21/06/2009

MISSIONÁRIOS: COOPERADORES DE DEUS





Roger Greenway


Missão significa envio e procede do plano e propósito de Deus. O missiólogo Francis M. Dubose diz, em seu livro God Who Sends (O Deus que Envia), que a figura bíblica do verdadeiro Deus é comparada à de um grande e contínuo “Enviador”. Deus, em sua providência, envia à terra chuva e sol, tempestades e juízo. Ele envia sua Palavra, seu Filho, seu Espírito e seus servos em todos os tempos e lugares, com a sua salvação.

A linguagem do envio descreve toda a extensão do interesse de Deus e de sua atividade no mundo. Ele enviou Samuel para libertar seu povo (1 Samuel 12:11) e ungir Saul e Davi como reis (16:1). Ele enviou o profeta Natã para repreender o rei Davi pelo seu pecado (2 Samuel 12:1). Ele enviou os profetas: Isaías (Isaías 6:8); Jeremias (Jeremias 1:7); Elias (2 Reis 2); Ageu (Ageu 1:12); Zacarias (Zacarias 2:8). Ele, repetidamente, enviou seus profetas em missões para seu povo (Jeremias 7:25; 25:4; 26:5; 29:19; 35:15). Ele enviou João Batista como precursor de Jesus (João 1:6-8). Ele enviou seus anjos (mensageiros) para testificarem às igrejas (Apocalipse 22:16). Ele enviou seu Santo Espírito ao mundo (João 14:26; 1 Pedro 1:12) (God Who Sends, 60).


JESUS, O “ENVIADO” E O “ENVIADOR”

Jesus conciliou sua própria missão recebida do Pai com a missão que ele deu aos seus discípulos, quando disse: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (João 20:21). É importante observarmos a ordem dos “envios” nesta passagem. Primeiro, o Filho de Deus foi enviado pelo Pai, o que torna Jesus o primeiro e divino missionário. Ele, por sua vez, enviou seus discípulos, tornando-os missionários do evangelho. Nós aprendemos em outras partes do evangelho de João que o Espírito Santo foi enviado por Deus para suscitar testemunhas de Cristo e convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo (João 14:25 e 26; 15:26 e 27; 16:7 e 8).

Isto é muito importante para o nosso entendimento de missões. Cristo chama seus discípulos, TODOS eles, para serem co-missionários e cooperadores com ele. Deus nos chama para participarmos com ele no trabalho de evangelizar o mundo. Ao ouvir isso, cada seguidor de Cristo deveria responder do fundo do coração, como a virgem Maria o fez quando ouviu a anunciação do anjo: “Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra” (Lucas 1:38).

Esta é a glória do chamado missionário. Somos discípulos de Cristo e co-missionários com ele. Assim como ele foi enviado a suscitar testemunhas da verdade, nós somos igualmente enviados e comissionados. No poder do Espírito Santo, nos tornamos co-participantes no plano e propósito de Deus de reconciliar consigo mesmo o mundo. Servir em missões não significa apenas trabalhar para Deus, mas também com Deus. E isso deve ser feito de modo semelhante ao trabalho obediente e sacrificial de Jesus Cristo.


ELEMENTOS CHAVES NA CO-MISSÃO COM DEUS

Em 1891, Arthur T. Pierson fez uma série de palestras sobre missões no seminário reformado de New Brunswick, em Nova Jersey. O século XIX, geralmente chamado de “O Grande Século de Missões”, estava por terminar. O interesse sobre este assunto era grande na Inglaterra, Europa e América do Norte. Noite após noite, o auditório se enchia de estudantes e cristãos de uma vasta comunidade. Pierson falou o seguinte sobre missões:

No Novo Testamento... trabalhar pelas almas é relatado como uma cooperação com o trino Deus em três diferentes aspectos, como co-participantes no trabalho, no sofrimento e no testemunho. Mas, o que é mais impressionante e marcante... é que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são individual, sucessiva e separadamente apresentados, como se compartilhassem pessoalmente com o crente a dignidade deste exaltado serviço (The Divine Enterprise of Missions, 104)

Os missionários são aqueles homens e mulheres que recebem a honra de se tornarem co-missionários com o trino Deus na proclamação do evangelho aos perdidos. Sua tarefa possui três elementos: Co-participação no trabalho, no sofrimento e no testemunho com Deus e os demais fiéis. Observem estes versos da Palavra de Deus:

Co-participantes no trabalho

“Porque de Deus somos cooperadores;... edifício de Deus sois vós” (1 Coríntios 3:9).

“E nós, na qualidade de cooperadores com ele (Deus), também vos exortamos a que não recebais em vão a Graça de Deus” (2 Coríntios 6:1).

Co-participantes no sofrimento

“Agora me regozijo nos meus sofrimentos por vós; e preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja; da qual me tornei ministro de acordo com a dispensação da parte de Deus, que me foi confiada a vosso favor, para dar pleno cumprimento à palavra de Deus” (Colossenses 1:24 e 25).

Co-participantes no testemunho

“Quando vier, porém, o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim; e vós também testemunhareis, porque estais comigo desde o princípio” (João 15:26 e 27).

O trabalho de missões é um empreendimento divino e envolve o plano de Deus para cada um de seus filhos. Todos os crentes têm seu papel a desempenhar em missões. Deus apontou um tempo e um lugar para cada um. Nosso maior dever na vida é descobrir a vontade de Deus para nós em seu plano e obedecê-la.

Fomos chamados para edificar templos vivos para Deus Pai, o qual é o único que deve ser adorado. Nós convidamos os pecadores a se reconciliarem com Deus através do Filho que sofreu pelos nossos pecados. Nós testificamos, juntamente com o Espírito, da verdade sobre Deus e a redenção através de Jesus Cristo, como revelado nas Escrituras.

Que lindo quadro! Os esforços imperfeitos dos crentes são incorporados dentro do perfeito trabalho de Deus em encontrar os perdidos e construir sua igreja. Deus desenvolveu seu plano de salvação do mundo de tal modo que ele não pode ser completo sem a participação dos crentes, através do engajamento missionário.


CO-PARTICIPAÇÃO NO TRABALHO DE DEUS

O Evangelho precisa de uma voz; Deus assim planejou. As boas novas sobre Jesus não podem se auto-proclamar. Devem ter um anunciador humano. João Batista disse: “Eu sou a voz” (João 1:23). Não apenas um som ou um barulho, mas uma clara e inteligente voz humana é necessária para apontar Jesus às pessoas. Isto tem sido verdade em todas as gerações. Deus usa mensageiros. Como Paulo disse: “De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio” ( 2 Coríntios 5:20).

A palavra “embaixadores” transmite um grande número de verdades. Embaixadores são delegados oficiais enviados de um governo ao outro. Em virtude da sua nomeação, têm autoridade de representar aquele que os comissionou. Não falam por si mesmos, mas pelo governo a que representam. O poder e a autoridade do seu governo são sua garantia.

O mesmo é verdade para os embaixadores de Cristo, os quais falam a verdade de Deus e cumprem suas instruções. Deus fala neles e através deles, quando pregam fielmente a sua Palavra. O poder e a autoridade de Deus lhes são por garantia. As pessoas que o recebem e crêem em sua mensagem recebem a Cristo e ao Pai, juntamente com todas as suas promessas. Mas, aqueles que se recusam a crer em sua mensagem, rejeitam a Cristo e sua Palavra. Como Jesus disse: “Quem recebe aquele a quem eu enviar, a mim me recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou” (João 13:20).


CO-PARTICIPAÇÃO NO SOFRIMENTO DE CRISTO

Que sofrimentos os mensageiros do evangelho devem esperar? Jesus disse aos seus discípulos que esperassem sofrimento e oposição. Alguns deles perderiam sua própria vida pelo seu nome e pelo evangelho (Mateus 10:38 e 39). Segui-lo não seria fácil.

A proclamação do evangelho freqüentemente vem acompanhada de perseguição, porque esta é a maneira das pessoas resistirem a ele. O propósito da perseguição é danificar a igreja e impedir que o evangelho se propague. Com isso, geralmente os líderes são arrancados da igreja.

O apóstolo Paulo escreveu que ele se regozijava nos seus sofrimentos, aos quais chamava de “aflições de Cristo, a favor do seu corpo, que é a igreja” (Colossenses 1:24). Ele também falou acerca dos benefícios espirituais do sofrimento (Romanos 5:3 a 5). Ele considerava uma vida livre de sofrimento como uma rara exceção (2 Timóteo 3:12).

Alguns cristãos vivem em países “excepcionais” e gozam de liberdade religiosa. Conhecem muito pouco sobre perseguição e sofrimento por Cristo. Outros cristãos conhecem mais sobre isso porque vivem em lugares onde pagam um alto preço pela sua fé e por seu testemunho.

A perseguição aos cristãos está aumentando em muitas partes do mundo. Pastores, evangelistas e outros líderes são, geralmente, o primeiro alvo dos ataques. Alguns chegam a ser punidos, até mesmo mortos, simplesmente por adorarem a Deus. Podem ser falsamente acusados de crimes que nunca cometeram. Algumas ofensas insignificantes podem ser tratadas como crimes capitais. Os jovens cristãos podem ser rejeitados em universidades e ter as portas dos melhores empregos fechadas para eles. Nos casos mais extremos, as crianças cristãs são tiradas de seus pais e as meninas são forçadas a se casarem com homens de outras religiões.

Os missionários e evangelistas levam o evangelho a lugares nos quais Satanás e a idolatria têm controlado os corações de muitas pessoas, por muitos séculos. Portanto, eles devem esperar perseguição. Cristo os chamou para testemunharem, mesmo em face do sofrimento e da morte. No entanto, isso não significa que eles devem provocar a perseguição através de ofensas desnecessárias a outros ou por incitarem à desordem social. Mas se a perseguição vier, eles devem aceitá-la com fé, pois, pela graça de Deus, ela pode se tornar uma bênção.


CO-PARTICIPAÇÃO NO TESTEMUNHO DO ESPÍRITO

Em João 14 a 16, Jesus prometeu que o Espírito Santo viria e seria sua testemunha. Ele daria poder aos discípulos para conhecerem e entenderem a verdade, a fim de que pudessem declará-la ao mundo. A principal tarefa do Espírito é suscitar testemunhas de Cristo através das vidas e dos lábios dos crentes.

Os primeiros discípulos expressaram a co-participação no testemunho do Espírito quando resistiram à perseguição diante dos líderes dos judeus. Eles testificaram: “Nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o Espírito Santo, que Deus outorgou aos que lhe obedecem” (Atos 5:32).

Esta co-participação do testemunho humano e do Espírito Santo é de suma importância. Os crentes proclamam, através de palavras e ações, os fatos e o significado do evangelho. O Espírito dá poder a esse testemunho e realiza aquilo que eles não podem fazer. O Espírito testifica internamente enquanto que as pessoas o fazem externamente . O testemunho delas é importante, mas não pode ir além dos olhos e ouvidos físicos. Somente o testemunho do Espírito pode falar com a voz que alcança a alma e muda o coração.

O mesmo padrão é seguido através da história das missões cristãs, desde os tempos dos primeiros apóstolos. O Espírito usa, dá poder e trabalha através do testemunho dos servos de Cristo para comunicar o evangelho aos perdidos. Até onde sabemos, este é o único modo com que o Espírito de Deus trabalha, empregando o testemunho humano na divina atividade de aplicar a salvação de Cristo aos corações dos homens e das mulheres.



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Fonte: Roger Greenway. Ide e Fazei Discípulos. Cultura Cristã.



Este artigo é parte integrante do portal http://www.monergismo.com/

DESAFIOS



Os japoneses tinham um problema. Estava cada vez mais difícil conseguir um de seus alimentos prediletos: peixe fresco, o ingrediente primordial para sushis e sashimis. Devida à poluição das águas que circundavam o Japão, os cardumes tinham migrado para muito longe. Para não deixar o país desabastecido, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e foram atrás de atuns, linguados e robalos. Obviamente, quanto mais longe iam, mais demoravam para voltar. É certo que traziam os peixes, mas eles não eram frescos e, por isso, os japoneses não gostavam.
Para resolver esse problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Esses imensos freezers, além de dar mais autonomia e mais capacidade aos barcos, também evitariam que os peixes estragassem. Tudo isso de fato ocorreu, mas os japoneses também não gostaram dos peixes congelados. Um dia alguém teve uma idéia: se o problema é manter o peixe fresco, porque não colocar tanques com água salgada nos barcos? Assim, os peixes retirados do mar seriam depositados nesses imensos aquários e, por mais que a viagem demorasse, chegariam vivos e frescos em terra firme.
O plano parecia infalível. Mas não foi. Ninguém previu que, espremidos como sardinhas em lata, os peixes, por falta de espaço, paravam de se debater, vencidos pelo cansaço. E a carne desses peixes tinha gosto de abatimento e apatia, não de frescor.
Esse era o problema. Imagine agora que você fosse chamado para resolver esta questão. Se fosse contratado pela indústria pesqueira japonesa, o que proporia? Eis a solução. Atualmente, os barcos ainda mantêm os peixes dentro de tanques. A diferença é que, dentro de cada tanque, além de uma quantidade menor de peixes, também é colocado um pequeno tubarão. O tubarão come alguns peixes, mas os que nadam alucinadamente para fugir daqueles dentões chegam vivos, e muito vivos! Além de frescos (com sabor, com gosto). Isso ocorre porque esses peixes, ao contrário dos anteriores, são desafiados a sobreviverem.

Como os peixes dentro do aquário com o tubarão, o cristão só progride em ambientes desafiadores. Fora deles, tende a acomodar-se. Quantas vezes não ouvimos falar de ministérios que foram afundados, simplesmente porque não souberam atentamente vigiar? Não conseguiram enxergar as ameaças que os rondavam. Isso não aconteceria se as pessoas estivessem constantemente vigiando, orando, revestindo-se do poder do alto, sobrevivendo (num mundo ao qual não pertencemos).
Em vez de fugirmos dos problemas, encaremos nossos desafios. Enfrentemos os inimigos que se postam no meio de nossa trajetória espiritual. Repensemos na nossa jornada.
O tubarão, quando persegue o peixe, faz, inconscientemente, com que o peixe tenha gosto, conserve o seu sabor. Nós, cristãos, somos o sal da terra e a luz do mundo, por isso não podemos nos acomodar jamais. Lutemos para seguir rumo aos céus ilesos, “com sabor”, pois sempre haverá um tubarão no nosso tanque.

Alzira Sterque

19/06/2009

OS NOVOS FUNDAMENTALISTAS

 lamb1 muros jerusalem

Chegará a hora em que o fundamentalismo religioso, tanto Islâmico quanto o da Nova Era [que é um caleidoscópio de todas as formas de gnosticismo esotérico e espiritualista], pela certeza da falência espiritual, moral, histórica do Cristianismo, haverão de se tornar cada vez mais agressivos; e, expressarão tal agressividade contra os cristãos e o Cristianismo, como quem preta culto a Deus; seja lá qual for "o Deus" ou "o Ungido" que aguardem nesta Era de Aquários.

Todos os textos que posto aqui sobre Esoterismo, Budismo, Islamismo, Nova Era, ou mesmo sobre as "viagens" deles acerca de fazer Jesus não-histórico, de um lado, na mesma medida em que se servem dos mesmos evangelhos que denunciam como fabricação humana dos cristãos, a fim de reforçar, quando é conveniente, a idéia de Jesus como o Representante da Era que passou e da qual o "Cristianismo" foi a incorporação histórica — recebem [os textos] resposta imediata e dogmática de alguém que se diz representante de tais idéias e que me escreve com "Quero veementemente protestar de modo ABSOLUTO contra o que você escreveu..."

Ou seja: a maioria desses são ex-cristãos, os quais ficaram cansados do Cristianismo e sua burrice humana e espiritual, e, agora, uma vez que pensam que o que de Jesus se poderia conhecer é revelado pelo Cristianismo, e como não é assim..., ficam com o engano de que souberam o que é o Evangelho..., mas, pelo que ficaram sabendo e viram..., perceberam que nada ali era verdade...

Ora, para tais pessoas o “Cristianismo” é o ente que oferece o que Jesus teria a oferecer...; ou seja: nada além do Cristianismo...

Assim, dentro de mais um tempo, nem tanto já aqui no Brasil e no chamado antigo 3º Mundo, mas logo, logo na Europa e nos Estados Unidos, se verá este tipo de embate cada vez mais acentuado.

Eu aprendi a gostar de perseguição, pois, vejo que sempre foi dela que surgiu o susto que acordou os discípulos desde sempre!

Interessante em meio a tudo isto é verificar que o "Código Da Vince" se tornou a "bíblia" deste novo tempo, não como livro de leitura, mas como ficção mais levada a sério do que a Bíblia.

Com a Era Da Vince os "Evangelhos Apócrifos" de Filipe, Maria Madalena e Judas [obras do 3º século e produzidas por gnósticos, fazendo adaptação de Jesus às suas próprias crenças e interesses] — tornaram-se os evangelhos deste tempo, visto que foi a partir deles que Dan Brown, o crente Davinciano e autor do livro templário pós-moderno, o tal "Código Da Vince", erigiu sua tese fabulosa...

O fato é que cada um come o que gosta e no fim é tudo a mesma...

Nós, porém, cada vez com mais ousadia, pregaremos cada vez mais apenas o Evangelho!

Entretanto, não dá mais para ficar sabendo do Evangelho apenas aquilo que as "igrejas" ensinam, pois, agora, o nível de articulação e compreensão tem que ser bem mais profundo; e os crentes não estão preparados para nada disso.

A cabecinha oca dos cristãos..., sem razão da esperança e sem conhecimento de Jesus, não suportará a avalanche de criações e de argumentos que estão sendo montados todos os dias...

A ignorância dos cristãos sobre a Palavra os deixa em estado de total vulnerabilidade; e digo isto pelo nível de conflito que tais coisas geram na mente dos crentes, que me escrevem aturdidos, querendo saber se realmente a história de Jesus se parece com as histórias dos mitos egípcios, gregos, celtas, etc...

E fazem isto com a fraqueza dos que nunca conheceram o Evangelho e com o conflito de quem se deixa persuadir por qualquer argumento; afinal, até o "argumento" cristão os convenceu um dia, o que prova que são convencíveis por qualquer argumento, posto que no "Cristianismo" os argumentos só sejam validos para quem não tenha mesmo o que dizer, posto que o "Cristianismo" só convença "cristãos"...

É hora de voltar a ler a Palavra. É hora de ficar culto no espírito. É hora de saber o que está acontecendo... É hora de estar mais que esperto e com os olhos bem abertos!

A esta altura já deve haver "cristãos" se preparando para a briga... São os Cruzados Modernos... Acham que vão ganhar esta no braço, quando nem sabem que no tempo que tinham poder, na virada do 1º para o 2º milênio, ainda assim "perderam" para Saladino.

Jesus prometeu que a Sua Igreja venceria o Inferno, mas nada disse sobre o "Cristianismo", o qual não carrega nenhuma promessa de Jesus feita a Constantino, o fundador do Cristianismo.

Chegará a hora em que toda brincadeira "gospel" acabará no mundo inteiro, e, nesse tempo, somente quem andar com Jesus mesmo e no Evangelho de verdade, é que suportará a pressão.

O que está acontecendo ainda no Brasil, com todo esse show de paganidade cristã na Televisão, e na mídia em geral, não é o que está acontecendo na Terra.

Portanto, não pense que no mundo as coisas são como são aqui, pois, de fato, já não são, e, possivelmente, jamais voltem a ser...

Aqui, pela religiosidade católica e pela força de massa dos Evangélicos, ainda se terá tanto o circo como a liberdade para praticá-lo por um bom tempo...

Mas, não durará também para sempre...

Ora, quanto antes tudo isto aconteça, antes se verá quem é quem; quem crê mesmo...

Pense nisso e tome posições espirituais sérias!

Nele, que não nos deixou desavisados,

Caio

18 de junho de 2009

Lago Norte

Brasília

DF

FONTE: Caio Fábio

18/06/2009

PORQUE ELE ODEIA A RELIGIÃO

O criticadíssimo cristão Mark Driscoll discorre sobre as gritantes diferenças entre SER RELIGIOSO e SER REDIMIDO PELO SANGUE DE JESUS.
Que tal ouvir, e repensar seus conceitos?