18/06/2009

PORQUE ELE ODEIA A RELIGIÃO

O criticadíssimo cristão Mark Driscoll discorre sobre as gritantes diferenças entre SER RELIGIOSO e SER REDIMIDO PELO SANGUE DE JESUS.
Que tal ouvir, e repensar seus conceitos?

A DISPONIBILIDADE DOS MILITARES PARA A OBRA DE DEUS

 

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A pedido da União de Militares Evangélicos da Marinha (UMEM), estamos transmitindo o seguinte pedido, concernente à disponibilidade dos irmãos para a obra do Senhor no meio militar. Fazemos da palavra do irmão as nossas, pois a obra urge, e muitas vidas deixam se ser alcançadas na caserna por falta de disponibilidade de quem poderia desembocar.

Irmãos (ãs) na “fé militar” no Senhor Jesus Cristo no meio naval,

A ideia da UMEM surgiu, na Base Naval do Rio de Janeiro, por ato voluntário de grupo de militares que desejavam formar uma consciência de normalidade de se congregar, buscar, orar, louvar, testemunhar e ler a Palavra de Deus, em reunião autorizada no intervalo do almoço, na Organização Militar-OM, a fim de se revelar, mostrar, esclarecer, motivar, fortalecer, incentivar e apoiar aos militares evangélicos e aqueles outros voluntários.

Atualmente, a União possui sede própria, adquirida em 2008, e relativa estrutura para realizar eventos, a saber, cultos, encontros, palestras, reuniões e tantos outros possíveis. Nesse corrente ano de 2009, foi estabelecida a primeira programação fixa de atividades, sendo de oração no primeiro sábado e culto de militares no segundo sábado, mensalmente, às 19h.

A UMEM é uma atividade do Senhor para o Senhor se honrado e glorificado, não pertence ao homem, possui características atípicas de Igreja, com visão essencialmente voltada ao meio naval.

Entretanto, a União precisa de sua disponibilidade em participar, apoiar, contribuir, sempre com o pensamento de que se está servindo a Deus e não ao homem.

Por exemplo, militares irmãos (ãs), tenho a disponibilidade de orar todos os sábados, de 19h as 20h, na UMEM, além da programação fixa mencionada, assim possibilitando de que ela esteja “aberta e viva” e ser frequentada.

Guerreiro (a)! Qual é a sua disponibilidade? Orar; organizar reunião; preparar palestra; fornecer culto de ações de graças; contribuir; divulgar; controlar financeiramente; realizar campanhas de doações; organizar blog, site, Orkut, MSN; trabalhar com jovens, esposas, idosos; marketing; louvor; pregador; enfim cabe a nós essa atitude de fé e não esperar em Deus.

Atenciosamente em Cristo,

Em maio de 2009,

Luiz Antonio Forma de Almeida
CF (RR-1) Presidente

FONTE: Militar Cristão ::: Da Caserna ::: Grupos ::: Disponibilidade: o Recado da UMEM

17/06/2009

MORRE O CRIADOR DO DESAFIO JOVEM

O médico Silas Munguba criou uma instituição pioneira no Estado e reconhecida nacionalmente.
O médico Silas de Aguiar Munguba morreu, por volta das 14 horas de ontem, aos 85 anos de idade. Obstetra e um dos fundadores do Hospital Batista, o amazonense Silas Munguba ficou conhecido por uma obra de alcance social imensurável: o Desafio Jovens, casa de recuperação de dependentes químicos referência na Capital e Brasil afora.
Há três meses, o médico estava internado no Hospital São Carlos, onde há pouco mais de um mês passou a ocupar um dos leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Segundo a família, insuficiências cardíaca e renal foram as causas de sua morte. Desde ontem, o corpo do médico está sendo velado na Igreja Batista Alvorada, na Aldeota, onde hoje acontecerá o culto fúnebre. O sepultamento será às 16 horas, no Cemitério Parque da Paz.
Nascido em Manaus, em 29 de setembro de 1923, Silas Munguba se formou pela Universidade Federal de Recife. Em Fortaleza, foi professor de anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará. Há 30 anos, porém, abandonou suas atividades na UFC e no Hospital Batista para se dedicar inteiramente ao tratamento de jovens dependentes de drogas ilícitas.
“Na época, os médicos de São Paulo deram a ele três meses de vida”, lembra o irmão Samuel Munguba. “Ele dizia que o Desafio Jovem era a missão que recebeu de Deus”, cita. Silas Munguba foi soldado da Força Expedicionária Brasileira, na II Guerra Mundial, informa o amigo, Miguel Schetinni. “O coração dele não tinha tamanho”, frisou o médico que o sucedeu no Hospital Batista.

FONTE: Diário do Nordeste/NC

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