Central do Brasil, Rio. Uso livre, via blog Imagens Cristãs
Missões Urbanas exigem metodologias especiais e que estejam dentro do contexto do grupo alvo.
Registramos aqui os grupos como possíveis projetos na obra missionária:
01 - Surfistas
02 - Skatistas
03 - Góticos
04 - Caminhoneiros
05 - Motoqueiros
06 - Funkeiros
07 - Atletas nas mais variadas modalidades.
08 - Estudantes
09 - Médicos
10 - Dentistas
11 - Engenheiros
12 - Empresários
13 - Pessoas Hospitalizadas
14 - Aidéticos
15 - Crianças de Rua
16 - Mergulhadores
17 - Prostitutas
18 - Travestis
19 - Terceira Idade
20 - Drogados
21 - Depressivos Crônicos
22 - Camelôs
23 - Aposentados
24 - Homossexuais
25 - Políticos
26 - Operários
27 - Taxistas
28 - Portuários
29 - Gestantes
30 - Pescadores
31 - Surdos
32 - Cegos
33 - Deficientes Físicos
34 - Foliões
35 - Artistas
36 - Socialites
37 - Profissionais da Beleza
38 - Torcidas
39 - Imigrantes de todas as Etnias
40 - Viúvos
41 - Pessoas Solitárias
42 – Naturistas ( este grupo é mais complicado )
43 - Moradores de Rua
44 - Roqueiros
45 – Grafiteiros
46 - Pichadores
47 - Sem Teto
48 - Creche
40 - Catadores de Lixo
50 - Pagodeiros
51 - Ciganos
52 - Presidiários
53 - Prostitutas
54 - Condomínios
55 - Enlutados
56 - Turistas
57 - Cancerosos
58 - Orfanatos
59 - Asilos
60 - Mães Solteiras
61 - Excluídos
62 - Gangues
63 - Amantes da Noite
64 - Profissionais da Noite
65 - Invasores de terrenos urbanos e prédios abandonados
66 – Espíritas
67 - Skin Heads
68 - Punks
69 - Esotéricos
70 - Internautas
71 - Garis
72 – Metaleiros
73 – Umbandistas
Poderíamos enumerar um número bem maior de grupos que podemos alcançar. É interessante que a maioria dos grupos lembrados, exigirão um projeto social enquanto são evangelizados.
MÉTODOS URBANOS
1 - Evangelização pessoal (esse nunca será ultrapassado)
2 - Operação contato
3 - Pequenos Grupos
Para essa modalidade, temos muitas ferramentas boas, que podem ser usadas com muita eficiência, e com resultados certos.
Aqui podemos colocar pessoas com as mesmas necessidades e dificuldades comuns.
Podemos dividir o grupo por faixa etária.
A literatura. A liderança deve estabelecer um programa cronológico a ser estudado em vários grupos simultaneamente.
(Por exemplo: Missões Nacionais, tem uma gama muito farte de material que pode ser usado. O programa que temos nos dá condições de levarmos os pequenos grupos do principio do conhecimento, até a capacitação para multiplicação do grupo.)A igreja precisa olhar para fora. Há delas que gastam mais de 90% de todos os seus recursos e tempo nos seus cuidados internos.
Faça uso do mapa para conhecer a sua cidade. Procure localizar o grupo que deseja atingir. Mapeie a cidade. Localize os pontos referenciais e distribua as tarefas.
Ver:
- Localização de Igrejas
- Fortalezas Espirituais estabelecidas na região ou área estabelicida para realizar o projeto.
- Número total de Crentes que possa contar como material humano para desenvolver o projeto.
- Número de Pastores e Líderes
- Escolas
- Hospitais
- Quartéis
- Auditórios que possam ser usados.
Ver se há uma retrospectiva de algum grupo cristão que tentou plantar uma igreja no meio do grupo alvo. Certamente uma descoberta desta pode mudar todo o rumo do projeto.
Pr. Geremias Bento da Silva - http://www.geremiasbento.net
13/01/2010
MISSÕES URBANAS – POSSÍVEIS PROJETOS DE EVANGELIZAÇÃO
BATISMO NA SELVA AMAZÔNICA - Alzira Sterque
Esta história quem me contou foi a missionária Cristina, no ano de 2005, quando ela estava na Venezuela. Ao ouvir tal história não pude conter as lágrimas de alegria, e, assim, passo a relatar o maravilhoso ocorrido com esta serva muito amada do Senhor.
Alguns anos antes a missionária Cristina fazia a obra numa tribo indígena no Brasil, num posto bem afastado, no coração da selva amazônica. Lá ela desenvolvia um trabalho muito lindo no discipulado com crianças, sempre por meio de suas músicas. Um dia, ela e as crianças, numa tarde muito quente, foram tomar um banho no igarapé próximo da aldeia indígena, um costume da região. De repente a missionária foi atingida por um raio. As crianças, aterrorizadas, puxaram-na das águas até a beira do igarapé, então ela desmaiou. Elas foram chamar seus pais, que assim levaram a missionária até sua casa. Aquele posto missionário ficava distante cerca de oito dias de barco do médico mais próximo. Nada havia a ser feito, somente esperar a visita do médico por aquelas bandas, algo muito raro de acontecer.
Imobilizada, com os nervos do corpo atingidos, sem poder falar, sem poder andar, a missionária era cuidada pelas crianças e por suas mães. Como não podia abrir a boca, recebia um caldinho ralo de mandioca com água, que era derramado garganta abaixo, pois seu maxilar estava imobilizado. Com uma alimentação fraca assim, seu corpo foi se debilitando. Assustados com a piora do estado da missionária Cristina, eles resolveram pedir ajuda para uma freira que morava numa comunidade católica próxima. A freira relutou muito em vir, mas finalmente veio. Quando chegou na porta da casa da missionária ela ficou nervosíssima, dizendo não entrar de jeito algum em casa de missionários. Ela viu uma luz muito forte lá dentro e saiu correndo, assustada e gritando. As crianças continuaram por ali, cuidando da missionária que muito amavam. De repente, elas resolveram dar as mãos ao redor da cama de Cristina e, com lágrimas nos olhos, passaram a interceder:
---Jesus, não leve a missionária. Nós a amamos muito, nós precisamos muito dela. Cure ela, Senhor! Cure ela!
Tem coisas que só Jesus faz...
Uma leve brisa passou por aquele quarto... Imediatamente aquelas crianças foram batizadas com o Espírito Santo. E todas elas começaram a dançar ali mesmo, numa alegria maravilhosa; umas falavam em línguas, outras se ajoelhavam em reverência à presença maravilhosa do Senhor. Em seguida, a missionária Cristina levantou-se de sua cama com dificuldade, e chorou de alegria ao contemplar e entender os caminhos que o Senhor faz Seus servos passarem para melhor derramar da Sua glória.
Aplicação: discipulado, crianças, onisciência divina, cuidados divinos, fé, milagres divinos, chamado, amor, preço.
via: Postagem Livre: BATISMO NA SELVA AMAZÔNICA - Alzira Sterque
08/01/2010
Não sabemos o que é Igreja
Por Kleber Pessoa | January - 8 - 2010
“Igreja não é templo, não é sinagoga, não é mesquita. Não é o santuário onde os fiéis se reúnem para cultuar a Deus. Igreja é gente, e não lugar. É a assembléia de pecadores perdoados; de incrédulos que se tornam crentes; de pessoas espiritualmente mortas que são espiritualmente ressuscitadas; de apáticos que passam a ter sede do Deus vivo; de soberbos que se fazem humildes; de desgarrados que voltam ao aprisco.
Igreja é mistura de raças diferentes, distâncias diferentes, línguas diferentes, cores diferentes, nacionalidades diferentes, culturas diferentes, níveis diferentes, temperamentos diferentes. A única coisa não diferente na Igreja é a fé em Jesus Cristo.
A Igreja não é igreja ocidental nem igreja oriental. Não é Igreja Católica Romana nem igreja protestante. Não é igreja tradicional nem igreja pentecostal. Não é igreja liberal nem igreja conservadora. Não é igreja fundamentalista nem igreja evangelical. A Igreja não é Igreja Adventista, Igreja Anglicana, Igreja Assembléia de Deus, Igreja Batista, Igreja Congregacional, Igreja Deus é Amor, Igreja Episcopal, Igreja Holiness, Igreja Luterana, Igreja Maranata, Igreja Menonita, Igreja Metodista, Igreja Morávia, Igreja Nazarena, Igreja Presbiteriana, Igreja Quadrangular, Igreja Reformada, Igreja Renascer em Cristo nem igrejas sem nome.
A Igreja é católica (universal), mas não é romana. É universal (católica) mas não é a Universal do Reino de Deus. É de Jesus Cristo, mas não dos Santos dos Últimos Dias. Porque é universal, não é igreja armênia, igreja búlgara, igreja copta, igreja etíope, igreja grega, igreja russa nem igreja sérvia. Porque é de Jesus Cristo, não é de Simão Pedro, não é de Miguel Cerulário, não é de Martinho Lutero, não é de Simão Kimbangu, não é de Sun Myung Moon, não é de João Paulo II.
Em todo o mundo e em toda a história, a única pessoa que pode chamar de minha a Igreja é o Senhor Jesus Cristo. Ele declarou a Cefas: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mt 16.18).
Não há nada mais inescrutável e fantástico do que a Igreja de Jesus Cristo. Ela é o mais antigo, o mais universal, o mais antidiscriminatório, o mais inexpugnável e o mais misterioso de todos os agrupamentos. Dela fazem parte os que ainda vivem (igreja militante) e os que já se foram (igreja triunfante). Seus membros estão entrelaçados, mesmo que, por enquanto, não se conheçam plenamente. Todos igualmente são “concidadãos dos santos” (Ef 2.19), “co-herdeiros com Cristo” (Ef 3.6; Rm 8.17) e “co-participantes das promessas” (Ef 3.6). Eles são nada menos e nada mais do que a Família de Deus (Ef 2.19; 3.15). Ali, ninguém é corpo estranho, ninguém é estrangeiro, ninguém é de fora. É por isso que, na consumação do século, “eles serão povos de Deus e Deus mesmo estará com eles” (Ap 21.3).
A Igreja de Jesus, também chamada Igreja de Deus (1 Co 1.2; 10.22; 11.22; 15.9; 1 Tm 3.5 e 15), Rebanho de Deus (1 Pe 5.2), Corpo de Cristo (1 Co 12.27) e Noiva de Cristo (Ap 21.2), tem como Esposo (Ap 21.9), Cabeça ( Cl 1.18 ) e Pastor (Hb 13.20) o próprio Jesus.
A tradicional diferença entre igreja visível e igreja invisível não significa a existência de duas igrejas. A Igreja é uma só (Ef 4.4). A igreja invisível é aquela que reúne o número total de redimidos, incluindo os mortos, os vivos e os que ainda hão de nascer e se converter. Eventualmente pode incluir pecadores arrependidos que nunca freqüentaram um templo cristão nem foram batizados. Somente Deus sabe quantos e quais são: “O Senhor conhece os que lhe pertencem” (2 Tm 2.19). A igreja visível é aquela que reúne não só os redimidos, mas também os não redimidos, muito embora passem pelo batismo cristão, se declarem cristãos e possam galgar posições de liderança. É a igreja composta de trigo e joio, de verdadeiros crentes e de pseudocrentes. Dentro da igreja visível está a igreja invisível, mas dentro da igreja invisível nunca está toda a igreja visível. A Igreja de Jesus é uma só, porém é conhecida imperfeitamente na terra e perfeitamente no céu”.
Extraído da revista Ultimato, março-abril/2002
Via: Virá
06/01/2010
O VALOR DE UM FOLHETO
Por Nilson Dimárzio
Sebastião Custódio da Silva e Antônio Messias eram bons cooperadores nos trabalhos de evangelização, membros da Igreja em São João da Boa Vista, Estado de São Paulo.
Um dos trabalhos que mais apreciavam era o culto de evangelização ao ar livre.
Certa vez, estando ambos em Aguaí, cidade próxima, num dia de Finados, aproveitaram a oportunidade para realizar um trabalho dessa natureza na porta do cemitério. Acompanhados por um grupo de crentes, para lá se dirigiram desejosos de anunciar as boas novas de salvação por meio de Jesus Cristo.
Por ali passavam muitas pessoas. Algumas, paravam para ouvir os cânticos e a pregação, enquanto que outras, indiferentes, passavam de largo, sem dar atenção aos servos de Deus.
E, enquanto o abençoado trabalho de evangelização era realizado, ali estava, nas proximidades, um velho amigo de Sebastião, chamado Ramon, vendendo melancias.
Terminada a reunião junto à porta do cemitério, Sebastião e Messias passaram a distribuir folhetos evangelísticos entre os transeuntes. E, ao passarem junto ao vendedor de melancias, este, em tom de brincadeira, disse ao Sebastião: "Como eu nunca lhe dei nada, leve esta melancia" , colocando-a, em seguida, nas mãos do amigo. Este, ao receber e agradecer o presente inesperado, diz ao amigo, parafraseando as palavras que ouvira: "Ramon, como eu nunca lhe dei nada, leve este folheto."
Despediram-se sorridentes. Sebastião e Messias continuaram semeando a boa semente, enquanto Ramon, não tendo tempo ou interesse em ler aquele folheto, apenas leu o título antes de guardá-lo. Aliás, um título muito interessante: "Onde Passarás a Eternidade?"
Três meses depois, Ramon veio a enfrentar um grande sofrimento. E tão grande foi a tormenta que, por pouco não o levou ao desespero. Mas, como Deus muitas vezes nos fala através do sofrimento, ele fez com que Ramon se lembrasse do folheto que havia guardado. E, com a alma sequiosa de paz, leu-o com sofreguidão. E enquanto lia e meditava na mensagem do folheto, sentiu o desejo de ir a São João da Boa Vista a procura de um pastor que o ajudasse naquela hora difícil. E, ao fazê-lo, encontrou, na pessoa do pastor Francisco Alves Sobrinho, a ajuda necessária e toda orientação espiritual.
Dentro em pouco, não só o Sr. Ramon se converteu, mas toda a sua família. Os problemas foram resolvidos e a paz e a alegria resultantes da atuação poderosa do Espírito Santo tornaram-se uma realidade em suas vidas.
E note-se que toda aquela chuva de bênçãos começou a cair com a leitura de um folheto.
Eis porque precisamos acreditar mais no valor da página impressa, como poderoso meio de divulgação do Evangelho. Em particular, no valor de um folheto, quando bem escrito, em bom papel e com boa apresentação gráfica, sem dúvida, pode ser usado pelo Espírito de Deus para orientar, confortar e salvar as almas sedentas de paz e esperança eterna.
O leitor costuma distribuir folhetos evangelísticos? Ah, nunca os distribui? Então, comece hoje essa distribuição. Faça dessa distribuição um ministério em sua vida diária. Tenha sempre à mão folhetos próprios para distribuir em hospitais, em escolas, em consultórios médicos ou dentários. Aproveite também as oportunidades que surgem durante as viagens; espalhando as bênçãos do Evangelho em muitas almas, que talvez estejam sedentas da verdade.
Torne-se, assim, um ganhador de vidas para Cristo. E esteja certo que dessa situação resultarão muitas bênçãos para a sua própria vida e para aqueles que vivem ainda sem Cristo e sem salvação.
(O Jornal Batista)



