08/12/2008

FRASES SOBRE HUMILDADE




Não és humilde quando te humilhas, mas quando te humilham e o aceitas por Cristo. J. Escrivá de Balagher

Quando Deus deseja exaltar um homem, Ele primeiro o humilha. Eleanor L. Doan


A humildade é o reconhecimento de nossa pequenez diante da grandeza de Deus.Luc Vauvenargues

07/12/2008

COMO DISTINGUIR O QUE É UM PASTOR E O QUE É UM LOBO?


Pastores e lobos têm algo em
comum: ambos se interessam e gostam de ovelhas, e vivem perto delas.
Assim, muitas vezes, pastores e lobos nos deixam confusos para saber quem é quem.

Isso porque lobos desenvolveram uma astuta técnica de se disfarçar em ovelhas interessadas no cuidado de outras ovelhas.
Parecem ovelhas, mas são lobos.

No entanto, não é difícil distinguir entre pastores e lobos.

Urge a cada um de nós buscar exercitar o discernimento para descobrir quem é quem.
Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.
Pastores gostam de convívio, lobos gostam de reuniões.
Pastores vivem à sombra da cruz, lobos vivem à sombra de holofotes.
Pastores choram pelas suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorar.
Pastores têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e dominadores.
Pastores têm fraquezas, lobos são poderosos.
Pastores olham nos olhos, lobos contam cabeças.
Pastores apaziguam as ovelhas, lobos intrigam as ovelhas.
Pastores têm senso de humor, lobos se levam a sério.
Pastores são ensináveis, lobos são donos da verdade.
Pastores têm amigos, lobos têm admiradores.
Pastores se extasiam com o mistério, lobos aplicam técnicas religiosas.
Pastores vivem o que pregam, lobos pregam o que não vivem.
Pastores vivem de seu trabalho, lobos enriquecem.
Pastores ensinam com a vida, lobos pretendem ensinar com discursos.
Pastores sabem orar no secreto, lobos só oram em público.
Pastores vivem para suas ovelhas, lobos se abastecem das ovelhas.
Pastores são pessoas humanas reais, lobos são personagens religiosos caricatos.
Pastores vão para a comunhão dos santos, lobos vão para o palco.
Pastores são apascentadores, lobos são marqueteiros.
Pastores são servos humildes, lobos são chefes orgulhosos.
Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas, lobos se interessam pelo crescimento das ofertas.
Pastores apontam para Cristo, lobos apontam para si mesmos e para a instituição.
Pastores são usados por Deus, lobos usam as ovelhas em nome de Deus.
Pastores falam da vida cotidiana, lobos discutem o sexo dos anjos.
Pastores se deixam conhecer, lobos se distanciam e ninguém chega perto.
Pastores sujam os pés nas estradas, lobos vivem em palácios e templos.
Pastores alimentam as ovelhas, lobos se alimentam das ovelhas.
Pastores buscam a discrição, lobos se autopromovem.
Pastores conhecem, vivem e pregam a graça, lobos vivem sem a lei e pregam a lei.
Pastores usam as Escrituras como texto, lobos usam as Escrituras como pretexto.
Pastores se comprometem com o projeto do Reino, lobos têm projetos pessoais.
Pastores vivem uma fé encarnada, lobos vivem uma fé espiritualizada.
Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas, lobos perpetuam a infantilização das ovelhas.
Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas, lobos lidam com técnicas pragmáticas com jargão religioso.
Pastores confessam seus pecados, lobos expõem o pecado dos outros.
Pastores pregam o Evangelho, lobos fazem propaganda do Evangelho.
Pastores são simples e comuns, lobos são vaidosos e especiais.
Pastores tem dons e talentos, lobos tem cargos e títulos.
Pastores são transparentes, lobos têm agendas secretas.
Pastores LIDERAM indo na frente. , lobos dirigem igrejas-empresas.
Pastores pastoreiam as ovelhas, lobos seduzem as ovelhas.
Pastores trabalham em equipe, lobos são prima-donas.
Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a Cristo, lobos geram ovelhas dependentes e seguidoras deles.
Pastores constroem vínculos de interdependência, lobos aprisionam em vínculos de co-dependência.
Por: Osmar Ludovico.

AQUELE QUE DIZ: "VOU", NEM SEMPRE VAI...



Os dois irmãos da parábola que aparece em Mateus 21.28-32 eram possuídos de temperamento e reações diferentes, como na parábola do filho pródigo, que envolve também “um homem que tinha dois filhos” (Lc 15.11-32). Naquela parábola, o filho mais velho disse que iria trabalhar na vinha a pedido do pai, mas acabou não indo. O mais novo afirmou de pronto que não iria, mas, depois, arrependeu-se e foi.
O primeiro rapaz retrata aqueles que têm um bom começo e pronto. O segundo é o protótipo daqueles que encontram uma indisposição inicial, mas mudam o curso dos acontecimentos. No primeiro caso há uma disposição aparente, verbal, sem firmeza, sem provas. No segundo, uma resposta áspera seguida de arrependimento e ação positiva. O filho mais velho faz a vontade própria -- não a vontade do pai. O mais novo faz a vontade do pai -- não a própria.
O que vale perante Deus, no final das contas, não é a mera disposição, não são palavras, mas o obedecer. Não há substituto para a obediência: “Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra?” (1 Sm 15.22). Jesus sempre mostrou a necessidade de se obedecer e relacionou a segurança do crente com a obediência (Mt 7.24-27). O que faz a vontade de Deus liga-se a ele por laços de parentesco espiritual; é seu “irmão, irmã e mãe” (Mt 12.50). Quando a mulher dentre a multidão disse a Jesus: “Bem-aventurada aquela que te concebeu e os seios que te amamentaram”, o Mestre respondeu: “Antes bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam!” (Lc 11.27-28).
Elben César

Fonte:"http://www.ultimato.com.br/?pg=show_conteudo&util=1&categoria=1&registro=887">Editora Ultimato - formação e informação

13/11/2008

CUIDADO COM AS SEITAS!


Movimento de Boston .Igreja de Cristo Internacional.
Alexandre Galante.
Um dos mais novos movimentos pseudo-cristãos da atualidade e de maior crescimento no mundo é a Igreja de Cristo Internacional (ICI), conhecida no início como Movimento de Boston.   Sob a capa de uma teologia aparentemente ortodoxa, esta seita se considera a igreja renascida do 1º século, a única igreja verdadeira de Deus na terra. O Movimento baseia-se sobretudo no evangelismo, discipulado intensivo e proselitismo, rebatizando principalmente jovens cristãos de outras denominações.

No site da ICI na Internet existe uma declaração que diz: “Pelo que conhecemos, nós somos o único grupo que ensina os princípios bíblicos de discipulado como uma parte necessária do processo de salvação”.

Atualmente o número de adeptos  cresce cerca de 10% ao ano. Segundo os últimos dados disponíveis, o número de membros estaria em torno de 175 mil, em mais de 292 igrejas no mundo. O Movimento encontra-se ativo em mais de 115 países, inclusive no Brasil (onde chegou em 1994) e o objetivo da ICI é plantar pelo menos uma igreja numa cidade de mais de 100 mil habitantes em cada nação, um ambicioso plano de evangelização para atingir o mundo todo em poucos anos. Isso é possível com o uso do sistema de pirâmide semelhante ao empregado nas empresas de marketing de rede, pois os membros discipulam e batizam uns aos outros, resultando num crescimento em progressão geométrica.

Rápido crescimento

O fundador da ICI, Kip McKean, de 43 anos de idade, começou com 30 pessoas numa pequena igreja no subúrbio de Boston, Lexington – EUA, em 1979. Renomeada como Igreja de Cristo de Boston, a congregação cresceu rapidamente com o novo método de discipulado.

McKean cresceu num ambiente Metodista e se tornou cristão quando era estudante na Universidade da Flórida em Gainesville, através da Igreja de Cristo, uma  denominação radical conhecida por abolir os instrumentos musicais nos cultos. Em 1987 a Igreja de Cristo expulsou o grupo de McKean, considerando-o como causador de divisão, autoritário e perigoso. McKean disse em entrevista ao Jornal Miami Herald em 1992: “Nós não somos uma seita. Aqui você não tem que raspar a cabeça ou dar todo seu dinheiro à igreja. Mas você tem que dar seu coração. Nas nossas mentes, estamos apenas tentando voltar à Bíblia.”

Al Baird, que está no movimento desde 1983, disse também numa entrevista: “Se alguém abandona esta Igreja, ele está abandonando a Jesus e certamente perderá sua salvação.”

No final da década de 80, o psicólogo e pesquisador Flavil R. Yeakley da Universidade Cristã de Abilene, realizou uma série de testes psicológicos, levantando os perfis de personalidade de 900 membros do Movimento de Boston, com a aprovação do grupo.

A conclusão do Dr. Yeakley foi: “O Movimento de Boston está produzindo em seus membros o mesmo padrão não-saudável de mudança de personalidade observado em outros estudos de conhecidas seitas manipuladoras.” Apesar das conclusões de Yeakley, o Movimento de Boston alegou que “os membros estão se conformando mais à imagem de Jesus Cristo”.

O discipulado da ICI

A ICI usa a Bíblia, radicalizando e torcendo suas verdades, para controlar mentalmente seus membros através de reconstrução cognitiva e indução, manipulando a vida dos membros em todos os detalhes, provocando despersonalização, quebra de vínculos afetivos, invasão da intimidade do lar, abandono de empregos, carreiras e ideais pessoais. A ICI ensina que a fé somente não pode garantir a salvação, sendo necessário o batismo nas águas (ou o rebatismo, caso o candidato já tenha sido batizado noutra igreja) e a confissão periódica de todos os pecados a um discipulador, além de ter que evangelizar diariamente. Na ICI os jovens aprendem que “um discípulo que não faz discípulos, não é um verdadeiro discípulo de Cristo.”

Hoje no mundo o número de ex-membros é o dobro do número de membros ativos. E a maioria dessas pessoas que deixaram o Movimento carrega profundas seqüelas produzidas pelo abuso de autoridade e pela metodologia psicológica praticada pela ICI. Alguns tentaram o suicídio, outros enlouqueceram e a maioria dos ex-membros não quer mais ouvir falar em qualquer forma de cristianismo.

Mantendo um estilo de vida de alto desempenho, o discípulo da ICI vai ficando exausto ao invés de aliviado. O que vemos acontecer com várias ex-membros é o oposto do que o Senhor Jesus disse quando chamou as pessoas para o Seu discipulado. Em Mt.11:28 Ele pede para as pessoas virem para serem aliviadas de todos os fardos e exigências que os líderes religiosos lhes colocaram. Jesus disse: “Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve”.