02/10/2009

ESTENDE A TUA MÃO



Pr Dinelcir de Souza Lima

A voz de comando soou outra vez nos ouvidos de um homem oprimido em seu ambiente religioso, mas que por algum motivo estava entre pessoas que professavam a mesma fé, mesmo que isto lhe custava zombarias e desprezo. Era um homem deficiente físico, com sua mão direita retraída, ressecada, o que fazia dele, diante dos conceitos religiosos de sua sociedade, um homem pecador, desprezado, incapaz de ter comunhão com Deus.
A voz de comando soou novamente em seus ouvidos porque já soara poucos instantes antes e era a voz do Senhor Jesus Cristo que, ensinando em uma sinagoga, interrompeu os estudos, olhu para o homem e ordenou que fosse para o meio daquele lugar de reunião, colocando-se no centro das atenções.
Ele havia obedecido. Apesar de todas as dificuldades psicológicas geradas pelo seu próprio sentimento de inferioridade e pela discriminação que sofrera durante a sua vida inteira, obedecera a voz daquele que lhe ordenara: "Levanta-te, e fica em pé no meio."
Agora estava recebendo uma ordem muito mais difícil de ser cumprida: ele teria que estender a sua mão e expor publicamente a marca da sua "inferioridade". Provavelmente durante toda a sua vida a houvesse escondido entre suas vestimentas com a intenção de não chamar muito a atenção. Provavelmente quando Jesus o chamou para o meio estivesse com a mão escondida pois, do contrário, não estaria ali por ser considerado um pecador.
Teria que se expor. O chamado soava, de alguma maneira, com autoridade impressionante. Obedeceu novamente e estendeu a sua mão. Olhares críticos se voltaram para ele e se voltaram, também, para quem deu a ordem. Era Jesus, aquele que curava as multidões. Mas era um sábado, um dia de descanso, teria ele coragem de curar em um dia de descanso?
O ato obediente de estender a mão para Jesus transformou a vida daquele homem. Imediatamente sua mão ficou curada. Imediatamente passou da condição de pecador para perdoado. Imediatamente passou a ter acesso direto aos lugares onde a adoração a Deus se realizava. E tudo isto porque obedeceu à voz de Jesus, mesmo não sendo explicado a ele o que aconteceria, e estendeu a mão para aquele a quem foi dado todo o poder nos céus e na terra.
Hoje não é diferente. A voz de Jesus continua sendo ouvida através dos seus pregadores, através da leitura das suas palavras registradas na Bíblia e qualquer que obedecer atendendo a ordem de Jesus, ficará curado dos seus pecados e terá uma nova vida em Cristo. (Leia Lucas 6:6-11)

Pr Dinelcir de Souza Lima
FONTE: abibliaevoce.blogspot.com/

DE ONDE VEIO A IGREJA?

wheatfield “Sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela." Mateus 16:18

Uma resposta dada por Jesus a Pedro foi sua origem. O apóstolo fez uma declaração solene a respeito do Mestre: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” Esta revelação, dada pelo próprio Deus a Pedro, constituiu a base de que Jesus se serviu para construir sua Igreja: sobre esta revelação, sobre este fundamento “edificarei a minha igreja”. Sua raiz, portanto, é divina, está acima do mundo, acima dos homens. Somente neste sentido pode a Igreja ser definida e reconhecida.
E do mesmo modo que nós, cristãos, seres pecadores, somos depositários da fé em Cristo através do ministério do Espírito, a igreja também, imperfeita porque composta de indivíduos imperfeitos, é depositária da mensagem da salvação a todo o mundo.
Paulo expressou assim esta verdade: “Ele nos escolheu, nele [em Cristo] ...para sermos santos e irrepreensíveis perante ele.”(Efésios 1.4). Portanto, e repetindo, sua origem é celestial e eterna, daí a sua importância e nossa responsabilidade como eleitos de Deus, feitos povo santo para anunciar e testemunhar o evangelho da graça.
Como membros da igreja terrena e tendo nossos nomes inscritos no rol da Igreja Celestial, não podemos ser vencidos pelo mal. Amém!

Rev.Ronaldo P. Mendes

FONTE: Solus Christus

01/10/2009


A terra, com suas milhares de vozes louva ao Senhor.

É PECADO JULGAR?

 fim

                                   Existe um discurso politicamente correto que flui honrosamente da boca daqueles que geralmente odeiam a confrontação: "Vou à igreja, assisto o 'meu' culto, volto pra casa e não falo mal da vida de ninguém. Acho que se cada um cuidasse de sua própria vida e deixasse esse negócio de criticar o que é dito na igreja, nós teríamos uma igreja bem melhor."
                                   Gente assim, dificilmente tem um senso crítico a respeito de sua fé. Não sabe porque crê. Não sabe no que crê. Contenta-se com uma fé cega, surda e muda. Afinal, dizem os tais, ai daquele que tocar nos ungidos do Senhor. Esquecem-se porém, que, diferente do Antigo Testamento, todos fomos ungidos na Nova Aliança: "Mas vocês têm uma unção que procede do Santo, e todos vocês têm conhecimento (...). Quanto a vocês, a unção que receberam dele permanece em vocês (...)" I Jo. 2.20,27
                                   Estamos testemunhando um tempo histórico, onde os crentes seguem à risca tudo aquilo que lhes é dito a partir de um púlpito, sem titubear (claro, desde que isso não conflite com todas as bênçãos que Ele tem guardado em sua cartola mágica). Não sei o que é pior, vender aos crentes a bênção em forma de amuletos dos mais esdrúxulos, ou pior: comprá-la!
                                   Será que ainda existem crentes que não entenderam que o que Jesus condenou foi o julgamento hipócrita, e não o julgar em si (Mt. 7.1-6)? Será que nunca estaremos prontos para tirar o cisco do olho de nosso irmão? Será que Jesus não foi o suficientemente claro ao dizer que depois de tirarmos a viga de nossos olhos estaríamos aptos para exercer o julgamento? Ouso propor uma resposta: o descaso do povo para com a Palavra continuará sustentando muitas mentiras, heresias e agressões à alma.
                                  Ah... que falta fazem os bereanos! O livro de Atos não poupa elogios quando diz que eles "eram mais nobres do que os tessalonicenses, pois receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, para ver se tudo era assim mesmo." (At. 17.11)
                                Jesus disse: "Não julguem apenas pela aparência, mas façam julgamentos justos!" (Jo. 7.24). Disse também: "Por que vocês não julgam por si mesmos o que é justo?" (Lc. 12.57). O Apóstolo Paulo também não deixou margem para dúvidas quando disse: "Estou falando a pessoas sensatas; julguem vocês mesmos o que estou dizendo." (I Co. 10.15).
                                Há ainda aqueles mais pacificadores que, mansamente, nos lembram: "...ponham à prova todas as coisas e fiquem com o que é bom!" (I Te. 5.21). O problema nesse caso é, como diria meu professor Franco Júnior: "O que é bom?". Afinal, como já disse aqui, o ruim não é receber e-mails criticando meus posicionamentos, o ruim é receber respostas baseadas na achologia. E convenhamos: esse é o parâmetro utilizado pela maioria dos crentes hoje em dia. Não! Mil vezes não! A Bíblia é o nosso referencial.
                                 E mais: não me importa quantos milhões de CDs vendeu o camarada que inventou a fábula de um Zaqueu que consegue chamar a atenção de Jesus - a Bíblia não diz isso. Não me importa o brilho reluzente do troféu da moça que quer te colocar no palco e humilhar os seus irmãos, a Bíblia não diz que será assim. Também pouco me importa se hoje é 9/9/2009 ou 10/10/2010, a sua bênção não custa R$ 900,00, nem custará R$ 10.000,00 no ano que vem, a Bíblia não respalda isso. Por fim, não me importa quem "profetizou", nenhuma arca vai proteger a minha casa, mesmo com anjinho e tudo.   A Bíblia diz que "...se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda." (Sl. 127.1)
                                Que Deus levante mais bereanos. Gente que duvida, que critica, que denuncia. Gente que pinta a cara, mas não é palhaço! Homens e mulheres que não tenham medo da verdade, custe o que custar. Só assim a igreja evangélica brasileira voltará ao caminho da verdade, afinal, para esse, não há atalhos. Deus nos guarde dos lobos!
L. Rogério
Fonte: Dany e Roger

Via: vangelho em Revista