09/04/2009

COMO SERÁ O TRIBUNAL DE CRISTO?

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O Tribunal de Cristo vai realizar-se logo após o arrebatamento da Igreja .
"Mas tu, por que julgas o teu irmão ? Pois todos havemos de comparecer perante o tribunal de Cristo" (Rom 14:10).
"Pois todos devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal" (2 Cor 5:10).

Neste julgamento todos os santos (crentes em Jesus) terão as suas vidas reveladas pelo Senhor num  lugar onde cada um verá aquilo que foi e fez neste mundo para, ou na Obra de Deus.
Isto é chamado a purificação da igreja. Tudo será trazido à mente e á presença das testemunhas: Os anjos e os santos.  As atitudes e negligências cometidas no ministério, a boa e a má administração dos bens espirituais, a boa ou má conduta cristã, tudo será sondado pelo Senhor.

Todo o céu presenciará este julgamento.

E Tudo  será revelado (Heb 4:12-13 ; Mat 10:26).(Porque sabemos isto, devemos habitar na plena luz que o Evangelho  nos concede. Falar a verdade e procurar cumprir com a vontade de Deus que se revela na Sua Palavra. Isso decerto trará galardão de glória para nós. Como diz Paulo:  "Se nós julgássemos a nós mesmos, não seriamos julgados" (1 Cor 11:31),

Ele vai recompensar todo o trabalho das nossas mãos e todo o nosso empenho demonstrado na honra do Seu Nome - ali naquele tribunal.
As obras dos santos serão todas provadas pelo fogo; ou seja, tudo será examinado.

Se as fizemos de boa vontade, receberemos galardão, mas se as fizemos com motivos de auto- benefício, nada receberemos.
Este lugar não será um tribunal condenatório, antes um lugar onde Cristo vai recompensar, ou não, aqueles que são Filhos de Deus. Ninguém poderá ser condenado porque o Juiz é também o nosso Advogado e Ele afirma que não há mais condenação para aquele que nEle deposita a sua fé. Rom.8.1 -  Heb.10.17 e João 3.18.

Cristo, o Juiz vai   lhe recompensar com coroas e galardões?

O que você tem feito na Obra de Deus:  a  sua vontade ou a Vontade Soberana de Deus?

08/04/2009

O QUE É MESMO E-VAN-GE-LI-ZAR?

 turning point

 

Se evangelizar é encontrar uma pessoa na rua e com toda cara de pau dizer "Jesus te ama" e dar as costas, eu não evangelizo.
Se evangelizar é tocar hino nas praças e ir para casa se achando o máximo, eu não evangelizo.
Se evangelizar é ir numa marcha para fazer propaganda de igreja e cantores, eu não evangelizo.
Se evangelizar servir para arrastar pessoas para igreja quando tem festinhas com comida e montar esquemas para ela se sentir bem-vinda somente naquele momento, eu não evangelizo.
Se evangelizar é entregar folhetos que serão jogados no chão e criará mais sujeira nas ruas, eu não evangelizo.
Se evangelizar é pregar com base para embutir culpa nas pessoas bombardeando-as com idéias de pecado e conseqüentemente o inferno para os maus e céu para os bons, eu não evangelizo.
Se evangelizar é convencer as pessoas a se protegerem do mundo dentro de uma igreja que acaba se tornando um bunker contra toda guerra espiritual e ofensivas do diabo, eu não evangelizo.
Se evangelizar é sistematizar o Evangelho, eu não evangelizo.
Agora se evangelizar é caminhar junto, estar presente na vida das pessoas, ser ombro amigo, chorar e rir em vários momentos, então eu creio que eu evangelizo.
Afinal entendo que o maior evangelismo de Cristo, foi estar ao lado, foi comer junto e presenciar toda a aflição e alegria do teu próximo.
Creio que evangelizar é sinônimo de relacionamento. O verdadeiro evangelho não é feito de seguidores e sim de amigos.
Portanto, se evangelizar é partilhar o pão nosso de cada dia, eu evangelizo.
Marco Finito, no blog Lion of Zion.

FONTE: PavaBlog

A ÉTICA DE CRISTO E A ÓTICA LEGALISTA

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Falamos da graça, mas vivemos sob as leis...

Jesus nos ensinou que o mais importante da lei é a justiça, a misericórdia e a fé. Tiago, como para não deixar dúvidas a respeito de qual é a finalidade essencial do viver cristão, acrescenta que a misericórdia triunfa sobre a justiça. Mas não tem sido assim na igreja cristã. É a contradição e a incoerência que têm nos caracterizado. Pregamos paz e fazemos guerra. Falamos da graça, mas vivemos sob as leis determinadas por nossas tradições, concílios, encíclicas, convenções, regulamentos, regimentos, normas e princípios que muitas vezes invertem a lógica de Tiago e fazem o juízo ser maior que a misericórdia.

Pode olhar, mas não pode tocar...

Que igreja desejamos? Que igreja estamos perpetuando? Qual o nosso real critério de avaliação? Precisamos refletir sobre que tipo de ética tem norteado a nossa tomada de decisão frente aos problemas do cotidiano que de a muito escaparam do maniqueísmo do certo ou errado, bom ou ruim, céu ou inferno, justo ou pecador. Enquanto buscamos uma santidade apenas exterior baseada em não tocar, não provar, não manusear, outros estão com rapina, ódio, preconceito, ganância, cobiça, violência, indiferença, falta de perdão e arrogância em seus corações sem serem incomodados. Coamos mosquitos e engolimos camelos. Em um diálogo do filme “Advogado do Diabo”, o personagem de Al Pacino nos deu uma profunda radiografia da santidade cristã baseada em proibições: “Pode olhar, mas não pode tocar. Pode tocar, mas não pode provar. Pode provar, mas não pode gostar...”

O espírito farisaico e legalista sempre existiu. O profeta Isaias, setecentos anos antes de Cristo, já advertia que “este povo honra-me com os lábios, mas seu coração está longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens que maquinalmente aprenderam”. Este espírito se enraizou profundamente no imaginário religioso, mesmo a igreja cristã assume os mesmos moldes e os mesmos valores farisaicos contra os quais Jesus sempre lutou.

Até hoje nós seguimos uma ética legalista baseada em mandamentos morais e sociais que não podem ser ultrapassados. No entanto, esta não era a ética que Jesus seguia. Sua ética era eminentemente compassiva sem perder de visa o que é essência na palavra de Deus.

Esta ótica legalista não está presa aos tempos passados, nós também a seguimos

Vemos isto claramente no capítulo oito do evangelho de João. Nele a mulher adúltera, pega em pleno ato, é levada a Cristo para que ele dê o veredicto. A lei a este respeito era absolutamente clara: quem fosse pego em adultério deveria morrer apedrejado, tanto o homem quanto a mulher. Não havia espaço na lei para a misericórdia, ela apenas impunha a punição. Não havia nenhuma ressalva em relação à qualificação dos executores da pena; qualquer pessoa, por pior que fosse, tinha o direito de apedrejar aquele que fosse pego em adultério, era uma garantia da

lei. Pela ótica legalista, Jesus só poderia tomar duas atitudes: ou denunciar a ausência do homem que também pecou e, portanto, também deveria ser punido, ou orientar que trouxessem também o adúltero para que ambos fossem apedrejados e mortos, cumprindo assim a justiça que havia na lei. Esta ótica legalista não está presa aos tempos passados, nós também a seguimos. Por conta da nossa ótica legalista, muitos homens e mulheres estão “orando” pela morte de seu cônjuge para por fim a um casamento infeliz, outros estão começando casamentos fadados ao fracasso para não ficarem “abrasados” e uma multidão está vivendo na hipocrisia de uma santidade de aparências, visto que nós fazemos da aparência a medida de todas as coisas.

a vida se desenvolve em uma dimensão em que todos nós necessitamos da misericórdia de Deus

Jesus fez algo totalmente fora dos padrões da ética legalista. Para surpresa de todos, ele sacou, como que da manga, um argumento que nada tinha a ver com a lei do adultério e mostra que muito além dos reducionismos morais e dos maniqueísmos sociais a vida se desenvolve em uma dimensão em que todos nós necessitamos da misericórdia de Deus: “Atire a primeira pedra, aquele que não tiver pecado”.

A ética compassiva de Cristo nada tem a ver com a ética relativista moderna, em que cada um tem a sua própria ética e o que é certo para você pode não ser para mim. Muito pelo contrário, ela leva em conta as circunstâncias individuais e o momento histórico, mas repousa nos valores absolutos da fé e do amor ao próximo, portanto, transcende à visão individualista e egocêntrica que permeia o presente século. Ela é contextualizada sem ser permissiva. Ela é contemporânea justamente por ser atemporal.

Ela é humana, exatamente por ser divina.

Precisamos desta ética, precisamos vivê-la, experimentá-la, não apenas para nós, e nossos erros, mas também para o outro, pois aquele que julga sem misericórdia também será julgado sem misericórdia. Precisamos entender que a vida não é apenas um amontoado de regras em que classificamos o certo e o errado, mas, antes, é surpreendente nas nuances, incongruências, contradições e ambigüidades em que estamos envolvidos.

Sejamos éticos como Cristo foi, este é o princípio da santidade que agrada ao Senhor.

Pr. Denilson Torres

FONTE: www.frutodoespirito.com.br

06/04/2009

OLHANDO PARA CIMA: CRISE É SINAL DE BÊNÇÃO!

 

190435981_3b7e74365a_m “Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado. Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.”

Albert Einstein

Fonte : VERDES TRIGOS via Pavablog