22/05/2010

FORÇA PARA VIVER

 

Viver é muito perigoso... Porque aprender a viver é que é o viver mesmo... Travessia perigosa, mas é a da vida. Sertão que se alteia e abaixa... O mais difícil não é um ser bom e proceder honesto, dificultoso mesmo, é um saber definido o que quer, e ter o poder de ir até o rabo da palavra.
Viver é muito perigoso, dizia Guimarães Rosa pela boca do memorável Riobaldo. A vida tem mesmo seus altos e baixos e, além da dificuldade de saber a direção, falta a cada um a força e a competência de seguir em frente. Os obstáculos se multiplicam. A vida é contingente: cheia de imprevistos e surpresas, boas e ruins. Uma proposta para morar longe, um diagnóstico inesperado, a chegada de um bebê, um assalto, um desmoronamento, o cancelamento do voo, a festa de aniversário, os amigos ao redor da mesa e a demissão inesperada. Além disso, a doença da mãe, o imposto de renda, as aventuras dos filhos e o sobrepeso, obesidade mesmo, denunciada pelo espelho e pela calça que já não se usa mais. E tem também a teimosia dos vícios, as dores da alma, a insegurança emocional, os conflitos relacionais, a culpa, o medo, a ansiedade e a síndrome do pânico – ai que medo. Tem que arrumar o quarto, buscar a roupa na lavanderia, votar para presidente e superar o divórcio. O show não pode parar. E porque viver é muito perigoso, aprender a viver é imperativo.
Como enfrentar a travessia? Já que navegar é preciso e viver não é preciso, como dizia o poeta português. Viver é necessário. É preciso viver, não há que desistir da vida. Mas viver é perigoso, justamente porque não é preciso – não é exato. Não é possível singrar a vida como quem corta os mares. A gente quer ter voz ativa, no nosso destino mandar, mas eis que chega a roda viva e carrega o destino pra lá, disse o Chico brasileiro.
Acho que foi por isso que o sábio Salomão começou a escrever seu Eclesiastes. Queria aprender a viver. Dedicou o coração para saber, inquirir e buscar a sabedoria e a razão das coisas. E concluiu que a verdade está no distante e profundo. A vida é mistério. Viver continuará sendo sempre perigoso.
Então apareceu Jesus. Não negou a contingência da vida, nem iludiu os seus com promessas falsas e fantasiosas. Mas apontou um caminho. Apresentou seu Pai aos homens e os homens ao seu Pai. Autorizou todo mundo a buscar, usar e abusar de seu Pai.
Jesus disse a todos: Chamem pelo Abba. Ele os ouvirá. Falem com ele em meu nome. Batam na porta. Busquem. Peçam. Gritem. Importunem meu Pai, de dia e de noite. A porta se abrirá. Vocês acharão o meu Pai. Vocês receberão respostas. Serão recompensados pela sua busca, jamais ficarão sem galardão. Meu Pai é atento e cuidadoso. Meu Pai é bom. Meu Pai é amor. Não tenham medo dele. Não se escondam dele. Não fujam dele. Corram para os braços dele. Ele cuida de flores e passarinhos. Vai cuidar de vocês. Sigam os meus passos. Foi o que fiz. Fechem a porta do quarto e façam suas orações. Eu atravessei a vida de joelhos. E venci. Eu venci o mundo, eu venci o mal, eu venci a morte. E vocês também poderão vencer. Não desistam. Não tenham medo. Viver é perigoso. Mas a graça do meu Pai é maior que vida.
Ed René Kivitz

FONTE:   PavaBlog

21/05/2010

Tentação -Tome Cuidado!!! - John Owen

 


"Cair em tentação" é experimentar a tentação na sua forma mais poderosa e perigosa. Na parte principal deste capítulo concentraremos nossa atenção sobre o perigo da tentação considerando o significado de duas frases encontradas no Novo Testamento:

1) "Entreis em tentação" (Mt 26.41).

2) "Hora da provação" (Ap 3.10)

1. Entrar em tentação"

O que é que Jesus quis dizer com estas palavras: "entrar me tentação"? Começaremos a responder, considerando duas respostas muito comuns, no entanto erradas.

a)"Entrar em tentação" - simplesmente significa "sermos tentados"

Esta resposta está errada porque Deus nunca nos prometeu que estaríamos completamente livres da tentação. Jesus não iria nos ensinar a orar por alguma coisa que Deus não nos daria. Algumas tentações podem ser evitadas, mas nesta vida é impossível escaparmos totalmente da tentação. "Entrar em tentação" é uma experiência mais perigosa do que meramente sermos tentados.

b) "Entrar em tentação" significa sermos vencidos pela tentação.

Esta resposta também está errada porque uma pessoa pode "entrar em tentação" e, contudo, não ser derrotada pela tentação. José experimentou um período no qual "entrou em tentação (Gn 39.6-12), porém saiu dele triunfante.

Em 1Tm 6.9 Paulo assemelha "entrar em tentação" com cair em cilada. A idéia principal de cairmos em cilada é de que nós não podemos facilmente escapar dela. Em 1 Coríntios 10.13 - Paulo usa a expressão "não vos sobreveio tentação". Esta expressão tem por finalidade ilustrar o poder da tentação e a dificuldade em se escapar dele. Em 2 Pe 2.9 - Pedro destaca para nós o poder de certas tentações. Só podemos escapar de tais tentações com a ajuda do poder superior de Deus.

Desta referência concluímos que "entrar em tentação" significa experimentar em grau incomum o poder sedutor da tentação. Às vezes, a tentação é como um vendedor batendo a porta. Ele pode ser ignorado ou mandado ir embora, e ele vai. Noutras ocasiões não é tão fácil lidar com a tentação. Em tais ocasiões a tentação é como um vendedor que já tenha colocado um pé no lado de dentro da porta. Ele não está apenas determinado a efetuar uma venda dos seus produtos, mas ele os apresenta de forma muito atraente. Enquanto a tentação simplesmente "bate à porta" temos condições de ignorá-la. Quando a tentação consegue colocar um pé do lado de dentro "entramos em tentação".

Quando uma pessoa "entra em tentação" ela experimenta o poder da tentação oriundo de duas fontes

c) O poder de Satanás age de uma maneira especial vindo de fora da pessoa.

Satanás vem com mais determinação e pode do que o faz comumente ao tentar a pessoa a pecar. Às vezes ele tenta pela intimidação: isto é: "ou você peca ou... Negue a Cristo ou perderá a sua vida"! - Outras vezes ele tenta oferecendo alguma coisa desejável para a pessoa, como por exemplo: "Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares" (Mt 4.9).

d) O poder do pecado que habita em nós age de um modo especial a partir do nosso interior.

A pecado que habita em nós poder ser comparado a um traidor que vive no coração da pessoa. Este traidor colabora com o tentador e procura nos encorajar a ceder a tentação. Nessa tentação o cristão pode clamar a Deus pedindo livramento muitas vezes e ainda assim não ser liberto. A tentação continua fazendo suas exigências. Essas tentações geralmente ocorrem em uma ou outra das seguintes circunstâncias:

i) Quando satanás recebe permissão especial de Deus, por razões que somente Deus conhece, para levar o cristão a "entrar em tentação" (2Sm 24.1; 1Cron 21.1; Jó 1.12; 2.6; Lc 22.31).

ii) Quando os desejos maus de uma pessoa acolhem uma oportunidade favorável e meios altamente desejosos para se concretizarem. Essa foi o caso de Davi como nos é relatado em 2 Samue11.

2)"A Hora da Provação"

Quando uma ou outra destas circunstâncias ocorrem uma pessoa entra em tentação ou, como é denominado em Ap 3.10 - na "hora da provação". Nessa ocasião o poder cativador da tentação alcança o ápice da sua força. É nesse momento que a tentação é mais perigosa e tem maior probabilidade de vencer qualquer resistência que se lhe oponha. Muitas tentação nunca alcançam esse ponto e são conquistadas sem dificuldade. Quando a mesma tentação ocorre na "hora da provação" ela tem uma nova força. A não ser que graça especial seja concedida ela conquistará a alma e a levará ao pecado. Provavelmente Davi foi tentado a adulterar e a matar nos dias da sua mocidade (por exemplo - no caso de Nabal, segundo 1 Sm 25), mas não foi senão na sua "hora da provação" que estas tentações em particular com tal força e urgência que o sobrepujaram (2Sm 11)

A não ser que uma pessoa esteja especialmente preparada para uma hora como essa, ela certamente cairá sob a tentação. Há mais duas questões sobre a "hora da provação" que precisam ser consideradas.

a) Quais são os meios comumente utilizados para levar a tentação a esta sua hora?

i) Quando a intenção de satanás é levar a pessoa a entrar em tentação, ele freqüente e persistentemente traz a tentação específica à lembrança da mente. Ele procura entorpecer nossas mentes para a pecaminosidade da tentação, tentando mais e mais. No momento da primeira tentação a nossa mente podeter ficado horrorizada, contido na medida em que a tentação persiste, o sentimento de horror se enfraquece e a tentação já não parece ser tão má como a princípio.

ii) Se um cristão vê seu irmão cair em pecado, ele deveria de pronto odiar o pecado, sentindo compaixão pela que da do irmão e orando por sua libertação. Se ele não proceder dessa maneira, satanás irá se valer desta fraqueza para levá-lo a mesma tentação. Quando Himineu e Fileto se afastaram da verdade, outros também caíram do mesmo modo (2Tm 2.17,18).

iii) O mal de uma tentação pode ficar escondido pela introdução de outras considerações (considerações que muitas vezes são por si mesmas boas). Por exemplo, a tentação par que os gálatas caíssem da pureza do evangelho se fazia acompanhar da promessa de ficarem livres da perseguição. O desejo de escaparem da perseguição acrescentou poder à tentação de se afastarem da pureza do evangelho.

b) Como podemos saber que chegamos à hora da provação?

i) Quando satanás conduz uma pessoa à hora da provação, isso pode ser detectado por sua pressão insistente. É como se satanás soubesse que é "agora ou nunca" - e ele não dará descanso à alma. Numa guerra, se o inimigo conquistar alguma vantagem, ele redobrará os seus esforços. Da mesma maneira, quando satanás tem enfraquecido a determinação de um cristão de resisti-lo, ele se vale de todos os seus poderes e de todos os seus ardis para conquistá-lo e persuadi-lo a pecar. Sempre que a tentação pressionar de todos os lados (interior e exteriormente) para conseguir o consentimento da vontade para pecar, poder ter a certeza de que a "hora da provação" chegou.

ii) Quando a tentação combina o poder do medo com o poder da atração, chegou a "hora da provação". Toda a força da tentação consiste na combinação destes dois poderes. Cada um desses poderes, por si só, geralmente basta para levar a pessoa a pecar. Agindo juntos eles raramente falham. Encontramos esses dois poderes em ação no caso do assassinato de Urias por Davi. Davi tinha medo que Urias se vingasse na própria esposa (para não mencionar a possibilidade de Urias procurar vingar-se no próprio Davi), e de que seu pecado se tornasse público. Tudo isso foi associado a atração do prazer que ele usufruiria pecando com Bete-seba. Quando uma pessoa está ciente de estar sentindo a força destes dois poderes procurando persuadi-la a pecar, então chegou a hora da provação.

Estamos agora prontos a darmos atenção resumidamente ao assunto que ocupará o nosso interesse até o fim deste livro.

Para evitar ser ferido por uma experiência de tentação como essa, o cristão precisa aprender a "vigiar e orar"

Vigiar significa estar alerta, precaver-se, considerar todas as possibilidades e todos os meios de que o inimigo de nossas almas possa utilizar par nos derrotar pela tentação. Isso significará uma vigilância consistente e diligente das nossa almas, valendo-nos, para tanto, de todos os meios que Deus tem colocado a nosso dispor para essa finalidade. De modo particular, há de incluir um estudo durante toda nossa vida das estratégias do inimigo e de nossas forças e fraquezas que satanás poderia explorar para nos enredar no pecado.

Além de vigiarmos, precisamente orar. Este é o meio pelo qual podemos receber a ajuda de Deus para vigiarmos como devemos e desse modo resistir aos ataques de satanás. Todo o labor da fé para guardar nossas almas da tentação se resume nestes dois deveres - "vigiar e orar".

fonte:   ayflower: Tentação -Tome Cuidado!!! - John Owen

20/05/2010

Temores de um Jovem Teólogo

 

Temo ser um teólogo descompromissado com a minha gente, o meu povo, com a vida.

Temo ser um teólogo que, afastado do povo, não sinta suas dores, seus medos e angústias.

Temo ser um teólogo que, amando mais a teologia, ame menos as pessoas.

Temo ser um teólogo que avalia o outro pela teologia que defende, no lugar de sua devoção a Deus e compromisso com o outro.

Temo ser um teólogo fatalista, que vê o futuro como evento inexorável, determinista, incapaz de ser transformado por ações mais humanas do que divinas.

Temo ser um teólogo sem Deus, que ame mais a teologia de Deus do que o Deus da teologia.

Temo ser um teólogo que não encontra sentido para sua presença no mundo.

Temo ser um teólogo adaptado à cultura de meu tempo, incapaz de refletir a respeito dela.

Temo ser um teólogo sem teologia.

Temo ser um teólogo caduco em um mundo em constante transformação.

Afinal o que é a teologia e qual o papel do teólogo no mundo? Por que fazemos teologia? Para quem teologizamos?

fonte:   Teologia & Graça: Temores de um Jovem Teólogo

Adoração a Jesus e o espírito de Jezabel

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Texto do Apóstolo Dr. Rony Chaves

Deus é muito severo contra aqueles que se deixaram usar por satanás com esse espírito de controle – jezabel.
Apesar de sua misericórdia também se estender para dar-lhes a oportunidade de arrependimento. 

"E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição; e não se arrependeu" (Apocalipse 2:21)


O juízo para esse espírito (jezabel) e para seus seguidores, é terrível!

"Eis que a porei numa cama, e sobre os que adulteram com ela virá grande tribulação, se não se arrependerem das suas obras." (Apoc 2: 22)


Ao levantar-se adoração a Deus em todas as nossas nações, o juízo do Senhor virá sobre o espírito de jezabel e seus seguidores. Adoração é a chave!
Formas de operar do espírito de jezabel
Através da história de Israel, aprendemos a conhecer a forma de operar desse espírito demoníaco. A história vivida por Elias, Acabe, Jezabel e o povo hebreu nos dá uma idéia clara da habilidade de satanás para controlar o povo de Deus. Também a Bíblia nos ensina paralelamente como YHWH usa a seus profetas para destruir o poder babilônico desse espírito de controle de autoridade. A história completa está registrada em 1 Reis, do capítulo 16, verso 29 até o capítulo 22.
1.Notemos que Acabe era um rei legítimo de Israel; ele não era um usurpador. Ele representa a autoridade constituída. Jezabel fará aliança com ele para tomar o controle.
Esta é sua maneira de operar entre nações e igrejas: enreda a liderança principal com pactos, contratos ou alianças. Uma vez controlada a posição de autoridade, ela atacará todo mover profético representado pelos profetas e por Elias:

"E fez Acabe, filho de Onri, o que era mau aos olhos do Senhor, mais do que todos os que o antecederam. E, como se fosse pouco andar nos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, ainda tomou por mulher a Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios, e foi e serviu a Baal, e o adorou" (I Reis 16:30,31)


2. Estas são as principais formas de agir que caracterizam o espírito de jezabel ou seja, espírito de "controle de autoridade".
1. Sempre fará aliança com a liderança principal (I Reis 16:31).
2. Perseguirá os profetas de Deus (I Reis 19:1-2).
3. Atacará o mover profético (1 Reis 18:13)
4. Tratará de destruir as "Companhias de Profetas" (I Reis 18:4)
5. Levantar-se-á contra a unção profética.
6. Atacará a verdadeira adoração a YHWH para promover o culto babilônico (a baal e ao homem) (I Reis 16:32).
7. Provocará a ira de Deus (1 Reis 16:33).
8. Mobilizará pactos ocultistas e altares nos lugares altos.
9. Atacará o verdadeiro sacerdócio de Deus e estabelecerá no poder sacerdotes falsos.
10. Lançará sobre o povo de Deus perseguição e temor.
11. Envolverá a nação ou o povo em corrupção (I Reis 21).
12. Estabelecerá o roubo governamental (I Reis 21:7-11)
13. Manifestará claramente o abuso de autoridade (I Reis 21:12-16).
14. Praticará o controle ou a manipulação da autoridade genuína (I Reis 12:8).
15. Levará ao território a injustiça e a mentira (I Reis 12:13).
16. A libertinagem será expandida com sua operação (I Reis 18:19).
17. Aumentarão também o homicídio e a promiscuidade (I Reis 19:9).
Adoração anula o poder de jezabel
A grande batalha do espírito de jezabel é pelo coração do povo para que adorem a satanás (baal) ou à falsa rainha do céu (astarote). Sua intenção é controlar o povo para levá-lo à idolatria e ao paganismo.
Seu modelo babilônico e infernal de adoração pagã é quebrado pela adoração a Deus sob o mover profético direcionado pelos profetas do Senhor.
Satanás teme a verdadeira adoração e o fresco mover do Espírito Santo!
O espírito de jezabel produz o operar de:
1. Juízo divino (I Reis 17:1).
2. Seca na terra (I Reis 17:7).
3. Seca espiritual ao morrerem os profetas (I Reis 18:4).
4. Fome natural e espiritual (I Reis 18:2).
5. Confusão e religiosidade entre o povo de Deus (I Reis 18:20-21)
6. Domínio do ímpio sobre o justo (I Reis 16:30).
7. Carência da Palavra profética e de profetas (I Reis 18:22).
8. Ausência da presença de Deus (I Reis 18:41-43).
Sua derrota redundará em:
1. Juízo sobre baal e os falsos deuses (I Reis 10:18-30)
2. Juízo sobre os falsos profetas e falsos sacerdotes (I Reis 18:40).
3. Juízo sobre jezabel e o espírito de controle (II Reis 9:30-37).
4. Juízo sobre Acabe e a liderança pecadora (I Reis 18:17-18 y 19:35-40).
5. Atividade e mover proféticos (I Reis 18:45-46).
6. Intercessão e visão fresca (I Reis 18:42).
7. Chuva apostólica e cobertura (I Reis 18:41-44).
8. Presença Divina (I Reis 18:39).
9. Manifestação do Reino (I Reis 18:1; 38-39).
10. Fogo do Espírito Santo (I Reis 18:38).
11. Humilhação e arrependimento (I Reis 18:39).
12. Restauração dos Profetas (I Reis 18:36-38).
Restauração do Altar de Deus
A vitória de Elias ante os profetas falsos de baal e astarote teve seu fundamento em várias coisas dignas de serem levadas em conta para derrotar os espíritos babilônicos e de jezabel. Vejamos:
1. A voz de YHWH chamando à batalha (I Reis 18:1).
2. A Palavra Profética dando direção e valor (I Reis 18:19-24).
3. A Restauração do Altar de Deus com 12 pedras, segundo as tribos de Israel. Isto representa duas coisas:
1. Restauração do modelo de Governo Apostólico entre o povo de Deus
2. Restauração do louvor e da adoração em unidade (I Reis 18:30-31).
4. A Restauração da Santidade na Casa de Deus, representada pelo sulco de separação ente o altar e o povo (I Reis 18:32).
5. A operação do Ministério do profeta, figurado em Elias (I Reis 18:33-39).

A Adoração traz a Restauração do Senhor à Sua casa e o juízo contra satanás!


Um Abraço
Pr. Rodrigo Avellar
www.comunidadedoreino.com

fonte:  Adoração a Jesus e o espírito de Jezabel | Alabastro