27/07/2011

Missionárias Solteiras (Parte 3)

Amy Carmichael - foi uma inspiração para todas as denominações no Reino Unido. Seus 35 livros descrevendo seus trinta e cinco anos na Índia, fizeram dela uma das missionárias mais queridas de todos os tempos. Seu caráter era a chave de seu sucesso para a evangelização mundial. "Tinha um caráter mais semelhante a Cristo que já encontrei", afirmou Sherwood Eddy, estadista. Ainda afirmou: "...sua vida foi a mais fragrante, a mais jubilosamente sacrificial, que já conheci..." Ela morreu em Dohanavur em 1951, aos 83 anos de idade.

Fonte: http://www.basemissionaria.com.br

Missionárias Solteiras (Parte 2)

Vejamos algumas missionárias bem sucedidas no campo:
Charlotte (Lottie) Diggs Moon - viajou para a China em 1872 e morreu em 1912. Viveu duas vidas separadas na China. Parte do ano era gasto nas povoações fazendo trabalho evangelístico e a outra parte ela passava em Tengchow, onde treinava novos missionários, aconselhava as mulheres chinesas e lia com prazer os livros e revistas ocidentais. Escreveu inúmeros livros que abriram caminho para a sua extraordinária influência sobre a Igreja Batista do Sul dos EUA, escritos estes dirigidos às mulheres para que dessem mais apoio às missões.

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Missionárias Solteiras (Parte 1)

Missionarias solteiras
Betsy Stockton
A primeira mulher solteira a servir como missionária no estrangeiro foi a americana Betsy Stockton, mulher negra e ex-escrava, que foi para o Havaí, em 1823.
Certa de que Deus a chamara para servir como missionária no exterior, ela candidatou-se ao cargo na Junta Americana e os diretores concordaram em enviá-la para o estrangeiro - mas apenas como empregada doméstica de um casal missionário.
Apesar de sua posição inferior, ela foi considerada "apta para ensinar" e lhe permitiram dirigir uma escola. Mais tarde, viajou para Bombaim - Indía, onde serviu fielmente durante 34 anos na Missão Mirathi.
Em seu livro clássico sobre missões, publicado em 1910, Helen Barret escreveu sobre o progresso surpreendente das mulheres na evangelização mundial:
"Trata-se sem dúvida de uma história magnifica. Começamos fracas, hoje somos poderosas. Em 1861, havia uma única missionária no campo, em 1909 já eram 4.710 as mulheres solteiras em ação.
O desenvolvimento no exterior foi notável. Tendo começado com uma única professora, no inicio do jubileu contamos 800 professoras, 140 médicas, 380 evangelizadoras, 79 enfermeiras, 578 servidoras e ajudantes nativas".
Mas por que tantas mulheres solteiras? O que as motivaria a deixar a segurança de suas famílias e sua pátria para uma vida de solidão, dificuldades e sacrifícios? As missões no estrangeiro atraiam as mulheres por uma variedade de razões:

1. O fato de de haver poucas oportunidades para o envolvimento num ministério de tempo integral em seu país, pois os serviço cristão era considerado uma atividade masculina.

2. O campo também servia para prover aventura e estímulo.

3. Tinham oportunidades únicas que o homens não tinham em muitos países, pois através do trabalho feminino o evangelho superou barreiras culturais e religiosas. Em 1879 a missionária Lottie Moon escreveu: "Acredito que uma mulher solteira na China vale por dois homens casados".

4. As mulheres se distinguiram em quase todos os aspectos do trabalho missionário. Elas estabeleceram escolas no mundo inteiro, incluindo uma Universidade para oito mil alunos em Seul - Coreia.

5. As Escrituras foram colocadas a disposição pela primeira vez, para várias línguas através de sua persistência.

6. Pela coragem delas. Escreveu herbert Kane: "Quanto mais difícil e perigosa a tarefa, maior o número de mulheres em proporção ao de homens".

7. Outra peculiaridade das mulheres nas missões relaciona-se mais com a sua apreciação do ministério, do que com o ministério em si. As mulheres, de maneira geral, achavam mais fácil admitir suas fraquezas e vulnerabilidade e apresentar um quadro mais verdadeiro da vida de um missionário "super santo".

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Reflexão Bíblica em Lucas 7.33-35

VERSÍCULO:“Pois veio João Batista, que jejua e não bebe vinho, e vocês dizem: ‘Ele tem demônio’. Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e vocês dizem: ‘Aí está um comilão e beberrão, amigo de publicanos e “pecadores” ’. Mas a sabedoria é comprovada por todos os seus discípulos.”(Lc 7:33-35)

PENSAMENTO:Os líderes religiosos só criticavam Jesus e João Batista. João jejuava e não bebia vinho - e foi rejeitado por isso. Jesus não se restringia como João e foi igualmente condenado. O ponto de Jesus é que há algumas pessoas que você nunca irá satisfazer. Sempre haverá alguma falha na sua espiritualidade. Você nunca será santo ou humano o suficiente para elas. Se pessoas assim encontraram defeito no próprio Filho de Deus, não fique surpreso se outros semelhantes a elas acham motivo de crítica em você também. Olhe para Jesus,siga firme nos passos dele. É Jesus que determina o rumo para seus seguidores, não homens e suas opiniões - graças a Deus!
Fonte:www.hermeneutica.com.br