verdadeira que é Cristo. Aliás, a gente só é galho vivo, que pode dar fruto, se estivermos em Cristo. Ele mesmo fala neste texto que sem ele nós não conseguiríamos realizar nada. “sem mim, nada podeis fazer” a gente também sabe pela Bíblia Sagrada que Deus gosta tanto de ser glorificado que uma vez disse: “a minha Glória não dou a ninguém”.

Então podemos afirmar que Deus fica feliz quando é glorificado. E que, portanto, se você é alguém cuja vida dá muito fruto, isso faz Deus feliz. Então o que eu disse antes está certo. Você faz Deus feliz!

A questão agora é. Quando é que eu faço Deus feliz? E a resposta é: quando eu dou muito fruto. Daí eu lhe convido a olhar outro texto bíblico em sua memória. Aquele que fala do que é o fruto do Espírito.

Eu tenho pra mim, que dar muito fruto nem é trazer gente pra Igreja, nem distribuir milhões de folhetos ou nem tampouco trabalhar a vida inteira na Igreja até que a nossa alma desmaie e o nosso coração seque por causa das frustrações que o serviço cristão nos dá. Não. Não acho que seja o trabalho cristão que faz Deus feliz.

O que faz Deus feliz é gente que ama. Quando você ama você faz Deus feliz, porque o fruto do Espírito é Amor.

O que faz Deus feliz é gente feliz. Quando você está alegre e vive uma vida de alegria, isso faz Deus sorri pra você. Porque o fruto do Espírito é alegria.

O que faz Deus feliz é gente que é agente da paz. Gente que quando fala, apazigua os corações ao seu lado. Porque o fruto do Espírito é paz. Deus não fica feliz quando as suas palavras geram conflito e perturbação nas pessoas.

O faz Deus feliz é gente paciente. Gente que sabe esperar pelo bem na vida, sem esmorecer e sem desistir pela falta de paciência. Ser paciente é não tentar resolver tudo sempre do seu jeito. É esperar em Deus, porque o fruto do Espírito é paciência.

O que faz Deus feliz são pessoas amáveis. Gente de quem a pessoas gostam, fazem Deus feliz enquanto vivem. Deus fica muito feliz quando outras pessoas ficam felizes com você. Porque o fruto do Espírito é amabilidade

O que faz Deus feliz são pessoas bondosas. Fazer o bem, faz Deus feliz. Ele é glorificado quando nossa luz (nossas boas obras) aparece. Ser bom em todos os seus passos é bom e faz Deus feliz, porque o fruto do Espírito é bondade.

O que faz Deus feliz é gente que se cuida. E gente que se cuida é fiel e sabe onde pode pisar o seu pé. Gente que se cuida é mansa. Não se perde nem se desespera com o que não pode resolver. Entrega nas mãos de Deus. E Deus fica feliz quando entregamos as coisas que nos tiram a mansidão à Ele. Gente que se cuida sabe dos seus limites. E consegue andar sempre aquém deles, pra não cair e não se machucar.. Quem se cuida faz Deus feliz, porque o fruto do Espírito é fidelidade, mansidão e domínio próprio.

Eu afirmei que você faz Deus feliz. Você concorda?
Com carinho, Pr. Marcelo

FONTE: Marcelo Coelho (Capelão)

23/11/2009

EVANGELHO: UM APELO À CONSCIÊNCIA

Um pastor amigo, há muito tempo atrás, me disse que de fato não era pecado beber bebida alcoólica, que a Bíblia não continha nenhuma mandamento condenando seu consumo, embora por diversas vezes ela asseverasse a tolice de se entregar descuidadamente à bebida forte. Mesmo pensando assim, ele me disse: “Só que não posso dizer isso tão abertamente na igreja, porque se o fizer terei de começar na semana seguinte a realizar campanhas de libertação contra vício da bebida”.

Entendo perfeitamente as motivações deste meu amigo, mas penso que de fato – embora pareça ser a postura mais piedosa – este não é o melhor jeito de tratar o assunto. Se realmente acreditamos que não há problema na bebida em si, por que dizer que há? Ou mesmo: por que esconder esta verdade? Seria mentira ou omissão agir destas duas maneiras, respectivamente.

Certamente o medo por trás dessa mentira ou omissão é que, ao ouvir a verdade, alguns dentre os irmãos não tenha o equilíbrio necessário ou mesmo se entreguem, caso sejam alcoólatras, ao vício e todos os seus malefícios. A preocupação se faz justa!

Não obstante, isso gera maturidade? Esses irmãos, protegidos por essa preocupação legítima, tornar-se-ão maduros o bastante para seguir – na jornada da vida – livres e responsáveis diante de suas escolhas?

Tal proteção assemelha-se à conduta da mãe que, a qualquer custo, busca impedir ao filho ter contato com a dor, o sofrimento, às intempéries da vida. Ela o leva na escola quando ele já teria idade para chegar lá sozinho; segura suas mãos ao atravessar à avenida fazendo-o sentir vergonha de seus amiguinhos independentes; tudo isso faz com que ele sinta-se culpado quando age de forma livre sem necessitar de sua ajuda. Um dia ela não estará presente, e o filho terá de viver por si mesmo; a menos que arrume uma esposa que substitua o papel exercido pela sua mãe.

Na primeira opção ele sofrerá mais do que teria sofrido se tivesse ganhado sua liberdade no momento adequado; na segunda, ele continuará raquítico, infantil e dependente.

Alguns pastores vigiam seus membros a fim de saber se eles têm visitado outras igrejas. Isso gera um problemão para alguns irmãos desavisados, que se deixam ser descobertos. A repreensão é imediata! A alegação para essa espionagem é que há o risco de que estas visitas acabem confundindo a pessoa, uma vez que este foi discipulado em uma igreja, com determinados costumes e doutrina, e ouvirá na igreja visitada algo totalmente diverso (e isso porque somos irmãos, imagine se não fôssemos!).

Esses exemplos são apenas amostras daquilo que é a vida religiosa em determinadas comunidades. Há uma gama de proibições que se transformam em tabus e, por conseqüência, gera-se indivíduos cheios de neuras. Grande parcela deles desrespeita os tabus, contudo estão sempre tomados por um sentimento de falsa culpa – mesmo que, no fundo, não entendam estar agindo errado.

O Evangelho nada tem a ver com isso. Pelo contrário, ele é um apelo à nossa consciência, um chamado à maturidade. Jesus não deixou de criticar os fariseus pelas diversas regras criadas a fim de se alcançar santidade (havia uma diversidade de literaturas judaicas com valor quase equiparado ao das Escrituras Sagradas objetivando instruir à santidade).

Um homem maduro deve ser livre para julgar se pode ou não beber, se isto lhe é lícito ou não. Pessoas saudáveis não devem precisar de tutores a fim de lhes dizer quais lugares frequentar, quantas vezes devem ir ao culto na semana ou se podem ou não namorar com esta ou aquela pessoa (imagine, até isso existe!).

Daí alguém diz, e se a pessoa não for madura o bastante? Ora, a caminhada cristã é uma jornada rumo a uma espiritualidade adulta. Os irmãos devem se encarregar de conduzir os mais novos e menos prudentes a serem responsáveis, capazes e aptos a viver em liberdade.

Dependência gera dependência. Isso não é nada bom! Somos dependentes uns dos outros enquanto membros de um corpo, mas não como eternas crianças que não sabem distinguir entre a mão direita e a esquerda.

Nesta vida todas as coisas devem ser temperadas pelo equilíbrio, e no que tange à preocupação e o zelo para com os mais fracos não será diferente. Só há duas escolhas, apelar para a livre vontade e responsabilidade de cada um ou então permitir que as pessoas estejam fadadas a nunca alcançar a maturidade integral em Cristo.

FONTE:     Visão Integral

20/11/2009

A SABEDORIA DOS RABINOS

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Duas leis a respeito da administração de riquezas
Outro dia um casal amigo precisou de subsídios para decidir a venda de um dos seus imóveis. Na verdade, era bem mais do que um imóvel, era uma propriedade que simbolizava anos de sua parceria conjugal, um lugar muito especial, daqueles feitos a quatro mãos com todos os detalhes contando uma história. Depois de conversar ao telefone, dediquei alguns instantes à oração e depois escrevi para eles um texto resumindo algumas coisas interessantes que aprendi com os rabinos, com referência especial a Nilton Bonder, A cabala do dinheiro, a respeito de propriedades e posses. Duas especialmente.
A primeira é a "lei do máximo proveito", que diz que o justo não abre mão do que é seu, mas percebe quando o que é seu lhe representa maior ganho não mais sendo seu. O justo passa adiante sua propriedade quando esta transação de transferir a posse lhe proporciona mais prazer, conforto e retorno. Isto é, o justo sabe quando o máximo proveito de uma propriedade está em abrir mão dela.
Conta-se que o Reb Zalman foi abordado por uma pessoa que ficou maravilhada pelas cores do seu manto. A reação dessa pessoa foi tão intensa que o Reb Zalman ofereceu-lhe o manto de presente. O Reb percebeu que a pessoa havia ultrapassado o limite de desejo e naquele instante houve uma mudança sutil no nível de "direito de propriedade". Reb Zalman poderia ter retido o manto, mas não quis, pois já não lhe pertencia mais, isto é, o máximo proveito que ele poderia extrair de sua propriedade naquele momento era ofertá-la.
Em outras palavras, existe no universo uma cadeia ou fluxo de posses, e a riqueza do universo consiste em entrar na onda desse fluxo, sem represar nem desperdiçar nada. A gente tem que saber quando uma propriedade começa a desequilibrar o universo ficando em nossas mãos. Às vezes, abrir mão de uma propriedade é uma forma de alimentar esse fluxo de riquezas que gera mais riquezas para nós e para as pessoas ao nosso redor. Lembro de uma expressão que muito me desafia: "Quando você tem uma coisa que não pode entregar nas mãos de Deus, na verdade não é você quem tem a coisa, é a coisa quem tem você". E quando uma coisa tem a gente, é muito perigoso ficar com ela na mão. O melhor proveito está em abrir mão daquilo. Sempre digo a Deus que não quero deixar de lado qualquer coisa que Ele queira me dar, mas também não quero ter nas mãos qualquer coisa que não tenha sido abençoada por Ele.
O outro ensinamento dos rabinos trata do que eu chamo de "lei do enriquecimento integral". Todos nós temos várias contas correntes: saúde, caráter, relacionamentos, dinheiro, realização, conforto, tranqüilidade, sono, coração e consciência em paz, e assim por diante. O enriquecimento integral acontece quando a gente consegue fazer com que todas as contas cresçam ao mesmo tempo. O justo jamais saca da conta caráter para depositar na conta corrente; jamais saca da conta família para depositar na conta realização pessoal. Mais do que isso, o justo sabe quais das contas sacrificar mais e quais sacrificar menos. Isto é, na hora de escolher entre perder dinheiro e perder a integridade, o justo sempre perde dinheiro.
Esse ensinamento me traz duas considerações. A primeira é que o bem estar pessoal e familiar, o conforto, a tranqüilidade e a paz de espírito são riquezas imensuráveis. Não devemos nem precisamos abrir mão de uma vida confortável. Apenas devemos cultivar um coração capaz de viver no desconforto sem murmurar e sem permitir que isso nos infelicite. Tem gente, por exemplo, que prefere perder dinheiro que perder a paz de espírito, a pureza da consciência e leveza do sono. Prefere abrir mão de uma propriedade que comprometer seu ambiente familiar com ansiedade e o stress de uma dívida ou de uma vida com inquietações desnecessárias ou que poderiam ser evitadas. Em outras palavras, todos nós devemos fazer uma lista de valores inegociáveis. Caso você não a tenha, é bom providenciar com urgência, e depois verificar se Deus concorda com ela.
A segunda aplicação é que sempre devemos fazer distinção entre perda e transferência. Às vezes, queimamos riquezas de uma conta para cobrir os déficits de outra. Mas há casos quando transferimos fundos. Como sabemos a diferença? Quando o depósito numa conta não é uma forma de gerar mais riqueza, então estou pagando dívida. Mas quando o depósito em uma conta gera mais riqueza, então estou fazendo investimento, alavancando resultados, multiplicando recursos e fazendo transferência de fundos. Precisamos discernir quais as contas estão desequilibradas ou precisando de um reforço. E precisamos saber de qual conta vamos sacar o necessário para promover o equilíbrio ou potencialização.
Por exemplo, vale a pena ser promovido para ter um percentual de aumento de salário e partir da nova função ter que viajar e passar a semana longe da família? A recusa do novo cargo acarreta danos aos meus projetos profissionais, e caso positivo, ainda assim, vale a pena ficar longe de casa? Ou, então, esse é mesmo o momento de iniciar uma pós-graduação? Quais as contas ficarão descobertas ou sofrerão saques durante este período? Será que vale mesmo a pena comprar um terreno que vale 70 mil reais sendo que para conseguir os tais 70 mil eu vou me comprometer com dois plantões semanais durante dois anos? Às vezes precisamos dedicar mais atenção à conta "trabalho", em detrimento de outras, porque o momento exige, e de vez em quando precisamos colocar a conta trabalho em segundo plano para cuidar da conta "filhos" ou "cônjuge".
Portanto, para administrar posses, sempre me pergunto se terei mais ganho retendo ou transacionando (comprando, vendendo, doando) o objeto? No caso optar por transacionar o objeto, de qual(ais) conta(s) estou sacando e em qual(ais) conta(s) estou depositando? Esta transação do objeto é uma queima de gordura para quitar débitos, um desperdício de recursos, ou uma forma de investimento para alavancar mais riquezas (em todas as dimensões)?

© 2008 Ed René Kivitz

FONTE: Igreja Batista de Água Branca

18/11/2009

C. S. LEWIS - Frases


Selecionadas por Roberta Lima

Alguns pensamentos de C.S Lewis para meditarmos durante o dia, para quem não o conhece, em resumo podemos dizer que foi um grande homem de Deus, professor, teólogo e escritor de vários livros, entre eles " As crônicas de Nárnia"...bom proveito!


"Eu acredito no Cristianismo como acredito que o sol nasce todo dia. Não apenas porque o vejo, mas porque através dele eu vejo tudo ao meu redor." (C. S. Lewis)


A vida cristã é diferente, mais difícil e mais fácil. Cristo diz: “Dê-me tudo. Eu não quero um tanto do seu tempo, tanto do seu dinheiro, tanto do seu trabalho. Quero você. Eu não vim para atormentar o seu ego natural,mas para matá-lo. Meias medidas não trazem nenhum bem.
Eu não quero podar um galho aqui e outro ali, mas quero derrubar a árvore inteira. Entregue todo o seu ego natural, todos os desejos que você julga inocentes, bem como os que você julga iníquos – todo o seu ser.
Eu lhe darei um novo eu. Na verdade eu lhe darei o meu próprio eu; a minha vontade se tornará a sua vontade”.
C.S. Lewis


Amar é sempre ser vulnerável. Ame qualquer coisa e certamente seu coração vai doer e talvez se partir. Se quiser ter a certeza de mantê-lo intacto , você não deve entregá-lo á ninguém , nem mesmo a um animal. Envolva o cuidadosamente em seus hobbies e pequenos luxos, evite qualquer envolvimento, guarde o na segurança do esquife de seu egoísmo. Mas nesse esquife – seguro , sem movimento , sem ar - ele vai mudar. Ele não vai se partir – vai tornar se indestrutível, impenetrável , irredimível. A alternativa a uma tragédia ou pelo menos ao risco de uma tragédia é a condenação. O único lugar além do céu onde se pode estar perfeitamente a salvo de todos os riscos e pertubações do amor é o inferno.

[Em "Os quatro amores"]

C.S.Lewis

"Se você está à procura de uma religião que o deixe confortável, definitivamente eu não lhe aconselharia o cristianismo

C.S.Lewis

"As opções que fazemos no di-a-dia não apenas determinam quem somos hoje,como também quem seremos amanhã.O escritor C.S.Lewis fez um comentário brilhante a respeito:"É por isso que as decisões que você e eu tomamos todos os dias têm uma enorme importância.Um pequeno ato de bondade feito hoje representa a conquista de um ponto estratégico,de onde você poderá,mais tarde,obter vitórias com que nunca sonhou.Já uma indulgência aparentemente trivial que satisfaça desejos ou ráivas pode significar a perda de uma posição crucial,de onde o inimogo pode desfechar um ataque que de outra forma seria impossível."

C.S.Lewis