08/05/2010

Uma outra mulher em minha vida...

 

A idealizadora do Dia das Mães foi Ana Jarvis, nascida em 1846, na cidadede Granfton, Virgínia - EUA. Ana diplomou-se em 1883 pela Faculdade de Maru Baldwip e exerceu o magistério em sua cidade natal. Era crente no Senhor Jesus como único e suficiente salvador. Em 9 de maio de 1905 perdeu sua mãe, passando a ser responsável por sua irmã Elsirone, que era cega. Em 1907, a Igreja que Ana freqüentava promoveu uma homenagem à sua mãe, pelo muito que ela havia trabalhado pela obra do Senhor. No ano seguinte, ainda no segundo domingo de maio, realizou-se, pela primeira vez, uma celebração pública como mesmo objetivo. Foi quando Ana sugeriu que a homenagem fosse estendida a todas as mães. Através do Deputado J. Thomas Heflin, do Alabama e o Senador Morris Sheppard do Texas, apresentaram proposta conjunta para tornar-se oficial em todo o país, a comemoração do Dia das Mães. O projeto foi aprovado pelo Congresso norte-americano no dia 10 de maio de 1913 e o presidente Wodrow Wilson o promulgou tornando ferido nacional o segundo domingo de maio.

No Brasil, a iniciativa coube à Associação Cristã de Moços de Porto Alegre/RS. No dia 13 de maio de 1919, eles tomaram a iniciativa de promover pela primeira vez, a solenidade comemorativa da data. A festa foi presidida pelo escritor Álvaro Moreira, sendo oradora oficial a poetisa Júlia Lopes de Almeida. Em junho de 1931, Alice Tibiriçá, presidente do 10º Congresso Internacional Feminino, dirigiu ao presidente da República, Getúlio Vargas, a mensagem que solicitou a oficialização do Dia das Mães. No ano seguinte, em 5 de maio de 1932, pelo Decreto nº 21. 336, o presidente tornou oficial no Brasil o Dia das Mães.

Carlo leitor, que enorme privilégio é desfrutar da presença de uma mãe, não é verdade? Considero-me privilegiado por ainda possuir a minha. Pensando nisso fiz algo inusitado. De supetão ao final da tarde de hoje passei na casa de minha mãe e a convidei para sair. Ela se arrumou e juntos rumamos a uma boa casa de chá no centro de Niterói. Ao chegarmos ao restaurante solicitamos um delicioso lanche e enquanto este não vinha conversamos alegremente sobre a vida, família e sonhos.

Durante duas horas rimos, festejamos e celebramos a vida. Saímos de lá felizes e alegres por podermos desfrutar de momentos extremamente abençoadores.

Caro amigo, o dia das mães se aproxima e com ele a possibilidade de desfrutar de momentos extremamente abençoadores com aquela que lhe gerou. Que tal separar alguns instantes em sua agenda e dedicar exclusivamente a sua mãe? Agindo desta maneira com certeza você proporcionará a ela momentos de extrema satisfação pessoal.

Pense nisso!

Renato Vargens

fonte:   Renato Vargens: Uma outra mulher em minha vida...

CHORA NENÉM!!

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Então é assim; fica combinado!

Não temos mais comunhão, é cada um pro seu lado!

Crente pode ser emo, egoísta ou estressado?

Se o uso do véu é doutrina, criar facção na igreja é pecado.

Então é assim, tá tudo certo!

Posso deixar de ser santo, desde que eu seja esperto?

Não sou necessariamente; mas, presumo estar bem perto.

Meu mundo é uma ilha, minha igreja é um buraco, meu caráter é um deserto.

Então é assim, tá tudo bem.

Uns valem pelo que são e outros pelo que têm.

No reino de Deus é diferente, quem não é servo, não é ninguém.

Tem presbitério reunindo no berçário! Chora neném!

Vamos falar sério, deixar de brincadeira!

O mesmo Deus que aprecia os Hinos e Cânticos,

Também curte o meu rock pauleira!

Romper a comunhão por besteira, virou diversão de legalista,

Numa igreja presunçosa e encrenqueira.

Se é vinho ou suco de uva… é como molhar o jardim embaixo de chuva!

A igreja que briga por tudo, é a mesma que não liga pra nada.

Esquece a sua missão, compromisso, vocação e morre estagnada.

É isso aí! Mas, deixa pra lá!

A coisa é tão complicada, que não dá nem pra falar!

Tanta discussão por nada! Quanta história mal contada!

Quantos caídos à beira da estrada! Tantas almas a salvar!

Para ruminar vida afora:

“Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos.” Gálatas 5:15

FONTE: | vineyard café || blog

07/05/2010

A TRAJETÓRIA DE VIDA DA MISSIONÁRIA ALMA WRIGHT

 

 

 

 

 

 

 

 

por: Derval Dasilio
Gestos heróicos se apagam neste tempo de extrema ênfase na religião de mercado. Verdadeiros missionários de Deus estão desaparecendo. Estiveram no Brasil num século de grandes tragédias. Estes, porém, nos remeteram a algo profundo e imprescindível: o evangelho de Jesus Cristo traz esperança para o oprimido e o excluído. Um mundo novo é possível. O falecimento da missionária Alma Wright (12/08/1923 – 17/04/2010), agente da esperança cristã, causa grande consternação e tristeza. Somos gratos pela vida e pelo testemunho dela no Brasil, entre igrejas irmãs e parceiras. Esta missionária presbiteriana teve cinco filhos, com Jaime Wright, o mais destacado brasileiro protestante na luta contra o regime militar desde 1964.
Esses missionários amavam o presbiterianismo e o ecumenismo proféticos. Encontraram abrigo na IPU, atuando diretamente no presbiterianismo brasileiro. Juntos, representam os vultos do protestantismo libertário no Brasil ainda na segunda metade do século 20. Começam com origem tradicional, na grande tradição da “Central Brazil Mission” (Missão Brasil Central) da igreja norte-americana no Brasil, em educação e evangelização, desde a larga trajetória deste esforço educativo nos passos de John Mackay e Richard Shaull.
Graças a eles, nunca se esquecerá que a Igreja Presbiteriana no Brasil compromete-se ecumenicamente no parto doloroso, que envolviam o protestantismo conservador, fundamentalista, e o autoritarismo militar. Foram capazes de questionar as velhas e carcomidas estruturas do protestantismo brasileiro e a própria sociedade religiosa. Mudava o protestantismo, mudava o catolicismo. Mudava o presbiterianismo na direção do ecumenismo comprometido, hoje expresso no CONIC. A palavra “ecumenismo”, ainda hoje, é pronunciada com cuidado ou escárnio no meio tradicional.
Escrevendo sobre o drama do protestantismo no Brasil, temos o dever de relatar fatos interessantes referentes à luta de Jaime Wright e Alma pela informação durante os “anos de chumbo” sob a ditadura militar. Alma, além de prover os cuidados domésticos da família, facilitando a atuação direta do marido, na “resistência teológica” contra o autoritarismo religioso, fundamentalista, e a ditadura militar, sustentava com sua força o gigante, que foi seu marido. Historiadores tímidos do presbiterianismo conservador referem-se a ele apenas como “ativista dos direitos humanos” (assunto recusado, até hoje, neste meio). Esqueceram-se que lideres cristãos da Noruega, Suécia, Dinamarca, Holanda, Austrália, Alemanha, Suíça, França e outros países estavam envolvidos, nos anos de chumbo, na solidariedade com o Brasil e a América Latina oprimida. E Jaime Wright era seu “homem”, “missionário de Deus”, abaixo da linha do Equador. Assim, nos anos 70 e 80 muitas visitas foram organizadas nos países latinos e caribenhos, onde havia repressão ou autoritarismo.
Quando Jaime Wright coordenou o projeto Clamor, por justiça a perseguidos e refugiados políticos, e torturados, sendo este um grupo de resistência ao autoritarismo e à ditadura militar, Alma garantia a retaguarda. Filhos pequenos para cuidar, e da casa para o repouso, se bem que ocasional. Jaime viajava a Genebra, trazia dirigentes do CMI à realidade das ditaduras militares e civis desde a Nicarágua ao Brasil. Corria riscos incríveis em aeroportos internacionais, sujeito a detenções. Com ele vinham suprimentos financeiros para sustentar organizações e pessoas envolvidas com a resistência política, refugiados, torturados pelos regimes de exceção. Inclusive o Brasil.
Jaime abdicou da dupla cidadania que possuía, como dirigente da Missão Central do Brasil da PC-USA. Alma, cidadã norte-americana, permaneceu com seus direitos intactos, o que fez muito bem, para a proteção dos filhos, à mercê do autoritarismo impiedoso. Jaime, porém, arriscava-se e serviu à Igreja Presbiteriana Unida na qualidade de secretário geral. Moraram em Vitória, próximo da sede da IPU, depois que deixaram São Paulo.
Quem espera que o presbiterianismo renuncie à sua história, aos seus vultos fundantes, à sua teologia libertária, da qual emerge ecumênica, protestante original, encontrará nas biografias de Alma e Jaime Wright o espírito profundo de resistência, enraizado na fé cristã, em toda parte onde a memória libertária se manifesta, em quaisquer das igrejas protestantes brasileiras. Essa herança preciosa o protestantismo brasileiro cultiva. Com afinco e respeito à história do presbiterianismo no Brasil, Alma Wright, embora estrangeira, tem seu nome escrito no céu do país a quem serviu até morrer. Descansa em paz, cumprida a missão.
• Derval Dasilio é pastor da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil. www.derv.wordpress.com

fonte:  Editora Ultimato - formação e informação

A Bíblia vista do espaço

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O coletivo de artistas australiano The Glue Society revelou recentemente ao mundo o seu último projeto que desde já promete ser polêmico. O trabalho é composto por um conjunto de imagens manipuladas digitalmente que procuram representar uma série de episódios bíblicos como se fossem observados de um satélite, tipicamente como no Google Earth. Acima podemos ver Moisés atravessando o Mar Vermelho. É curioso como estas imagens vão ao encontro dos nossos estereótipos...

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A crucificação

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Adão e Eva no Jardim do Éden (procurem bem)

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A Arca de Noé encalhada após o fim do Dilúvio

The Glue Society

fonte:   Bíblia vista do espaço