03/11/2009

Marcha para Jesus ou Parada Gay: Quem é realmente vítima de preconceito?

Julio Severo: www.juliosevero.com
JesusSite

Resumo: Se a imprensa liberal tratasse as paradas gays do jeito que trata as Marchas para Jesus, a agenda gay seria ignorada e ficaria merecidamente confinada a um número insignificante de mentes medíocres.
A Marcha para Jesus e a Parada Gay ocorreram na Avenida Paulista em 2006 com um intervalo de apenas dois dias de diferença. Apesar de estarem tão próximas um da outra em data, suas metas e compromissos são muito distantes. Uma exalta o homossexualismo; a outra, Jesus. Uma quer que homens e mulheres permaneçam no pecado homossexual; a outra oferece esperança e saída, em Jesus, para todos os pecadores.
A diferença é clara: exaltar Jesus tem como resultado transformação na vida das pessoas. No rastro do Evangelho, há ex-prostitutas, ex-drogados, ex-criminosos, ex-homossexuais, etc. No rastro do homossexualismo, a história é outra. Na Holanda, depois da pioneira lei de casamento gay no mundo, hoje quem está saindo do armário são os pedófilos, lançando até um partido para defender o sexo entre adultos e crianças. No Brasil, o Grupo Gay da Bahia, um dos primeiros grupos de militantes gays, inaugurou recentemente uma exposição "artística" explorando a cultura católica com a apresentação de uma imagem de Santo Antonio com o menino Jesus. Os idealizadores gays explicaram suas intenções: "Queremos demonstrar à sociedade que a intimidade entre adultos e crianças nem sempre foi considerada crime e tratada como pedofilia".
Só para lembrar: a maior entidade mundial de defesa do sexo entre homens e meninos é a NAMBLA (North American Man-Boy Love Association, Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos), totalmente composta por membros homossexuais. Alguma dúvida sobre o que a exaltação ao homossexualismo trará para o Brasil e o mundo? Ainda assim, os ativistas homossexuais não temem que a imprensa liberal venha a colaborar numa campanha para desmascarar o papel do homossexualismo na NAMBLA e nas iniciativas internacionais para legalizar o sexo entre adultos e crianças.
Cobertura jornalística: os gays estão presentes, mas onde estão os evangélicos?
Os evangélicos do Brasil estão conscientes de que existe preconceito e discriminação contra eles. Por muitos anos, as Marchas para Jesus atraem tanta atenção das emissoras que dá para contar num dedo só quantos canais de TV se lembram de fazer uma brevíssima menção ao evento. Se não fosse pelas revistas e programas evangélicos que notificam sobre as marchas, ninguém no Brasil e no mundo saberia que centenas de milhares de evangélicos marcharam pelas ruas de São Paulo.
Os ativistas gays estão conscientes de que existe preconceito e discriminação contra eles. Por muitos anos, as Paradas do Orgulho Gay atraem tanta atenção das emissoras que é muito difícil ligar num canal de TV que não esteja dando cobertura ao evento… O apoio é descarado. As menções às paradas são sempre em tom elogioso.
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O PECADO DE PADRE VIEIRA

 

"Muito melhor me conheço eu diante da imagem de um pecado, que diante da imagem de um Cristo crucificado. Quando estou diante da imagem de Cristo crucificado, parece que tenho razões de me ensoberbecer, porque vejo o preço por que Deus me comprou; mas quando me ponho diante da imagem de um pecado, não tenho razões de me humilhar, porque vejo o preço por que eu me vendi. Quando vejo que Deus me compra com todo o seu sangue, não posso deixar de cuidar que sou muito; mas quando vejo que eu me vendo pelas nadas do mundo, não posso deixar de crer que sou nada".
Pe. Antonio Vieira no Sermão do Quarto Domingo do Advento

FONTE: Confraria Ekklesial

02/11/2009

TOLERÂNCIA

 

Quem nunca falhou uma promessa?
Ou viu um sonho antigo morrer?
Quem nunca tremeu de medo?
Ou para chorar teve que se esconder?
Quem nunca errou descaradamente?
Ou falou o que não devia falar?
Quem nunca usou máscaras
Para as fraquezas internas disfarçar?
No fundo somos todos tão parecidos
Cheios de idéias boas que chamamos intenções
Mas quando as coisas correm mal
Nunca são boas o bastante as razões
Passamos tanto tempo costurando fantasias
Dependendo do falível sentimento
Acreditando em palavras tão banais
E que logo serão dispersas ao vento
Sempre dispostos a aceitar o doce da vida
A felicidade, o sucesso, a alegria
Mas recusando fortemente o amargo
E a cada injustiça levantando porfia
Se somos tão semelhantes em quase tudo
É por causa daquele que nos criou
Fez-nos à sua imagem
Corpo, Alma e Espírito Ele juntou
E se tantas coisas sofremos
Nesta lida dura e terreal
É que quase sempre esquecemos
Nossa costela celestial
Para e pensa estão, meu irmão
Nossa raça não tem outra solução
Ou buscamos a Deus de verdade
Ou só nos resta dissolução
Não te queixes da Vida
Pare de reclamar em vão
Alça a alma em oração reconhecida
Entrega a Deus o caminho, e o coração
Joed Venturini

Fonte:       Poesias e Contos Evangélicos: Tolerância

Sermão: A vaca mais sagrada do protestantismo

 

Frank A. Viola


A cristandade não destruiu o paganismo, adotou-o. WillDurant


Agora chegamos ao Sermão, uma das práticas mais sacrossantas. Elimine o sermão, e a liturgia protestante chega a ser nada mais que um show musical. Elimine o sermão e a assistência do culto dominical matutino cai para um dígito.1[1]
O sermão é a base da liturgia protestante. Por 500 anos, vem funcionando como um relógio. Cada domingo pela manhã, o pastor sobe ao púlpito e profere uma inspiradora pregação a uma audiência passiva que esquenta os bancos. A razão pela qual a maioria dos cristãos vai à igreja é pela importância do sermão. De fato, o culto como um todo é tipicamente julgado pela importância do sermão. Pergunte a alguém como foi o culto do domingo e quase sempre receberá uma descrição do sermão. Soa algo como o seguinte:
Pergunta: "Como foi o culto do domingo passado?"
Resposta: "Foi maravilhoso. O Pastor Peckman falou-nos da importância de plantarmos 'sementes da fé' para aumentar nossa renda; foi tremendo. Me motivou a dar todo meu salário no domingo próximo".
Em suma, o conceito do cristianismo moderno relaciona o sermão ao culto dominical matutino.3[3] Mas isso não pára por aí.
A maioria dos cristãos é adicta do sermão. Eles vão à igreja como baldes vazios esperando que os pregadores os encham com mensagens de ânimo. Para o cristão típico, o sermão é a principal provisão de sustento espiritual. É mais importante que a oração, a leitura bíblica e a confraternização entre os irmãos. E, sejamos honestos, é ainda mais importante que a comunhão com Jesus Cristo (pelo menos na prática!).
Elimine o sermão e você eliminará a fonte mais importante de nutrição espiritual para a maioria dos crentes. Todavia, a surpreendente realidade é que o sermão não tem raiz nas Escrituras! Melhor dizendo, oriundo da cultura pagã, ele foi adotado e nutrido pela fé cristã. Esta é uma declaração alarmante. É verdade? Mas há mais.
O sermão, que tem pouco a ver com o genuíno crescimento espiritual, na realidade não elimina o propósito que Deus desenhou com relação à reunião da Igreja. Comprovarei estas palavras dentro deste capítulo.
O Sermão e a Bíblia
Alguém que acompanha o que acabo de escrever responderá sem duvidar: "Há pessoas pregando ao longo de toda Bíblia. Portanto, o sermão é bíblico!"
As Escrituras registram homens e mulheres pregando. Todavia, há uma grande diferença entre a pregação inspirada pelo Espírito, descrita na Bíblia, e o moderno sermão. Esta diferença quase sempre passa por alto porque fomos condicionados a não nos importarmos. Em vez de ajustarmos nossas práticas à Bíblia, lemos a Bíblia visando ajustá-la às nossas práticas. Então, equivocadamente, aceitamos o púlpito como algo bíblico. Vamos analisar isso mais de perto. O moderno sermão cristão tem as seguintes características:
É uma ocorrência regular, proferido de cima do púlpito, pelo menos uma vez por semana.
É proferido quase sempre pela mesma pessoa, tipicamente pelo pastor.4[4]
É ministrado a uma audiência passiva; é essencialmente um monólogo.
É uma forma de falar culta, que possui uma estrutura específica. Tipicamente, contem uma introdução, de três a cinco pontos e uma conclusão.
Contraste isto com o tipo de prédica mencionada na Bíblia. No AT, os homens de Deus pregavam e ensinavam. Mas sua falação não se encaixa com o sermão moderno. Aqui vão as características das pregações e ensinos do AT:
Uma participação ativa e interrupções por parte da audiência eram comuns.5[5]
Eles falavam coisas que incomodavam os ouvintes abordando uma temática atual, em vez de apresentar um documento ou anotações rabiscadas em um papel.
Não há indicação que os profetas ou sacerdotes do AT proferissem discursos ou mensagens regulares para o povo de Deus. Além disso, a natureza das pregações do AT era esporádica, fluida e aberta à participação da audiência. A pregação da sinagoga antiga seguiu um modelo similar.6[6]
Vamos agora ao NT. O Senhor Jesus não pregava um sermão regular à mesma audiência.7[7] Sua prédica e ensino consistiam de muitos formatos. Ele passava suas mensagens a muitas e diferentes audiências. (Certamente Ele compartilhou a maior parte de seus ensinos com os discípulos. Todavia, as mensagens que Ele compartilhou com eles foram consistentemente espontâneas e informais).8
Seguindo o mesmo modelo, a pregação apostólica registrada em Atos dos Apóstolos possui as seguintes características:
Foi esporádica.9[9]
Foi proferida em ocasiões especiais para tratar de problemas específicos.
Foi extemporânea e sem estrutura retórica.10[10]
Foi na maioria dos casos um diálogo (incluía debates e interrupções por parte da audiência) em vez de um mero monólogo (apenas um sentido).11[11]
LEIA O TEXTO INTEIRO NESTA FONTE:  

Descanso da Alma: Cristianismo Pagão - Sermão: A vaca mais sagrada do protestantismo